sábado, 27 de outubro de 2018

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E SUAS MENTIRAS SOBRE JOÃO 1:1 (ATUALIZADO)


O apologista TJ, o grande Queruvim, publicou um vídeo onde ele tenta provar que Jesus não é o Deus verdadeiro e Todo-Poderoso, mas um deus ou um ser divino, criado, por meio de quem Deus criou todas as coisas. E a base de seus argumentos se encontram nos textos de João 1:1-3, 4:19, Colossenses 1:15 e Hebreus 1:1, 2. A seguir, as bobagens religiosas do apedeuta TJ, puxa saco do Corpo Governante. E no final, não deixe de assistir ao vídeo do Queruvim!

ARGUMENTO 1 DO QUERUVIM - "Em João 1:1, usa-se "ho logos" (a palavra) para Jesus. Aqui se diz que Jesus estava no princípio com Deus, e não na eternidade com Deus. Se não se diz que ele estava na eternidade com Deus, mas só no princípio, então Jesus foi criado. 
RESPOSTA CRISTÃ - Se não mencionar Jesus na eternidade, mas no princípio, com Deus, torna Jesus uma criatura, logo, Deus (o Pai e o Espírito Santo) por estar também no princípio com Jesus, e não na eternidade, conforme João 1:1, também se torna uma criatura. Mas no Salmo 90:1, 2, se diz que o Senhor é Deus de eternidade à eternidade, mas Jesus é tanto o Deus como o Senhor de nós. Tomé disse a Jesus, em grego: "O Senhor de mim e o Deus de mim" (João 20:28) e o próprio Corpo Governante afirma que essas palavras foram dirigidas a Jesus. E o próprio Deus é chamado de o princípio e o fim. (Apocalipse 22:13) Princípio de quê? De tudo, ou seja, da Criação, no sentido de ser o principiador dela, o originador. Se Deus é o princípio de tudo e nunca foi criado, por que Jesus, sendo o princípio da Criação, foi criado? A verdade é que Jesus é o princípio da Criação pelo mesmo motivo que Deus é o princípio de tudo: Ele é o originador de tudo, através de seu Filho, Jesus, o arquiteto da criação.

Mas será que a expressão no princípio não se refere à eternidade, em João 1:1? Sim, pois João 1:1 não está se referindo à criação. Só em João 1:3 que se menciona tudo sendo criado por Jesus. Mas se Jesus criou tudo o que existe (nada do que foi feito, foi feito sem Jesus), isto inclui o tempo e o espaço, quer no mundo físico ou no mundo espiritual. Se Jesus tivesse sido criado, ele seria incluído dentro de um tempo já corrido e de um espaço criado antes de Jesus para recebê-lo. Mas isso contrariaria o texto de João 1:3 que afirma que Jesus criou tudo o que existe. Sendo assim, Jesus criou o tempo e o espaço. E se criou o tempo e o espaço, Ele é sim o Deus Todo Poderoso, pois apenas Deus pode ter existido antes de qualquer tempo ou espaço, ou seja, só Deus sempre É na eternidade, pois ela é um estado de Deus independente do tempo e do espaço. 

E a conversa fiada TJ de afirmar que quando Jesus foi criado iniciou-se a contagem do tempo e a existência do espaço deturpa o fato de que o Pai criou tudo por intermédio de Jesus, já que Jesus estaria sendo criado junto com o tempo e o espaço. O texto nada diz sobre isso.

Outra pergunta que os TJs fazem é: Como Jesus pode ser Deus se ele estava com Deus? E para tentarem impor a crença deles, nos perguntam: Como uma pessoa pode estar com ela mesma? Mas isso é ridículo! Partir do humano para entender o divino é prática de péssimos intérpretes da Bíblia. Deus é uma Trindade, nós não somos. Jesus era Deus e estava com Deus por estar com o Pai e o Espírito Santo. Perguntam também: Se Hebreus 9:24 diz que Jesus compareceu por nós diante a face (ou pessoa) de Deus, como Jesus pode ser Deus? Poderia uma pessoa comparecer diante dela mesma? Novamente, usar o humano para entender o divino. Jesus comparece diante de Deus, o Pai, mas o próprio livro de Hebreus afirma que o Pai chama Jesus de DEUS, aquele que estendeu os céus! (Hebreus 1:8-10) Quanta cegueira dos TJs! Como Jesus pode estender os céus e não ser o Deus Todo Poderoso?

Outros enganadores afirmam sobre João 1:1: Como provar a Trindade em João 1:1 se ali não se fala de Três Pessoas, mas duas - Deus, o Pai, e Jesus, o Filho? Mas os bons intérpretes da Bíblia não se baseiam apenas em João 1:1 para discernir a doutrina da Trindade revelada na Bíblia de forma implícita! Usamos João 1:1 para provar que Jesus tem a natureza divina e estava com Deus antes de haver mundo, conforme ele mesmo afirmou ao Pai numa oração a Ele. (João 17:5) Então só Deus pode estar com Deus antes de haver mundo.
ARGUMENTO 2 DO QUERUVIM - "Jesus foi criado porque em Colossenses 1:15 diz que ele é o primogênito da criação, logo ele é o primeiro filho a ser criado."
RESPOSTA CRISTÃ - Qualquer pessoa inteligente, ao ler Colossenses 1:15, 16, descobre por que Jesus é chamado de primogênito da criação. Vamos ler o texto, e depois perguntar a ele: Por que Jesus é primogênito da criação - porque ele foi criado, ou porque criou todas as coisas e, evidentemente, herda tudo o que cria, tornando-se o primogênito no sentido de ser herdeiro de tudo?
"Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito sobre toda a criação; porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam poderes; tudo foi criado por ele e para ele." - Colossenses 1:15, 16.
Vamos perguntar? Jesus é primogênito da criação porque ele foi criado, ou porque criou todas as coisas e, evidentemente, herda tudo o que cria, tornando-se o primogênito no sentido de ser herdeiro de tudo? O texto bíblico responde a pergunta: porque nele [ou por intermédio dele] foram criadas todas as coisas nos céus e na terra. Então, o apedeuta TJ puxa saco do Corpo Governante, escravo espiritual dessa laia de homens espiritualmente satânicos, deveria se arrepender de sua interpretação medíocre.

Jesus não pode ter sido criado. Ele é a sabedoria de Deus, de Provérbios 8:22-31 e 1 Coríntios 1:24. E sendo a sabedoria de Deus, a qual é incriada, Ele é o próprio Deus, na pessoa do Filho. Por isso, em Provérbios 8:22-31 fala-se da sabedoria de Deus ser criada no sentido de ser revelada ou manifesta a nós, e o hebraico dá apoio a essa interpretação.
ARGUMENTO 3 DO QUERUVIM - "Em João 1:1, assim como não se diz que "A Globo é site", mas "A Globo é um site", da mesma forma é correto dizer que "a Palavra era um deus", e não "a Palavra era Deus." 
RESPOSTA CRISTÃ - Sem dúvida nenhuma! Nãos e diz que a Globo é site, mas sim que a Globo é um site. Mas se disséssemos SITE É A GLOBO, eu estaria afirmando que não há outro site como ela, assim como se eu dissesse: Apedeuta é o Rubens. Ou seja, de todos os apedeutas, o único verdadeiro e maior de todos seria o Rubens. E é exatamente por isso que João inverte a ordem da frase no grego: Em vez de dizer e a Palavra era Deus, ele escreveu e Deus era a Palavra, exatamente para explicar que apenas uma pessoa poderia ser tão Deus, ou divino, como Deus (Pai e Espírito Santo): Jesus.

Talvez, um TJ poderia afirmar que a palavra "Deus", tanto no grego como no hebraico, não se refere a apenas ao Deus verdadeiro, mas a outros deuses. Daí, para explicar em que sentido Jesus é Deus, citam Êxodo 7:1 onde se diz que Yahweh fez Moisés "deus" para Faraó. Mas isso é de uma tolice exegética absurda! Primeiro, porque Jesus não é Deus no mesmo sentido que Moisés foi chamado "deus". Segundo, equivaleria a partir do humano para entender o divino (coisa de herege). Terceiro, a Bíblia diz que Deus criou tudo sozinho (Isaías 44:24), logo, se Jesus é criatura, Deus não teria criado tudo sozinho, pois teria criado tudo ao lado de uma criatura, e pior, usando ela ainda!

Jesus não é Deus como os juízes! (Salmos 82:6) Jesus também não é Deus como Satanás é. (2 Coríntios 4:4) Coisas de hereges!
ARGUMENTO 4 DO QUERUVIM - "PHILIP HARNER, no livro Substantivos e Predicativos Anartros afirma que se pode descartar a tradução e a Palavra era Deus com letra maiúscula, pois o certo é traduzir "e a Palavra era divina. Por que na frase a Palavra era deus, não há em grego artigo definido "o" antes de "deus"? É porque "deus" se trata de um predicativo do sujeito "a Palavra", ou seja, a palavra era divina. Se você vir um pastor dizer que Jesus é chamado em João 1:1 de "Deus" porque ele é da mesma essência ou natureza que o Pai,ou Deus, não creia. Isso é filosofia platônica e é coisa de quem põe a teologia na frente da gramática, como fizeram Daniel Wallace e outros."
RESPOSTA CRISTà- Philip Harner é trinitarista. Usar argumentos de um trinitário para provar que a Trindade e a natureza divina de Jesus não existe é uma desonestidade intelectual. Para Harner e nós, teólogos, em João 1:1 realmente João diz e Deus era a Palavra para enaltecer Jesus como portando natureza divina. O próprio Harner, citado pelo apedeuta e escravo espiritual do Corpo Governante, afirma isso. Observe:
"um predicativo anartro precedendo ao verbo, têm primariamente sentido qualificativo. Indicam que o logos tem a natureza de theos. Não há nenhuma base para se considerar o predicativo theos como determinativo.” - Substantivos e Predicativos Anartros, p. 87.
Portanto, quando o herege Queruvim cita Harner para provar que a tradução correta deveria ser e a Palavra era divina, por que não admite que Jesus é da mesma natureza de Deus como faz o mesmo Harner? Isso prova a desonestidade intelectual de quem está desesperadamente à caça de frases pinçadas no texto dos outros.

Sobre a teologia à frente da gramática, é óbvio que isso é correto, desde que a teologia esteja em harmonia com a Bíblia. Por exemplo, a palavra "Deus" em João 1:1 se refere a um ser pessoal a um ser impessoal? Pela gramática, as duas definições seriam possíveis. Mas a teologia é senhora da gramática na arte de interpretar as Escrituras. Então, a teologia bíblica interpreta Deus como um ser pessoal. Há dezenas de casos em que o próprio Corpo Governante vai ao texto com a teologia à frente da gramática, ora acertando, ora errando quando a teologia deles nem bíblica é. 

E sobre a afirmação de que Jesus não tem a mesma natureza do Pai e do Espírito Santo, a Bíblia diz que tem sim. Não apenas a mesma natureza como a substância. Em Hebreus 1:3, se diz que Jesus é a representação exata do ser de Deus. Veja como o Dicionário de Bible Works de palavras do Novo Testamento define a palavra grega SER. 

Portanto, se Jesus é a representação exata do ser de Deus, ou da natureza, essência e substância de Deus, logo ele tem a mesma natureza de Deus, portanto, é o próprio Deus. Os TJs tentariam nesse caso dizer que a imagem de uma pessoa no espelho é a representação exata da pessoa, mas não é a própria pessoa. Mas isso é tão idiota quanto acreditar em apedeutas puxa-sacos do Corpo Governante. É a falácia da falsa comparação, pois no espelho há apenas uma pessoa envolvida, ela e a sua imagem. Mas em Hebreus 1:3 há duas, a do Pai e a do Filho, mas com a mesma natureza - o Ser de Deus.

E, por fim, é uma pena que o Queruvim pulou Hebreus 1:6-10, onde diz que os anjos adoram Jesus, que o próprio Deus, o Pai, considera Jesus como Senhor e como Deus por ter estendido os céus e a terra, obras de Deus, por sinal. Coisas de incrédulos ludibriados por Satanás. 
ARGUMENTO 5 DO QUERUVIM - "Se Jesus fosse o Deus verdadeiro, a palavra Deus, quando se referisse a Jesus, teria que vir precedida do artigo definido "o", assim como ocorre em João 1:1 com "o Deus", referindo-se ao Pai, e "a Palavra", referindo-se a Jesus. Mas não ocorre isso porque esta Palavra não é o próprio Deus.[...] Dizer que A Palavra (Jesus) era o próprio Deus, e que Jesus estava com Deus (o Pai), é o mesmo que dizer que Jesus era o Pai, e isso não é Trindade, mas modalismo, unicismo ou sabelianismo (ensino que afirma Jesus como o próprio Pai). 
RESPOSTA CRISTà- Quem crê na Trindade afirma que Jesus é o Deus verdadeiro, junto com o Pai e o Espírito Santo. Mas quem não crê na trindade e é Unicista afirma que o Deus é Verdeiro é Jesus, e não três Pessoas. Se João tivesse escrito O DEUS ERA A PALAVRA, não poderíamos crer na trindade, pois se estaria afirmando que o Deus era Jesus, cláusula contrária ao ensino da Trindade. A Bíblia nunca diz: Deus é o Pai, nem Deus é o Filho, nem Deus é o Espírito Santo, pois se assim fosse apenas uma dessas pessoas divinas teria que ser o Deus Verdadeiro. Portanto, o Queruvim não sabe em que cremos e afirma algo absurdo: Que se Jesus fosse o Deus verdadeiro, João 1:1 teria que dizer: O Deus era a Palavra (Jesus)! Mas isso seria o fim da doutrina da Trindade!

É importante deixar claro que Jesus estava com o Deus (o Pai), mas ele mesmo era Deus (sem artigo), exatamente para não confundir Jesus com o Pai. "O Deus" tem a ver com Pessoa, no texto de João 1:1. Mas "Deus", sem artigo, tem a ver com a natureza, não com a pessoa. Logo, Jesus era Deus por ser divino, não por ser o Pai ou o Espírito Santo, ou ambos. 
ARGUMENTO 6 DO QUERUVIM - "A mesma construção de João 1:1 pode ser vista em João 4:19, onde lemos que a mulher Samarita disse a Jesus, em grego: Senhor, percebo que profeta tu és. Mas nossas bíblias traduzem Senhor, percebo que és um profeta. A sintaxe é a mesma. Isso mostra que em João 1:1, que é a mesmíssima construção (predicativo anartro - o verbo ser (eimi) e o sujeito, também deve ser traduzido e a Palavra era um deus. 
RESPOSTA CRISTà- No argumento acima vemos uma terrível falácia da falsa comparação. Comparar "profeta", que no contexto pode haver vários, com a palavra "Deus", que antes da criação do mundo só pode haver um que seja Deus (Isaías 44:24) é um absurdo! No afã de se pendurar com o bocão nos bagos do corpo governante e segui-los a todo custo chegam a este disparate intelectual! E outra falsa comparação: Profeta não é qualidade essencial, é título, função. Ninguém tem natureza de profeta. Comparar isso com Deus ser a Palavra só pode vir de mentes espiritualmente presas a seus mentores intelectuais.
ARGUMENTO 7 DO QUERUVIM - "Isso é coisa de apedeuta, ou seja, pessoas que acreditam em ensinos porque são ignorantes, porque não têm conhecimento exato do que acreditam, ou porque a igreja deles ensinam."
RESPOSTA CRISTà- Minha resposta é curta: Quem é que acredita num grupo de idosos que já mudaram 346 vezes de ensinos - nós ou o Queruvim? Quem? Quem? O Queruvim, é claro! O que o Corpo Governante ensinar, ele ensina também. Ele é MAIS DO QUE UM APEDEUTA! É um apedeuta com AÇO! É um apedeutaço!

ARGUMENTO 8 DO QUERUVIM - "Veja como a doutrina da Trindade é falsa. Em Hebreus 1:1, 2 diz que Deus nos falou por meio de "um filho", que é Jesus. Então, o Deus Jeová nos falou não através dele mesmo, mas de outra pessoa, Jesus. Logo, essa outra pessoa não é o próprio Jeová. E diz também que Deus colocou Jesus como herdeiro de tudo. Como ele pode ser o próprio Deus se ele é herdeiro? E diz que Deus fez tudo por intermédio de Jesus. Aqui não diz que Jesus não é o próprio Deus. E em João 1:3, diz que Deus criou tudo por intermédio de Jesus. Portanto, Jesus não é o próprio Deus, mas um agente da criação.
RESPOSTA CRISTà- Nenhum argumento acima sequer nos faz cócegas! Deus, o Pai, ter nos falado através ou por intermédio do Filho não prova nada contra a Trindade. Jesus não é Filho de Deus na mesma acepção que nós. Por isso, ele fazia questão de afirmar: "O meu Pai e vosso Pai", e não "o nosso Pai". (João 20:17) Jesus é o único Filho de Deus porque é o único tão igual ao Pai em natureza, essência e substância. Nenhum anjo é a representação exata do ser de Deus, só Jesus. Nenhum anjo é gerado por Deus, só Jesus. Os anjos são criados. E seres geram apenas seres de mesma natureza. Jesus é gerado pelo Pai na eternidade, pois existia com o Pai antes de haver mundo. (João 17:5) Então, dizer que o Filho de Deus, Jesus, é gerado por Deus, nada mais é do que uma forma didática de manter o Pai e o Filho em relacionamento eterno e afirmar que esse Filho é tão eterno quanto o Pai.

Os TJs ainda podem argumentar e insistir que em João 1:3 se diz em Grego que Deus criou tudo por intermédio de Jesus, e que por se dizer "por intermédio" indica que Jesus é um agente, uma criatura que foi usada para criar tudo. Mas isso é argumento de ignorantes em grego! Em Romanos 11:36 diz que todas as coisas que existem são POR INTERMÉDIO (a mesma preposição no genitivo usada em João 1:3 para Jesus) de Deus. Ou seja, a preposição "diá" em grego no acusativo não prova nada se o agente da criação é Deus ou criatura. Isso é coisa de burro em grego!

Conclusão

O vulgo Queruvim é o Rei da Abobrinha. Não sabe em que cremos, argumenta contra o que não cremos. Dá pena de ver um rapaz ler grego tão bem, bem intencionado ou não, enganar seus seguidores e granjear deles até elogios. Se você estiver num grupo no Whatsapp e ele aparecer ali, me adiciona, que ele sempre sai correndo antes que eu abra a boca para questioná-lo. Meu zap é 016 99637-1225. Ele corre de debater comigo como uma galinha corre de um carro. - Pr. Fernando Galli.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

HAVERÁ ETERNA SUBORDINAÇÃO ENTRE AS PESSOAS NA DIVINDADE (1 CORÍNTIOS 15:24-28)? ATUALIZADO.


INTRODUÇÃO
Essa passagem nos apresenta a consumação de todas as coisas, o clímax da obra messiânica de Cristo conforme programa de salvação, este, manifestamente acessível a nós a partir do evento encarnacional. Faremos a exposição do versículo nessa oportunidade considerando-o de forma integral para melhor entendimento em resposta à questão apresentada.

Boa leitura.

Lemos em 1 Coríntios 15:24-28:

"E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder. Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou. Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos." [ARA]

 “Quando ele entregar o reino ao Deus e Pai” — (cf. João 13:3). O que parece estar em contradição com Daniel 7:14 - “O seu domínio é um domínio eterno, que não passará.” Na realidade, o entregar Ele o reino ao Pai, — isso como mediador — cumprida já a finalidade para a qual foi estabelecido, está totalmente em harmonia com a continuação eterna do reino. A mudança que então se efetuará será na maneira da administração, não no próprio reino; o Pai — também descrito como sendo o Deus que o Messias teria (Salmo 89:26) — terá relação direta com a terra, em vez da mediação por meio do Cristo, quando o Salvador tenha tirado tudo o que separe o justo Deus de um mundo pecaminoso (cf. Colossenses 1:20).

Na economia da Divindade o Pai deu ao Filho uma tarefa para fazer, que consistia em derrotar o pecado, vencer a morte e libertar o homem. Chegará o dia em que essa tarefa se cumpriu total e finalmente, e então, pensando em termos gráficos, o Filho retornará ao Pai como um vencedor que retorna ao lar e o triunfo do Deus Triúno será completo. Não se trata de que o Filho esteja sujeito a seu Pai como o estão um escravo ou um servo a seu amo. É o caso de alguém que cumpriu o trabalho que lhe foi encarregado, e que retorna coroado com a glória da obediência completa. Assim como o Pai enviou seu Filho a redimir o mundo, assim ao chegar o fim o Mesmo receberá um mundo redimido, e não haverá nada no céu nem na Terra que esteja fora do amor e do poder de Deus.

A glória de Deus, o Pai, é a consumação final do ofício mediador de Cristo, o Filho (cf. Filipenses 2:10-11). Sua co-igualdade eterna com as demais Pessoas na Divindade é independente de Seu ofício de intercessor, e anterior a ele (cf. 1João 1:2; Hebreus 9:14), contudo, a humanidade glorificada do Cristo continuará eternamente, embora será, como agora, dependente dAquele — como já expresso por sua primogenitura assumida mediante geração messiânica (cf. Mt. 1:20) — e com arquétipo precursor e intermediário para efeito de toda filiação espiritual e/ou sobrenatural pela ressurreição (cf. Sl.2:7; 89:27; Rm.8:17,29; Fp.3:20; 1Jo.3:2; Cl.3:4; Ef.1:11).

O que é importante entender é que a subordinação não implica inferioridade. O Filho e o Pai são, cada aspecto, co-iguais, mas fora do amor por nós e pelo bem de nossa salvação, o Filho se submete ao Pai. A Trindade assim fornece um lindo modelo de família, no qual a esposa, embora co-igual a seu marido, de boa vontade submete-se a ele. Feministas que negam tal submissão, em razão da desigualdade, têm falhado ao entender que submissão funcional não precisa surgir de inferioridade, mas pode ser a escolha entre iguais por causa de algum objetivo primordial.

Em 1 Coríntios 15:20-28, é importante ressaltar também que é o Filho encarnado que está em discussão. Como o Filho do Homem, Jesus recebe toda a autoridade e poder sobre o mundo (Daniel 7.14). Mas na consumação dos séculos, o próprio filho renuncia o Reino e se sujeita ao Pai. Como homem, Cristo deve ser subordinado a Deus, desde que sua natureza humana não é divina mas parte da criação (Romanos 1:4; Atos 13:33).

quando houver destruído todo principado — Isto se efetuará durante o reino milenial dEle e Seus santos (Sl 110:1; Sl 8:6; Sl 2:6-9), passagens às quais se refere Paulo, baseando seu argumento nas palavras “todo” e “quando” do salmista, sendo esta uma prova da inspiração verbal da Escritura (veja-se Apocalipse 2:26-27). Enquanto isso, “reina em meio de seus inimigos” (Sl 110:2). É intitulado “o Rei” quando assume Seu grande poder (Mt 25:34; Ap 11:15, Ap 11:17). O termo grego que se traduz “destruir” significa “desfazer,” ou “destruir.” “Tudo” deve estar sujeito a Ele, quer sejam potências abertamente hostis como Satanás e seus anjos, ou reis e principalidades angélicas (Ef 1:21).

convém que ele reine — porque as Escrituras o predizem.

até que haja posto — Já não haverá mais necessidade de Seu reino mediador, estando já realizada sua finalidade.

todos os inimigos debaixo dos pés — (confira Lc 19:27; Ef 1:22).

O último inimigo a ser destruído — (Ap 20:14; Ap 1:18). Isto se aplica especificamente aos crentes (vv. 55-57); mesmo no caso dos incrédulos a morte fica desfeita pela ressurreição geral. Satanás trouxe o pecado, e o pecado trouxe a morte! Os dois, pois, serão destruídos (feitos completamente impotentes) na mesma ordem (v. 56; Hb 2:14; Ap 19:20; Ap 20:10, Ap 20:14).

todas as coisas sujeitou — inclusive a morte (comp. Ef 1:22; Fp 3:21; Hb 2:8; 1Pe 3:22. Diz-se “sujeitou’;” porque o que Deus disse é o mesmo como se já tivesse acontecido, tanto é assim verdade que será feito. Paulo cita o Salmo 8 em prova do declarado anteriormente: “Porque (está escrito) todas as coisas sujeitou …”

debaixo dos pés — Quer dizer, como estrado de Seus pés (Sl 110:1). Em perfeita e eterna sujeição.

quando diz — Ou seja, Deus, quem por Seu Espírito inspirou o salmista. A unidade da Trindade, e a unidade da igreja, serão simultaneamente manifestadas na segunda vinda de Cristo. Portanto, é mister que o próprio "Filho" também se sujeite a seu Deus e Pai, pois isso compreende a concretização do plano Divino, mas isso não será como ocorrerá com as criaturas, e sim expressando sua submissão conformada ao programa de redenção como bom Filho subserviente, findando-se sua subordinação voluntária não mais necessária.

Para que Deus seja tudo em todos” —  Assim como "Cristo é tudo e está em todos" (cf. Colossenses 3:11-NVI). Nem mesmo os santos agora percebem completamente de que Deus é seu “tudo” (Sl 73:25), embora assim o desejam; então, todos e cada um sentirão que Deus é o tudo deles. Não que Ele não o seja já, mas sim será então reconhecido por todos unanimemente como sendo Único. Agora há “muitos deuses e muitos senhores.” Então somente YHWH será adorado. A manifestação da unidade da Divindade trina será também simultânea com a unidade da igreja. Os crentes já são um em espírito, assim como Deus é um (Efésios 4: 3-6). Mas externamente há tristes divisões. Só quando estas tenham desaparecido é que Deus revelará plenamente Sua unidade ao mundo (João 17:21, João 17:23). Então haverá “lábios puros aos povos, para que todos invoquem o nome do Senhor e o sirvam de comum acordo” (Sofonias 3:9)._
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NOTA:
A subalternidade messiânica se dá devido a forma de servo, mediador e sumo-sacerdote que assumiu. De igual modo, o próprio Verbo também assumiu suas prerrogativas humanas, tais quais pontuaremos nessa oportunidade:
1 - Servo (cf. Fp.2:7,8) — escravo, aquele que tem um Senhor, e a ele é subserviente. 
No programa de redenção, Deus — A Trindade ontológica — assumiu funções específicas para sua realização. A segunda Pessoa na Divindade (o Filho) – humilhando-se a si mesmo - apropriou-se do “ofício” de servo tomando forma de homem, adotando para sí uma posição inferior a da primeira pessoa (o Pai), que então passa a ser "seu Deus", pós geração messiânica no ventre de Maria, mediante ação do Espírito Santo — a terceira pessoa na Divindade (cf. Sl.89:26; Mt.1:20). Essa subordinação (ou melhor, submissão) não compreende a natureza Divina do Verbo, más sua encarnação e conformação ao projeto salvífico até a sua consumação (cf.  1Co. 15:28).
2 - Mediador (cf. Hb.9:15) — Aquele que medeia ou intervém para conciliar as partes em litígio.
Essa mediação está relacionada com o Verbo  como homem (cf. Rm.1:3), considerando que foi mediante sua morte que tornou-se possível a reconciliação entre Deus e a humanidade (cf. Rm.5:10), visto que o Verbo — como Deus — não pode morrer (cf. 1Pe.3:18; Jo.2:19-22; 1Jo.1:2).
O Cristo, nosso mediador, está numa posição acima dos homens, pois, "o ministério que recebeu é superior ao deles, assim como também a aliança da qual ele é mediador é superior à antiga, sendo baseada em promessas superiores", contudo, é bem verdade que sendo o unigênito deverá estar abaixo de seu Pai, como seu Deus — de acordo com as profecias  relacionadas —, sendo essa relação completamente distinta daquela para com as criaturas como mencionado anteriormente (cf. 2Sm. 7:14; Jo. 1:14; Hb. 8:6; Jo. 20:17).
3 - Sacerdote (cf. Hb.3:1) — Responsável pelo culto, adoração e sacrifício na congregação dos filhos de Deus, para representá-los diante do mesmo e por eles fazer expiação. 
É também neste sentido que “Jesus Cristo” — Verbo encarnado — em decorrência do  plano Divino, precisaria ter um Deus a quem deveria entregar a sua oferta. Em suma, não haveria possibilidade alguma de salvação se não mediante um Ser impecável, pois precisaríamos de um Ente perfeito, e só em Deus há tal perfeição sem possibilidade de mácula — diferente de anjos, estes, propícios a queda. Diga-se de passagem, nenhum anjo/arcanjo poderia ser escolhido para esse fim, visto que aos olhos do próprio Deus eles "não são confiáveis" (cf. Jó.4:18; 15:15). Por esse motivo o próprio Deus na pessoa do Filho se entregou pelos pecados do seu povo (cf. Mt.1:21,23). O trono do Cordeiro (já não como mediador) e de Deus, estará na cidade celestial (cf. Ap 22:3; 1Co 3:21).

Brício Lube — IPB Teixeira de Freitas BA.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

POR QUE JESUS MESMO APÓS SUA RESSURREIÇÃO GLORIOSA AINDA SE REFERE A SEU PAI COMO "MEU DEUS" (APOCALIPSE 3:12)? JESUS TEM DEUS NO CÉU ? COMO ENTENDER ? (ATUALIZADO)


    BREVE INTRODUÇÃO
Das sete igrejas, Sardes estava entre as de fervor espiritual mais baixo. Sua acomodação ao seu ambiente religioso protegia a igreja da perseguição, pois dificilmente alguém a notava. Sua vida inofensiva produzia paz religiosa com o mundo, porém resultou na morte espiritual aos olhos de Deus. Afora uns poucos membros fiéis que conservaram ardente o fogo do evangelho, a igreja propriamente dita estava gradualmente morrendo, como um fogo que lhe falta combustível e ar. Não obstante, entre as cinzas sem chama jaziam uns poucos rescaldos ainda vivos.
Doravante, gostaríamos de responder a essa pergunta analisando todo verso do capítulo [3] supracitado para melhor entendimento do leitor.
Por gentileza, acompanhe a explicação.

"Farei do vencedor uma coluna no santuário do meu Deus, e dali ele jamais sairá. Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu da parte de Deus; e também escreverei nele o meu novo nome". (Ap.3:12 - NVI)

"Coluna no santuário" — Num sentido não haverá templo na cidade celestial, porque não haverá diferença entre coisas sagradas e seculares, porque todas as coisas e todas as pessoas serão santas ao Senhor. A cidade será toda um grande templo, em que os santos serão não meramente pedras, como no templo espiritual atual na terra, mas sim serão todos eminentes como colunas: inamovivelmente firmes (não como Filadélfia, cidade muitas vezes sacudida pelo terremoto, Estrabão, 12 e 13), como os colossais pilares do templo de Salomão, Boaz (isto é, “nele há força”) e Jaquim (“será estabelecido”); somente que aqueles pilares estavam fora e estes estarão dentro do templo.

"meu Deus" — As expressões messiânicas do Verbo - pós ressurreição - para com o Pai, perduram comumente (como em outro lugar, João 20:17 outrora prescrito em profecia, Salmo 89:26), evidenciando perenidade atinente programa redentivo — agora, com a Sua humanidade glorificada. O episódio também nos remonta ao que foi profetizado acerca do Filho que seria gerado e o relacionamento ímpar que teria com seu Pai (Salmo 2:7). À luz deste fato, a distinção é evidente, a saber, que ele não diz: “nosso Deus”, más, "meu Deus". Assim se explica a razão pela qual o mesmo ainda se dirije a Seu Pai nesses termos após sua ascensão, a continuidade da sua feição humana que perdura para o cumprimento do propósito Divino, que é de tornar nossos corpos semelhantes ao do "primogênito dentre os mortos", e esse, glorioso (cf. Colossenses 1:18; Filipenses 3:20, 21; 1João 3:2; Apocalipse 1:5). Portanto, o fato de sua humanidade — após Ele mesmo ter participado da sua ressurreição (cf. João 2:19-22) — estar ainda hoje unida a sua Pessoa de forma gloriosa no céu (cf. Colossenses 2:9; 1 Timóteo 2:5), elucida a causa de suas expressões genuinamente humanas ali. O que não implica em inferioridade ontológica.

"daí jamais sairá" — Como os anjos escolhidos estão fora da possibilidade de cair, estando agora (como dizem os escolásticos) sob “a bendita necessidade da bondade,” o mesmo estarão os santos. A porta será fechada uma vez para sempre, tanto para encerrar em segurança os santos para excluir os perdidos (Mateus 25:10; João 8:35, com Isaías 22:23, o tipo, Eliaquim). Serão sacerdotes para sempre para Deus (Apocalipse 1:6).

“Quem não desejaria aquela cidade de onde nenhum amigo se ausenta e aonde nenhum inimigo entra?” [Agostinho em Trench].

"Escreverei nele o nome do meu Deus" — como pertinência de Deus em sentido especial (Apocalipse 7:3; 9:4; 14:1, e em especial 22:4), e portanto em segurança. Como o nome de YHWH (“Santidade ao Senhor”) estava na lâmina de ouro que portava sobre a fronte o sumo sacerdote (Êxodo 28:36-38), assim os santos em seu sacerdócio real celestial portarão Seu nome abertamente, como consagrados a Ele. Comp. a caricatura disto na marca que levam sobre o rosto os seguidores da besta (Apocalipse 13:16-17), e sobre a meretriz (Apocalipsr 17:5; com  20:4).

"o nome da cidade do meu Deus" — como um dos cidadãos dela (Apocalipse 21:2, 3, 10, a que se alude brevemente aqui por antecipação). A descrição completa da cidade, propriamente forma o término do livro. A cidadania dos santos agora está escondida, mas então será manifestada: terão o direito a entrar pelas portas na cidade (Apocalipse 22:14). Esta é a cidade que Abraão esperava.

"nova" — Gr., kainós. Não a antiga Jerusalém, que uma vez foi chamada “a cidade santa,” e que perdeu o nome. O grego néos expressaria que recentemente teve existência, mas kainós, que era nova e diferente, substituindo a velha Jerusalém desfeita assim como a sua política. “João em seu Evangelho, aplica à antiga cidade o nome grego de Hierosolyma. Mas no Apocalipse, sempre, à cidade celestial o nome hebraico de Hierousalem. O nome hebraico é o original e o mais santo; o grego é o recente e mais secular e político.” [Bengel].

"meu novo nome" — atualmente incomunicável, e só conhecido por Deus, para ser revelado para além e feito próprio do crente em união com Deus em Cristo. O nome de Cristo escrito sobre o crente, denota que ele é totalmente de Cristo. Gibbon, o incrédulo (Decline and Fall, ch. 64), dá um testemunho, a contragosto, do cumprimento da profecia a respeito de Filadélfia sob um ponto de vista temporal. “Entre as colônias e igrejas gregas da Ásia, Filadélfia está ainda erguida — uma coluna numa cena de ruínas — um exemplo agradável de que os caminhos da honra e da segurança podem com frequência ser as mesmas.”

Brício Lube - IPB Teixeira de Freitas BA.

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"HAVERÁ ETERNA SUBORDINAÇÃO ENTRE AS PESSOAS NA DIVINDADE ?"


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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - 346A. MUDANÇA DE ENSINO - PODE-SE OU NÃO APLAUDIR ANÚNCIOS DE READMISSÃO DE DESASSOCIADOS?


Esta mudança de ensino passou-nos despercebida. Ela ocorreu em Maio de 2016. Por isso estamos publicando ela em outubro de 2018. E trata-se de uma nova luz do "jeová-TJ" em que ele muda o ensino se adaptando ao que nossas igrejas cristãs já creem há séculos! Anteriormente, não se permitia aplaudir quando se dava o anúncio de que uma TJ anteriormente expulsa da seita fora readmitida. Mas depois, o "jeová-TJ" lembrou-se de lembrar o Corpo Governante de que a Bíblia menciona que até anjos se alegram quando pecadores se arrependem. (Lucas 15:4-7) Veja:

1a. LUZ - NÃO ERA COSTUME APLAUDIR APÓS ANÚNCIOS DE READMISSÃO DE PESSOAS DESASSOCIADAS. Se a comissão judicativa tiver certeza de que a pessoa desassociada está realmente arrependida e deve ser readmitida, a readmissão será anunciada na congregação onde ela foi desassociada. Se a pessoa estiver agora em outra congregação, o anúncio será feito ali também. Deve dizer apenas: “[Nome da pessoa] foi readmitido como Testemunha de Jeová.” Esse anúncio deve ser aprovado pelo coordenador do corpo de anciãos. - Organizados Para Fazer a Vontade de Jeová, pp. 142, 143.

2a. LUZ - PODE-SE AGORA APLAUDIR APÓS ANÚNCIOS DE READMISSÃO DE PESSOAS DESASSOCIADAS. "Quando alguém é readmitido, nós temos bons motivos para nos alegrar. É verdade que a pessoa terá que continuar fiel a Deus. Mas se ela foi readmitida é porque se arrependeu, e nós ficamos felizes com isso. Então, pode ser que os irmãos sintam vontade de bater palmas de modo respeitoso quando os anciãos dão o anúncio de que alguém foi readmitido."

Portanto, a nova luz do "jeová-TJ" se adequou à luz que nossas igrejas cristãs sempre tiveram, de aplaudir e se alegrar quando irmãos se reconciliam com a Igreja. Ou seja, o "jeová-TJ" deu uma nova luz que as igrejas que Ele odeia e as chama de Babilônia já ensinavam! Pasmem! - Pr. Fernando Galli.

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - 344A E 345A MUDANÇAS DE ENSINO: SATANÁS LEVOU LITERALMENTE OU NÃO JESUS NO PARAPEITO DO TEMPLO?


Já de início quero pedir desculpas aos meus leitores. Pois me passou despercebido mais uma mudança de ensino do Corpo Governante. Será que nos relatos de Mateus 4:5 e Lucas 4:9, quando se lê que Satanás levou Jesus ao parapeito do templo, Jesus foi mesmo ao templo, ou foi apenas uma visão?
1a. Luz - FOI UMA VISÃO. JESUS NÃO ESTEVE LITERALMENTE NO PARAPEITO DO TEMPLO. "‘Não parece razoável interpretar literalmente tudo o que é mencionado no relato da tentação de Jesus no deserto. Certamente não há monte de onde Satanás pudesse mostrar a Jesus “todos os reinos do mundo e a glória deles”. Assim, também faz sentido concluir que Satanás não levou Jesus fisicamente “à cidade santa” colocando-o “sobre o parapeito do templo”. Isso não era necessário para a tentação ter toda a sua força.’" - A Sentinela,  1o. de Agosto de 1961. 
2a. Luz - NÃO FOI UMA VISÃO, MAS JESUS ESTEVE LITERALMENTE ALI, POIS SE JESUS TIVESSE CEDIDO À TENTAÇÃO, TERIA SIDO SUICÍDIO. "Quando Satanás o desafiou a saltar do parapeito do templo, Jesus negou-se a isso, porque teria sido pecado tentar a Deus para resgatá-lo dum suicídio em potencial." - A Sentinela 15 de novembro de 1993, pp. 18, 19.
3a. Luz - NÃO SE PODE SABER SE FOI VISÃO OU SE JESUS REALMENTE FOI LEVADO AO PARAPEITO DO TEMPLO. "A verdade é que, como dissemos no início, não podemos afirmar com certeza se Satanás levou mesmo Jesus ao templo ou não. " - A Sentinela de Março de 2016, p. 32.
Portanto, da primeira luz para a segunda, uma mudança de ensino. E da segunda luz para a terceira luz, outra mudança de ensino. Logo, duas mudanças de ensino, que havíamos despercebido: 344 e 345. - Pr. Fernando Galli.
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Observação: Agradecimentos a um ancião de Betel, em Cesário Lange, que colabora secretamente com nossas pesquisas. (E ele já crê na Trindade!)

terça-feira, 9 de outubro de 2018

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - 343A. MUDANÇA DE ENSINO: A NOVA IDENTIDADE DO REI DO NORTE. - DANIEL 11.


A luz brilhou de novo, do "jeová TJ" para o Corpo Governante. (Provérbios 4:18) A Bíblia fala a respeito do Rei do Norte, no livro de Daniel. (Daniel 11:6-8, 11, 13, 15, 40) No decorrer da história dos TJs, eles já mudaram várias vezes de interpretação sobre quem é o Rei do Norte, por achar que este, em cada época da história, se cumpre num determinado grupo político ou reino. Veja como eles mesmos afirmam isso no índice de publicações de 1991 a 2014:


Perceba que ridículo! A Bíblia em momento algum afirma que o Rei do Norte continuaria assumindo papel durante as eras, ou se incorporando em reis, governos e sistemas políticos durante a história humana. Mas a interpretação mais aceita até então era a de que o Rei do Norte figurava ser o bloco comunista, mais especificamente com a antiga URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Mas com a derrocada da URSS, com a separação em dezenas de nações, a Rússia ficou sozinha, perdendo sua força. Então, o Corpo Governante TJ deixava em aberto sobre quem seria o novo Rei do Norte. Veja:
"Portanto, quem é hoje o rei do norte? Deve ele ser identificado com um dos países que faziam parte da antiga União Soviética? Ou muda ele totalmente de identidade, assim como aconteceu várias vezes no passado? Não podemos especificar. Quem será o rei do norte quando se cumprir Daniel 11:44, 45? Ressurgirá a rivalidade entre os dois reis? E que dizer dos enormes arsenais nucleares que ainda existem em diversos países? Só o tempo fornecerá as respostas a estas perguntas." - A Sentinela 1 de novembro de 1993, p. 21. 
Na verdade, essa forma de interpretar o Rei do Norte como INDETERMINADO, podendo mudar sempre de identidade, nada mais é do que uma forma muito sutil, senão ardil, de o Corpo Governante justificar suas constantes mudanças de opinião sobre quem é o Rei do Norte. É como se dissessem assim:
"Já que a gente muda sempre de interpretação sobre quem é o Rei do Norte, então vamos dizer que a resposta será: 'Depende a época'". 
Isso é bizarro. Ensinam o que a Bíblia jamais ensina: O Rei do Norte, e até o Rei do Sul, se cumprem em nações diferentes no decorrer da história humana. Mas isso é asneira exegética. Não é exegese bíblica, mas exegerreia: A mistura de exegese com diarreia. Ou seja, vão ao texto bíblico para fazer caca.

Desde 1993, o Corpo Governante TJ apregoava, então, que não se sabia mais ao certo quem era o atual Rei do Norte. Mas, com a atitude tomada da parte do Governo Russo contra a organização TJ, a qual é desde 2017 considerada como movimento extremista e proibida de exercer duas atividades na Rússia, o Corpo Governante TJ passou a interpretar novamente que o Rei do Norte atualmente é uma das nações que faziam parte da antiga União Soviética (URSS), ou seja, a Rússia. Nossos dois informantes da central mundial TJ nos EUA nos enviou uma mensagem com vídeo pelo Whatsapp onde um dos membros do Corpo Governante anuncia que o Rei do Norte hoje é a Rússia. 

E o mais engraçado é que o famoso QUERUVIM, o maior apologista TJ na internet (imagine o menor!!!) alardeou em seu site Tradução do Novo Mundo Defendida a nova interpretação com alegria e palmas! Veja:



Olha a alegria dele! Muitas palmas para o Corpo Governante. A coisa ficou Russa para a Rússia! 

Embora alguns intérpretes cristãos acreditem que o Rei do Norte nos tempos de Daniel se referisse a um reino daquela época, mas que nos tempos do fim, antes da volta de Cristo, ele possa se referir a um reino maligno, ou ao vindouro Anticristo derradeiro, estes mesmos não ficam mudando de interpretação sobre quem é o Rei do Norte mais atual. A Bíblia não nos ensina tal coisa. No máximo, conforme Daniel 12:1, haveria o Rei do Norte predito para aqueles idos e um futuro, antes da volta de Cristo. Mas afirmar que em todas ou que na maioria das épocas o Rei do Norte muda de identidade, ah, isso parece piada. Será que o Rei do Norte não seria o LULA e o Rei do Sul o Bolsonaro? Afirmar que é a Rússia é uma piada, já que ela tomou atitudes drásticas contra outros grupos que ela considerou extremista. - Pr. Fernando Galli.

DESAFIO AO FALSO PROFETA ROMILSON FERREIRA

Estou desafiando este falso profeta a sofrer, ou eu ou ele, as consequências de se agir como falso profeta. Ele previu datas para arreba...