sábado, 29 de setembro de 2018

JESUS NEGOU SUA DIVINDADE EM JOÃO 17:3 ? — BRÍCIO LUBE

A oração sacerdotal 

A oração do Cristo no capítulo 17 de João pode ser vista como a consumação dos discursos. Ela mostra que a base sólida e firme de todos os fundamentos de conforto, admoestação e predições está no céu. Ela liga todas as promessas ao trono de Deus. Aqui tudo é garantido. O capítulo não contém nenhuma sentença condicional. 

Num sentido mais profundo, esta oração do grande Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, jamais poderá tornar-se um modelo para nossas orações. No conjunto, ela é ímpar. A respeito desta oração, Jesus nunca disse: “Vocês devem orar de acordo com esta oração”. Ela é singular nos seguintes aspectos: 
  • A. Seu Autor é a Segunda Pessoa da Trindade, que assumiu a natureza humana (17.5). 
  • B. É dirigida ao próprio Pai, Santo e Justo de Cristo, a primeira pessoa da Trindade (17.1, 5, 11, 21, 24, 25; cf. 1.18; 3.16; 20.17). 
  • C. Ela não contém nenhuma confissão de pecados; ao contrário, exatamente o oposto. A oração é caracterizada pela consciência da perfeita obediência do Filho à vontade do Pai (17.4). 
A oração é uma unidade. Seu tema, do começo ao fim, é a missão de Jesus Cristo e seus seguidores na terra, até a glória de Deus-Pai. Contudo, embora a oração revele uma maravilhosa unidade, tão orgânica e real que os comentaristas não conseguem entrar em acordo sobre onde uma parte termina e a outra começa, podem-se discernir três movimentos:
  • Primeiro, Jesus faz uma solicitação com respeito a si próprio (vs. 1-5; de acordo com outros, 1-8); 
  • Segundo, com respeito (principalmente) aos apóstolos (vs. 6-19; de acordo com outros, v. 9-19); 
  • Terceiro, com respeito à Igreja mística universal (vs. 20-26).
É mister considerarmos que há uma curiosa afirmação do Filho em sua oração para com seu Pai, que pode causar dúvidas se não observado as razões que a Bíblia nos fornece para sua compreensão, a saber: 

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste (v.3).” [ARA] 

Como entender o fato do Filho de Deus referir-se a seu Pai como “único Deus verdadeiro” em Jo.17:3 ? 
Primeiramente, não é correto pensar que se o Pai é descrito como o único Deus verdadeiro que Jesus Cristo e o Espírito Santo não são também o único Deus verdadeiro. Devemos entender que Deus é uma substância espiritual única (ou alma) que é dotada de três conjuntos de faculdades cognitivas, de modo que cada um é suficiente para a pessoalidade. Nós temos três pessoas distintas que podem se dirigir como divinas, e ainda assim existe apenas um Deus - uma substância espiritual que é Deus. Biblicamente falando, é importante saber que a palavra Deus (theos) no Novo Testamento tipicamente se refere ao Pai. É por isso que você não encontra autores do Novo Testamento dizendo muitas vezes que Jesus é "ho theos" - Deus. Em vez disso, eles tomaram a palavra do Antigo Testamento para Deus - o Senhor (kyrios em grego) - e aplicaram esse termo a Jesus e depois citaram as Escrituras do Antigo Testamento sobre o Senhor com referência a Jesus. Por exemplo, Paulo diz que se você confessar com seus lábios que Jesus é o Senhor (kurios) e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dos mortos, você será salvo, pois todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (citando lá uma passagem do Antigo Testamento sobre o Senhor, Joel 2:32, e aplicando-o a Jesus no NT em Rm 10:13). Assim, os autores do Novo Testamento referem-se ao Pai tipicamente como "Deus" e se referem a Jesus como "Senhor", que é o nome do Antigo Testamento para Deus. Eles tentaram, de todas as formas, expressar a plena divindade de Cristo e, ao mesmo tempo, não dizer que Jesus é a mesma pessoa que o Pai. Assim, você obtém essas circunlóquias estranhas como 1Coríntios 8:6: “Para nós há um só Deus, o Pai, e um só Senhor, Jesus Cristo.” Contudo, a afirmação de Jesus de Nazaré faz jus ao ministério funcional, sacerdotal e intercessório do Verbo em decorrência de sua encarnação e humilhação (leia Jo 1:1; Fp 2:7), para benefício daqueles que recebeu do Pai antes dos tempos eternos mediante Filiação definida e, desde então, resignada ao programa de redenção manifesto no contexto histórico (cf. v.6, 9; Ef.1: 4,11; 2Tm. 1:9). 

Em oração, o mesmo faz referência a Seu Pai como “único Deus verdadeiro” em contraste com o politeísmo pagão, o naturalismo filosófico e o panteísmo místico existente no mundo de procedência maligna, do qual pede para que Ele os livre em sua súplica (cf. v.15). É preciso entendermos que na economia de Deus, a Pessoa que fora revelada a nós como "o Pai", também seria o Deus do Messias, como prediceram as profecias (ver 1Cr 17:13), e isso de modo excepcional em contraste com as criaturas (cf. Is. 9:6; Jo. 20:17). Tal relacionamento sendo anteriormente estabelecido por Deus em Si e por Si Mesmo, teve sua apresentação no evento encarnacional (cf. Sl. 89:26, 1Jo 1:1-3; Fp. 2:8) — outrossim, perdurando após ascensão do Messias ao Céu em conformidade com o plano salvífico em função da glorificação do povo (cf. Ap.3:12; 1Tm.2:5; Fp.3:20,21). Leiamos atentamente o texto (17:3) para entendermos quão perfeita e harmônica é tal definição de “vida eterna”, com relação ao conhecimento não apenas do Pai, más também do Cristo — expressando igualdade entre ambos —, consideremos o que o Apóstolo João diz em sua primeira carta sobre a pessoa do Filho: 
"Se admitirmos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; ora, este é o testemunho de Deus, que ele dá acerca do seu Filho. Aquele que crê no Filho de Deus tem, em si, o testemunho. Aquele que não dá crédito a Deus o faz mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus dá acerca do seu Filho. E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida" [ARA – 1Jo.5:9-12].
Biblicamente falando, em toda sua carta o Cristo pré-encarnado é descrito pelo apóstolo como sendo “a Vida Eterna que estava com o Pai que nos foi manifestada” (1Jo.1:2), — jamais uma criatura poderia ser descrita de tal forma. Em vista disso, o apóstolo elucida o fato de que “a mesma justaposição de Jesus Cristo com o Pai é uma prova, por inferência, da divindade de nosso Senhor. O conhecer a Deus e uma criatura não poderia ser "vida eterna", e tal associação de um com o outro seria inconcebível”. [Alford sobre Jo.17:3]. Postulamos juntamente com o apóstolo que “a vida está no seu Filho” — essencialmente (Jo 1:4; Jo 11:25; Jo 14:6); corporalmente (Col 2:9); operativamente (2Tm 1:10).” [Lange em Alford]. “Conhecer” a Deus (17.3) não é apenas uma função do conhecimento cognitivo (assim, em sua primeira carta, João questiona a comunhão com Deus falsamente reivindicada pelos mestres gnósticos); em vez disso, significa viver em comunhão com ele (Carson 1991, p. 556; Barrett 1978, p. 504). Isso está em harmonia com o uso hebreu do termo “conhecer”, que engloba mesmo o relacionamento humano mais íntimo, a relação sexual (e.g., Gn 4.1 LXX). Embora Deus possa ser conhecido em medida limitada por meio da criação (Rm 1.18-25), em última análise, como reconhece também a literatura judaica helenista (Sb 15.3), o conhecimento de Deus depende da salvação (Barrett 1978, p. 503). 
Assim também em 1Co.8:6, o fato de o Pai ser descrito como "único Deus" em contraste com deuses pagãos (Cristo não é contrastado) não causa dano a verdade de que "ho Logos" também seja "ho Theos" tanto quanto o mesmo em substância (João 1:1 e 20:28 garantem isso). Paulo, um judeu convertido ao cristianismo, expressava isso sem qualquer receio, fazendo questão de registrar em suas epístolas (ver Tt 2:13). Perceba também que não foi o fato de Cristo ter um "corpo espiritual" (como as TJ e mórmons entendem) que fez com que Tomé o reconhecesse como "ho Theos" dele, Jesus estava em carne e osso nesse evento (aqui jazem o conceito jeovista do que vem a ser possuir "divindade"), mas sim pela sua glória e a certeza de que poderia confiar naquele que afirmou que suas palavras nunca passariam (Mc 13:31). Assim, quanto a interpretação de 1Co 8:6, é claro que Paulo entendia que se os coríntios se unissem na fidelidade a Deus Pai e ao Senhor Jesus Cristo, de um modo que demonstrasse uma rejeição radical a todas as outras alegações de divindade, seria um grande passo para a promoção da unidade no meio da congregação e para a manutenção de uma identidade distinta do ambiente pagão (Cristo, na função messiânica ainda não cessada., Ver Dn 7:14). Portanto, a interpretação jeovista é artificial, pois ignora outras passagens das Escrituras, igualmente autoritativas (como de resto, a Biblia inteira é autoritativa), que indicam a perfeita unidade de natureza do Pai e do Filho, bem como a legítima deidade do Filho, Jesus Cristo (Ver, por exemplo, Col. 2:9)”. Perceba que o Filho essencialmente é tão verdadeiramente Deus quanto seu Pai, e de igual modo, ambos são a “vida eterna”.
O jeovista sempre irá argumentar que o Pai deve ser o "único Deus" (em contraste com o Filho e Espírito Santo) devido a expressão grega "μόνος" (único) que aparece no verso com relação ao mesmo. Esse tipo de raciocínio não é muito, ou nada válido, pois os colocaria em grande desconforto, principalmente se o peso do argumento recai sobre a palavra “único” que em grego é “monos”. Essa mesma palavra aparece em outros textos do NT referindo-se a Jesus. Por exemplo, Jesus é chamado de “nosso ÚNICO dono e Senhor” em Judas v.4, será mesmo que por essa razão o Pai também não deva ser Senhor?, é evidente que não. Ainda que recorram a Atos 2:36 alegando que tenha sido Deus quem fez de Cristo "Senhor", não responde o fato de que em Judas aparece a expressão “monos” (único) aplicada a Cristo assim como aparece para pessoa do Pai em Jo.17:3. Na verdade, o problema é agravado, criando contradições tolas: 1) terão que lidar com o fato de que a afirmação de Pedro em Atos 2 claramente diz respeito a ressurreição de Cristo — algo específico. Será que Jesus não era reconhecidamente "Senhor" desde muito antes desse evento?. Ora, a) antes de sua morte (veja Jo 13:13); b) em seu nascimento (cf. Lc 2:11); c) ainda no ventre de sua mãe (cf. Lc 1:43), onde nos é informado que Cristo já era "Senhor" antes de ser ressuscitado. Portanto, o intuito da afirmação de Pedro seria apenas contrastar a atitude daqueles que crucificaram e rejeitaram a Jesus com a confirmação por parte de Deus de sua condição régia ao ressuscitá-lo da morte e exaltá-lo à sua direita (v. 34), e não registrar o momento que Jesus se tornou “Senhor”. Seu batismo mencionado no Evangelho corresponde à sua investidura celestial em Atos, ambos precedidos pelo seu nascimento como Filho de Deus, que governará sobre a casa de Jacó para sempre (Lc 1.32,33). Assim, esse argumento desconhece o contexto em que Pedro profere suas palavras, de tal maneira que mais parece uma desculpa ou fuga do problema, desconsiderando os fatos e tornando-se totalmente inútil; 2) terão que acreditar que Deus renunciou seu senhorio, cedendo-o a uma "criatura", sendo então o "único Senhor" até mesmo sobre ele, já que, segundo eles, a expressão "monos" garante absolutismo. Portanto, a suposta incompatibilidade aludida com respeito ao conceito trinitário diante de João 17:3, não é legítima, nem tão pouco honesto tal discurso diante da definição oficial do conceito. Deve-se considerar que não há distinção ontológica entre as personalidades, a medida em que se concebe uma substância incorpórea única dotada de três conjuntos distintos de faculdades cognitivas plenamente divina. Essa apresentação possibilita um tipo de relacionamento peculiar entre as pessoas em seu 'ordenamento de atividades' (umas com as outras) para um fim em comum — a salvação do Seu povo. Em outras palavras, o Pai de Cristo pode ser tão verdadeiramente o "único Deus" para com a ordem contingente, quanto o Filho pode ser o "único Senhor" (Jd. 1:4), sem deixarem de ser o único Deus essencialmente — SER Deus por natureza implica Supremacia total, as três Pessoas São. Na economia de Deus, o Pai pode ser apresentado como sendo tão "único Deus" em todo NT, quanto o Filho pode ser apresentado como sendo "A Vida Eterna" (veja 1Jo.1:1-3; e 5: 20), nem por isso, colocaríamos em xeque a divindade ou eternidade do Pai (ou do Espírito Santo), não é verdade?

Assim sendo, não, Jesus não negou sua divindade em João 17:3.

Brício Lube, Vice Presidente do IACS.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - O CORPO GOVERNANTE DESMENTE QUERUVIM SOBRE A PRONÚNCIA DO NOME JEOVÁ


O apologista Queruvim, TJ, caiu no conto do vigário de Nehemia Gordon, e passou a espalhar na internet que este judeu havia descoberto a pronúncia original do nome YHWH. Em contrapartida, o Corpo Governante TJ sempre afirmou que ninguém sabe qual a pronúncia exata do nome sagrado. Então, o Queruvim fez vídeos pedindo para que as enciclopédias fossem atualizadas pois já fora descoberto qual o pronúncia perdida. Andou insinuando que até mesmo o Corpo Governante TJ deveria se atualizar. Será que o Corpo Governante caiu nessa conversa fiada? Veja:

Se você assistir ao vídeo abaixo todo, perceberá que em momento algum o Corpo Governante TJ afirma que Nehemia Gordon está com a razão. E muito menos confirma que a pronúncia deva ser Yehovah, e não Yahvéh. Assista ao vídeo extraído do site oficial das TJs: www.jw.org/pt


Observe entre os minutos 8 e 12 que o membro do Corpo Governante afirma:
"Alguns eruditos acham que a pronúncia original era algo como Javé, e não Jeová. Já outros acham que talvez tenha sido Yehovah. Mas até que ponto é importante saber a pronúncia exata do nome hebraico original? Será que poderíamos acabar nos desviando do que realmente importa ao tentar saber a pronúncia? Antes de mais nada vamos explicar por que usamos a pronúncia Jeová. Será que é porque é o mais próximo da pronúncia original? NÃO! Nós usamos o nome Jeová porque é uma forma bem conhecida. [...] Não seria razoável fazer as pessoas pronunciar o mesmo nome exatamente do mesmo jeito em todas as línguas [...] Por isso não é necessário tentar pronunciar o nome divino exatamente da mesma forma que em hebraico. [...] Mas será que não deveríamos usar a pronúncia mais próxima do nome divino?  Como já dissemos, os eruditos não chegam a um acordo quanto a pronúncia exata." 
Portanto, é nisso que dá os TJs acreditarem num pseudo hebraísta que apregoa algo que nem a liderança mundial dele reconhece. Se eu ainda fosse TJ, eu faria questão de denunciá-lo aos anciãos da congregação local dele, para que ele fosse seriamente punido e até desassociado, pois ele comete um crime contra a seita dele: Ir adiante dos ensinos do Corpo Governante. Mas como não sou mais TJ, graças a Deus, espero que os TJs não sejam enganados por esse aventureiro fujão que se acovarda em debater comigo, pois sabe a surra de Bíblia que levaria.

Por fim, quero parabenizar o membro do Corpo Governante por sua honestidade em admitir que, como não se pode saber a pronúncia original já que os eruditos não chegam a um acordo sobre ela, o mais importante é usar a forma mais conhecida, e ainda disse que se preocupar com a pronúncia original (COMO ALGUNS ENGANADORES FAZEM) seria se desviar do mais importante. 

Queruvim, calaaaaadooooo!!!!! - Pr. Fernando Galli.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - APOLOGISTA TJ (QUERUVIM) AGE DE MÁ FÉ AO ACUSAR-NOS DE SERMOS FALSOS PROFETAS!


O Site Tradução do Novo Mundo Defendida, por meio de seu proprietário, QUERUVIM, publicou uma matéria falaciosa, afirmando que são nossas igrejas cristãs que são falsos profetas por previrem a volta de Cristo ou o fim do mundo com datas marcadas. Veja abaixo como ele elenca pessoas que previram o fim do mundo em nossas Igrejas para no final da matéria afirmar que os TJs não são falsos profetas, mas nós. Observe:

Pra você que fala mal das Testemunhas de Jeová dizendo que marcos datas,vejam uma lista sobre predições do fim do mundo de várias denominações protestantes e Evangélicas em volta do planeta, que marcam datas para o “fim do mundo” 😎😎😎😎

  1. -Aelfric, Abade de Eynsham, previu o fim do mundo para o ano 1000
  2. -Hipólito de Roma predisse que Cristo estabeleceria o milênio no ano 500
  3. -O Monge Abbo de Fleury previu o fim do mundo para 994/996
  4. -Jean de Roquetaillade anunciou o fim do mundo para o ano de 1366
  5. -O Católico Romano, Arnald de Villanova, previu o Anti-Cristo em 1378
  6. -Os Taborites anunciaram o fim do mundo para 1420
  7. -O sacerdote Martinek Hauska anunciou a destruição total para 1420
  8. -O Anabatista Hans Hut anunciou o fim do mundo para 1528
  9. -O Cardeal Nicolau de Cusa anunciou o fim do mundo para 1533
  10. -O visionário alemão Melchior Hoffman anunciou o fim do mundo para 1593
  11. -Os 50 Monarquistas previram o fim do mundo entre 1655-1657
  12. -O Luterano Adam Nachenmoser anunciou o fim do mundo para 1635
  13. -O líder luterano, Andreas Osiander, anunciou o fim do mundo para 1672
  14. -O pregador Anabatista Jan Matthys anunciou o fim do mundo para 1534
  15. -O Arcebispo de York e Primaz da Inglaterra, Edwin Sandys, previu o fim do mundo para o período de 1519-1588
  16. -O protestante John Wycliffe anunciou o fim do mundo para 1379
  17. -O reformador protestante John Foxe anunciou o fim do mundo para 1600
  18. -O Ministro da Inglaterra, Jonathan Edwards, marcou a data para 1866
  19. -Os Puritanos previram o fim do mundo para 1700
  20. -O espiritualista Emanuel Swedenborg previu o fim do mundo para 1757
  21. -O Reitor Anglicano, Thomas Beverly, previu o fim do mundo para 1697
  22. -O Reitor Anglicano, John Mason, previu o fim do mundo para 1694
  23. -Sir Walter Raleigh, Hugh Broughton e Thomas Brightman pensaram que o mundo acabaria em 1700
  24. -Cristóvão Colombo disse que o mundo ia acabar em 1656
  25. -O Diácono Deacon William Aspinwall previu o fim do mundo para 1673
  26. -O Cardeal Pierre d’Ailly anunciou o fim do mundo para 1789
  27. -A seita Os Shakers da Inglaterra anunciou o fim do mundo para 1792
  28. -O Pastor Johann Kaspar Lavater anunciou o fim do mundo para 1795
  29. -Os Judeus históricos no século 17 acreditavam que o Messias viria no ano de 1648
  30. -O matemático John Napier anunciou o fim do mundo para 1688 ou 1700
  31. -John Cummings da Igreja Nacional Escocesa previu que Jesus voltaria em 1865
  32. -Isaac Newton anunciou nos seus dias que o fim do mundo viria em 90 anos
  33. -O professor de religião Richard Brothers anunciou o fim do mundo para 1795
  34. -O Reverendo M. Baxter da Igreja da Inglaterra previu o fim do mundo para 1868
  35. -Em 1832 o Papa Gregório XVI indicou o fim do mundo sob “praga de gafanhotos”
  36. -O pastor pentecostal Pat Robertson, anunciou o fim do mundo para 2007
  37. -O pintor Henry R. Hall previu o fim do mundo para 1998
  38. -O pastor evangélico Chuck Smith, previu o fim do mundo para 1981
  39. -Tommy Hicks, um evangelista, recebeu visões do fim do mundo para 1961
  40. -Joseph Smith, fundador dos mórmons, previu o fim do mundo no século 19
  41. -Elizabeth Claire, profetisa, anunciou o fim do mundo para 1989
  42. -Hon-Ming Chen (Chen Tao), da Igreja da Salvação de Deus, previu o retorno de Cristo em 31 de março de 1998
  43. -A Metodista Joanna Southcott (1750-1814) anunciou que a Noiva do Cordeiro havia chegado e tinha começado a selar os 144.000
  44. -No início do século 20, o Dr. Isaac M. Haldeman, pastor da Primeira Igreja Batista em Nova York, previu que o Anticristo iria aparecer antes dos judeus voltar à Palestina
  45. -Thomas M. Chalmers, da Assembléia de Deus oficial, anunciou o fim do mundo para o início de 1920
  46. -O líder Pentecostal, Lester Sumrall, previu o fim do mundo para 1985
  47. -Hal Lindsey, autor de The Late Great Planet Earth, previu que o arrebatamento ocorreria em 1988
  48. -David Webber e Noah Hutchings da Igreja Rádio Sudoeste (SRC) anunciaram que o fim do mundo viria em 1981 ou 1988
  49. -O pregador Henry Kreysler anunciou o Armagedon para 1995
  50. -O escritor Reginald Dunlop anunciou o Arrebatamento para 1991
  51. -A escritora Mary Stewart Relfe anunciou a Grande Tribulação para 1990
  52. -O pregador da Bíblia Salem Kirban previu o Arrebatamento para 1989
  53. -Benny Hinn, pastor e escritor, previu o arrebatamento para 1993
  54. -A revista ‘The Weekly Evangel’ (O Semanário do Evangelho da Assembléia de Deus) predisse o Armagedom para 1917, depois 1935 e depois 1953
  55. -A Missão Evangélica dos Dias Vindouros predisse que Cristo viria em 28 de outubro de 1992
  56. -Adso, um monge de um mosteiro da Francônia Ocidental, predisse o fim do mundo para depois de 950 d.C.
  57. -O abade católico romano Joaquim de Fiore (1131-1202), esperava o fim do mundo em 1200
  58. -O católico Arnaldo de Villanova (um destacado médico), predisse que o Anticristo apareceria em 1378
  59. -O luterano Adam Nachenmoser previu o fim do mundo para 1635
  60. -O líder luterano Andreas Osiander, previu o anticristo para 1672
  61. -Os Anabatistas do princípio do século XVI criam que o Milênio ocorreria em 1533
  62. -O líder da Assembléia de Deus Dwight Wilson, escreveu o livro “Armagedom Agora” em 1977
  63. -O Papa Gregório I, pontífice entre 590-604 E.C., predisse que o fim do mundo viria nos seus dias
  64. -Jack van Impe, televangelista, previu o fim do mundo para 1999 ou 2000
  65. -O líder Pentecostal, Lester Sumrall, previu o fim do mundo para 2000
  66. -O professor evangélico Grant Jeffrey, previu o fim do mundo para 09 de outubro de 2000
  67. -O pregador evangélico Texe Marrs, previu o fim do mundo para 2000
  68. -O escritor evangélico Philip B. Brown afirmou que o reino milenar de Cristo começaria em 06 de abril de 2008
  69. -O Dr. Harold Camping, presidente da Family Radio, esperava que o fim do mundo acontecesse em 1994
  70. -O pastor evangélico Efrain Rodriguez previu que um grande meteoro iria se chocar com a terra em 2014
  71. -A apóstola brasileira Neusa Itioka, previu o fim do mundo para 2017 ou 2018
  72. -O Espírita Chico Chavier previu o fim do nosso sistema de vida para julho de 2019
  73. -A pastora evangélica Donna Larson, previu o fim do mundo para 2017, porque, segundo ela, os humanos estarão governando o mundo por exatos 6 mil anos! E também se completa os 70 anos da fundação de Israel e também os 50 anos da unificação de Jerusalém.
  74. -Ellen G. White, a profetisa da Igreja Adventista escreveu: “Logo ouvimos a voz de Deus, semelhante a muitas águas, a qual nos anunciou o dia e a hora da vinda de Jesus.” (Livro “Primeiros Escritos”, p. 39).
  75. -O Site evangélico End Times Profecies previu o fim do mundo para 2011
  76. -Os Católicos do México previram através de visões da “Virgem do Rosário” em 1973, o fim do mundo para o ano 2000.
  77. -O pastor evangélico Miranda Leal, da Igreja Só o Senhor é Deus, previu em 1999 o fim do mundo para o ano 2000.
  78. -A Rádio Evangélica Gospel Play anunciou o fim do mundo para 23 setembro de 2017.

“Então, realmente, será revelado aquele que viola a lei, a quem o Senhor Jesus eliminará com o espírito da sua boca . . . É por isso que Deus deixa que uma influência enganadora os iluda de modo que acreditem na mentira . . . ” (2 Tess. 2:8) “Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e milagres a fim de enganar, se possível, até mesmo os escolhidos.” (Mateus 24:24) As Testemunhas de Jeová não se enquadram nesse sinal visto que não afirmam fazer milagres e sinais.
RESPOSTA CRISTÃ - Em primeiro lugar, aprenda uma lição: Toda evidência ou prova que venha de qualquer testemunha de Jeová deve ser questionada. Nesta lista acima de pessoas que previram o dia ou o ano do fim, há diversos erros, senão mentiras. (1) No caso de Ellen G. White, no número 74, ela não previu o fim, mas disse, no contexto de sua obra, que foi anunciado o fim a ela, mas depois fez-se que ela esquecesse. Então, ela, de fato, não previu data nenhuma. (2) Outro erro: A "metodista" Joanna Southcott (1750-1814), item 43, não era mais considerada metodista quando anunciou que ela era a mulher de Apocalipse 12:7-12. Ela fez discípulos para si, e previu um monte de abobrinhas. O desonesto intelectual Queruvim não contou a verdade aqui. Simplesmente, para atacar nossa igreja-irmã, considerou a Joanna uma metodista para sempre. Coisa de herege! (3) Outro ponto é que ele pôs no mesmo saco igrejas cristãs e seitas, mostrando que não sabe separar trigo de joio. Misturou hereges de seitas com falsos profetas em nosso meio, para justificar as falsas profecias da seita dele.
Mas o pior dos erros do Sr. Queruvin é: O fato de haver falsos profetas no meio cristão não prova que todas as nossas igrejas são de falsos profetas, ou que a igreja inteira à qual o falso profeta pertence é uma Igreja de falsos profetas. As citações acima que se referem a membros de Igrejas cristãs, os quais fizeram falsas profecias, nunca representaram a opinião oficial da Igreja as quais pertenciam. Eram falsos profetas em nosso meio. Em Israel, sempre houve muitos falsos profetas. Deus alertou sobre a possibilidade de haver profetas cujas palavras nunca se cumpririam! (Deuteronômio 18:10-12; Jeremias 27:9, 16; 37:19) MAS SERÁ QUE ISRAEL TODO E A IGREJA JUDAICA ERA TODA UM FALSO PROFETA? NÃO! SÓ UM BURRO, UM JUMENTO MENTIROSO PODERIA AFIRMAR ISSO! 
Jesus profetizou que viriam a nós falsos profetas, e se viriam a nós é porque estariam de alguma forma em nosso meio. Jesus disse que surgiriam falsos profetas que, se possível, enganariam até os escolhidos. (Mateus 24:24) Então, estariam no nosso meio. Jesus também disse que esses falsos cristãos fariam até prodígios e clamariam Senhor, Senhor, e afirmariam ter feito curas em nome de Jesus. (Mateus 7:21-23) Então, eles estariam no nosso meio. Lemos em 2 Pedro 2:1: Mas entre o povo também houve falsos profetas, assim como entre vós haverá falsos mestres. Às ocultas, introduzirão heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou e trazendo sobre si mesmos repentina destruição. Então, entre nós há falsos profetas, falsos mestres. Paulo profetizou que lobos vorazes não poupariam o rebanho, e que eles viriam de fora e que surgiram de dentro da Igreja, para ensinar heresias. (Atos 20:28-31) MAS SERÁ QUE POR HAVER FALSOS PROFETAS ENTRE NÓS, QUE NÃO REPRESENTAM A OPINIÃO DA IGREJA TODA, SERÁ QUE TODA A IGREJA PROTESTANTE E EVANGÉLICA SE TORNA ERRADA E INCORRE NO MESMO ERRO DOS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ, QUE OFICIALMENTE PREVIRAM A VOLTA DE CRISTO PARA 1914, 1925 E 1975, ATRAVÉS DE SEUS LÍDERES MUNDIAIS? A resposta é um sonoro não! SÓ UM BURRO, UM JUMENTO MENTIROSO PODERIA AFIRMAR ISSO! 
Portanto, esse QUERUVIM não passa de um enganador em sentido religioso de primeiro naipe! Denuncia casos isolados em igrejas evangélicas e protestantes, que não representam a opinião de suas respectivas Igrejas para tentar justificar e esconder o mau cheiro das falsas profecias que acompanha a seita dele, a qual, em nível mundial e oficial, anunciou a volta de Jesus e o fim para três datas: 1914, 1925 e 1975. Sim, foram os líderes mundiais TJs que ensinaram todos os seus asseclas a esperarem a volta de Jesus para essas datas. Não foram casos isolados, ou "alguns", que acharam que Jesus voltaria nessas datas, como esse Corpo Governante tenta ensinar sorrateiramente em sua literatura.
E como se não bastasse, no final da matéria do Sr. Queruvim, ele ainda tentou dar a entender que os TJs não são falsos profetas porque Mateus 24:24 diz que os falsos profetas fariam milagres, e como os TJs não creem em milagres para os dias de hoje, então eles não são falsos profetas. Todavia, a Bíblia em momento algum ensina que para alguém ser um falso profeta ele teria que fazer milagres também. Afinal, não há provas bíblicas nenhuma que os falsos profetas em Israel fizessem também milagres. Também, Jesus não disse que todos os falsos profetas fariam milagres. E a Bíblia não ensina em lugar nenhum que os milagres cessariam em nossos dias. O fato de Jesus chamar de obreiros do que é contra a lei os que afirmariam terem feito milagres não torna todo o que faz milagre um obreiro do que é contra a lei, pois se assim fosse Jesus e os apóstolos seriam também. Isso é lorota de quem é enganado pelo diabo para ser um verdadeiro escravo de seu corpo governante, o qual é sim falso profeta por interpretar mal a profecia: 342 mudanças de ensinos TJs, entre 1870 e 2018! Nem o pior dos falsos profetas bíblicos, nem o próprio Satanás, mudou tantas vezes de ensinos! - Pr. Fernando Galli. 

terça-feira, 11 de setembro de 2018

ÉTICA DOS DEZ MANDAMENTOS - DEVEMOS GUARDAR UM DIA SABÁTICO?


A resposta é um sonoro SIM! Mas antes de dar a minha resposta, que se baseia em Bíblia, comentários bíblicos cristãos e Confissões de Fé, quero deixar bem claro que o sábado guardado nos moldes da Igreja Adventista do Sétimo Dia está para os cristãos fora de cogitação, porque guardam o sábado a fim de conquistarem a salvação, e depois de se considerarem salvos, continuam guardando para não perdê-la. Ou seja, ensinam camufladamente salvação pelas obras. Sem contar que a """""""profetisa""""""" adventista Ellen G. White afirma: Guardar o sábado importa em salvação eterna. [1] 

E no mesmo pecado de ensinar salvação pelas obras caem as igrejas que ensinam perda de salvação, quando afirmam que um desviado, que se tornou um não-salvo, precisa se arrepender e mudar de proceder para voltar a ser salvo de novo. Isto é blasfêmia e uma verdadeira imundície espiritual, pois o salvo que se desviou, por ser salvo (ou por nunca ter perdido a salvação) retornará a Deus arrependido. 

Quanto ao Sábado. A Igreja sempre guardou em toda a sua história um dia sabático. Considerou o domingo, desde os primeiros cristãos, como dia a ser guardado. Comentando sobre o texto de Hebreus 4:9, veja o que uma obra Presbiteriana afirma [2]:



Então, antes de os apologistas antinomistas incompetentes me chamarem de herege, por gentileza, tenham a coragem de chamar a Igreja Presbiteriana de herege também, e jamais marquem palestras apologéticas nesta igreja. Sejam coerentes.

A Confissão de Fé de Westminster, no capítulo 21, Itens VII e VIII afirmam:
VII. Como é lei da natureza que, em geral, uma devida proporção de tempo seja destinada ao culto de Deus, assim também, em sua Palavra, por um preceito positivo, moral e perpétuo, preceito que obriga a todos os homens, em todas as épocas, Deus designou particularmente um dia em sete para ser um sábado (descanso) santificado por ele; desde o princípio do mundo, até a ressurreição de Cristo, esse dia foi o último da semana; e desde a ressurreição de Cristo, foi mudado para o primeiro dia da semana, dia que, na Escritura, é chamado dia do Senhor (domingo), e que há de continuar até ao fim do mundo como sábado cristão. O SÁBADO SEGUNDO A CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER VIII. Este sábado é santificado ao Senhor quando os homens, tendo devidamente preparado os seus corações e de antemão ordenado os seus negócios ordinários, não só guardam, durante todo o dia, um santo descanso de suas obras, palavras e pensamentos a respeito de seus empregos seculares e de suas recreações, mas também ocupam todo o tempo em exercícios públicos e particulares de culto e nos deveres de necessidades e de misericórdia.
Portanto, como cristãos salvos, vamos, sem exageros, respeitando a essência da Lei, guardar e santificar um dia da semana, o domingo (ou outro dia), dia em que Cristo ressuscitou, como gratidão a Deus e como demonstração de fé de que um dia, de forma mais especial, entraremos no descanso eterno de Deus. 

E pelo amor de Deus, não saiam dizendo que estou defendendo a Igreja Adventista do Sétimo Dia, nem usem meu texto para serem membros dessa seita. Tem que ser muito ignorante em Bíblia para crer como eles, que o Papa vai emitir um decreto dominical, o tal 666, e todos os que guardarem o domingo serão do time do 666, e os que guardarem o sábado serão do time da Igreja Remanescente. Pelo mor de Deus, não creia numa bobagem dessas! 

Veja o maravilhoso artigo escrito por Joel Beeke, pastor da Heritage Netherlands Reformed Congregation, presidente do Puritan Reformed Theological Seminary e autor de vários livros. Clique aqui! 

E pelo amor de Deus também: Quando a Bíblia diz que Cristo é o fim da Lei (Romanos 10:4), significa que o fim ou a finalidade da Lei é o Cristo, ou seja, a Lei foi dada para nos conduzir a Cristo, logo, o fim dela é Cristo! De toda essa Lei, que é a mesma que a Lei do Cristo, muitas delas se cumpriram em Cristo. Outras foram abolidas. Mas do Decálogo, todas devem ser obedecidas como gratidão a Deus por tão grandiosa salvação em Cristo Jesus. - Pr. Fernando Galli.
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Observação: Se você trabalha no domingo, não precisa cair no conto dos satânicos hereges e pedir demissão. Deus entende que você precisa trabalhar. Afinal, esses xiitas à margem do Cristianismo não vão pagar suas contas nem te alimentar se você fcar desempregado. Descanse e santifique de forma mais especial outro dia para Deus. O princípio está acima do método. O dia, em si, é um método. Assista sim programas de TV que tenham a ver com a sua instrução espiritual. Não sacralize o sábado como meio de você ganhar a salvação. Lave sim suas panelas. Faça sim comida para sua família. Ser porco e não cozinhar para sua família é coisa do diabo. E não se esqueça - tem muito herege sabatista que anda de ônibus no sábado, telefona para alguém valendo-se de trabalhadores que garantem o funcionamento das ligações telefônicas, e não acham isso pecado. Pois não é mesmo! Trabalhos indispensáveis, no contexto da Lei sob as lentes da Igreja, não são considerados como pecado!

[1] Testemunhos Seletos, Volume 3, p. 23. 
[2] Comentário Novo Testamento : Hebreus, pp. 159, 160. Cultura Cristã. 

domingo, 9 de setembro de 2018

"MARIA É MAE DE DEUS". ESSA AFIRMAÇÃO É BÍBLICA ?



A ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana) afirma em um de seus sites:
“Maria é Mãe de Deus (Theotókos), porque, por obra do Espírito Santo, concebeu, no Seu seio virginal, e deu ao mundo Jesus Cristo, o Filho de Deus, consubstancial ao Pai. Ele, ao nascer da Virgem Maria, “tornou-se verdadeiramente um de nós”, fez-se Homem. Desse modo, mediante o mistério de Jesus Cristo, resplandece plenamente, no horizonte da fé da Igreja, o mistério da Sua Mãe. Por sua vez, o dogma da maternidade divina de Maria foi para o Concílio de Éfeso (431), e continua sendo para a Igreja, como que um selo de autenticidade no dogma da Encarnação, na qual o Verbo assume realmente a natureza humana, sem a anular, na unidade da Sua Pessoa”.[1]
RESPOSTA:

Diante da argumentação apresentada pelos ministros da ICAR, consideramos ser mister darmos uma resposta sobre o assunto que julgamos ser de fundamental importância para fé cristã, esta, baseada nas Sagradas Escrituras e não em tradições humanas (cf. Colossenses 2:8).

De primeiro momento, é bom ressaltar que essa expressão - “Mãe de Deus” - não existe na Bíblia. A mesma parte de uma inferência pouco fundamentada nas Escrituras, o que será devidamente exposto e explicado nessa oportunidade. Consideremos então que "Jesus de Nazaré" —  hominídeo gerado — é, o primogênito de Maria (cf. Lucas 2:7, indicando claramente que o mesmo não foi o seu único, más o primeiro filho), sendo assim, tornou-se verdadeiramente homem, nas palavras do apóstolo Paulo: "nascido de mulher" (cf. Gálatas 4:4). Entretanto, isso —  mediante providencia de Deus — compreende o aspecto messiânico da encarnação do Verbo (cf. Mateus 1:20; Lucas 1:35), não sendo de modo algum a condição para existência Divina da parte dAquele que, sem o qual, nenhuma existência possível tornar-se-ia um fato (cf. João 1:3). Ora, quando se lê que Maria é "mãe de Jesus" claramente se faz alusão à vida na carne do Verbo, e/ou, descendência davídica messiânica outrora profetizada com respeito ao mesmo (cf. Romanos 1:3), em outras palavras, não há qualquer vínculo entre a maternidade mariana e a existência pré-humana do Cristo como Deus eterno (cf. João 1:1; 1João 1:2). Destarte, aclamar que Maria é "mãe de Deus" - sem nenhuma garantia escriturística - talvez insinuando haver divinamente qualquer "dependência substancial" dAquele para com a mesma, inevitavelmente — a partir de evidente carnal argumento deducionista — torna-se totalmente equivocado tal raciocínio. Ademais, o fato de Maria ter sido o meio pelo qual a humanidade do Logos veio a ser não a torna Sua progenitora Divina. Outrossim, se ater a idéia de que Maria é "mãe de Deus" (por sentimento seja esse qual for) claramente é ir além do que está escrito, ou melhor, desconsiderar o que nos foi prescrito concernente ao assunto dando ouvido à fábulas. Por fim, segundo as Escrituras, a afirmação "Maria é mãe de Deus" como defendido pela igreja católica romana não faz sentido algum e soa forçosamente tendenciosa. Doravante, se cremos como disse Isabel referindo-se a Maria como "mãe de meu Senhor" (“A mãe de meu Senhor”, mas não “Minha Senhora” (cf. Lucas 20:42; João 20:28). [Bengel]), entendamos então como a Biblia de fato nos apresenta essa realidade e não como anseia o "coração católico" em detrimento da mesma — seja lá qual for a intenção. Não há dúvidas de que a virgem seria mãe do Messias (cf. Isaías 7:14), e que pela Sua morte salvaria seu povo dos pecados deles (cf. Mateus 1:21), contudo, a afirmação expressa por Isabel deve ser entendida como profetizado no Salmo 110.1, onde Davi - novamente “no Espírito” (Mateus 22.43, 44; Marcos 12.36) - profeticamente usa o título (“meu Senhor”) para descrever o Messias vindouro. Nada que justifique a pretensão católica Romana (tbm cf. 1Coríntios 12.3). Sugerimos ser menos deletério teologicamente nos referirmos a Maria como sendo "Mãe do Messias" (Daniel 7:13; Marcos 14:62) — se é que há alguma necessidade de atribuição de títulos à mesma além dos quais as escrituras a fizeram conhecida —, más jamais "mãe de Deus", dado as razões apresentadas. Não queremos com isso dividir as naturezas do Redentor — como se houvesse mais que uma pessoa em seu Ser —, más explicar onde de fato ouve a participação de Maria nesse evento intitulado encarnação. Assim, fica patente que tal silogismo não possui nenhuma garantia bíblica nem sustentabilidade teológica.

Brício Lube, IPB de Teixeira de Freitas BA.

Fonte de pesquisa:

1 - https://formacao.cancaonova.com/nossa-senhora/dogma/virgem-maria-e-verdadeiramente-mae-de-deus-filho-altissimo/#sdfootnote2sym).


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - SE JESUS É O ÚNICO DEUS VERDADEIRO, COM QUEM ELE ESTAVA NO PRINCÍPIO? - JOÃO 1:1.


Essa plaquinha tola acima foi publicada por um TJ apologista. Ele propõe um brilhante argumento: Lemos em João 1:1 que no princípio [Jesus] era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e Deus era a Palavra (Em grego). Então, o raciocínio lógico TJ é: Como Jesus é o único Deus verdadeiro se ele estava com o único Deus verdadeiro? Outros ainda questionam: Se Deus é toda a Trindade, como Jesus pode estar com Deus (a Trindade)? 

A resposta é: Não há dúvidas que Deus é o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Três pessoas num só Deus. Quando perguntamos O que é Deus?, a resposta Deus é Deus. Deus é a natureza, a essência e a substância da Trindade. Mas quando perguntamos Quem é Deus, a resposta é: O Pai, o Filho e o Espírito Santo. Assim, o que Jesus é? Deus! O que o Pai é? Deus! O que o Espírito Santo é: Deus. Mas quem é Jesus? Jesus é uma pessoa da Trindade, a qual é o que? Deus! De onde tiramos isso? De João 4:24: Nós adoramos O QUE conhecemos. Em grego, "o que" é neutro, enfatizando a divindade, não a pessoa. 

Ocorre que esta divindade (natureza, essência e substância divina) encontra-se e a mesma no Pai, no Filho e no Espírito Santo, pois essas Três Pessoas são o mesmo Deus. Não são três substâncias diferentes, como certos apologistas TJs acham que cremos.

Com isso em mente, entendemos por que a Bíblia chama de Deus (e não 1/3 de Deus) isoladamente o Pai. (João 6:27; 1 Coríntios 8:6; 15:24; Efésios 5:20) Entendemos por que a Bíblia chama de Deus (e não 1/3 de Deus) isoladamente o Filho. (João 1:1; 20:28; Hebreus 1:8) E entendemos por que a Bíblia chama o Espírito Santo de Deus (e não 1/3 de Deus). Em outras Palavras, como há um só Deus na Trindade, e cada pessoa da Trindade é plenamente o mesmo Deus, logo a Bíblia chama a cada pessoa pelo que cada uma delas é: Deus. 

Por exemplo, Jesus chama o Pai de único Deus verdadeiro. (João 17:3) Na mente e lógica TJs, Jesus, caso fosse o Deus verdadeiro, não poderia chamar o Pai de único Deus verdadeiro, pois isso excluiria Jesus de ser este mesmo Deus. Mas este argumento demonstra que os TJs precisam depender de achar que na Trindade há uma soma de divindade em cada pessoa, tipo 1/3 + 1/3 + 1/3 para chegarmos no resultado final 1 DEUS. Não é à toa que um membro integrante desses apologistas TJs já ousou perguntar na Internet:

Site Tradução do Novo Mundo Defendida
Essa pergunta, uma das 51 que um desses ignorantes nos fazem, prova que não sabem em que cremos e refutam, por extensão, o que não cremos também. Não há somas de pessoas na Trindade, pois ambas são o mesmo Deus, e Jesus não é 1/3 de Deus. Quando a Igreja diz Primeira, Segunda e Terceira Pessoa da Trindade, é uma forma didática de ensinar aos cristãos a ordem como Deus revelou suas o ministério de cada Pessoa da Trindade.

Por isso, então, quando em João 1:1 lemos que a Palavra (ou o Verbo), que é Jesus, estava com Deus, entende-se que antes de tudo ser criado, lá no princípio, só havia Pai, Filho e Espírito Santo. Jesus estava com Deus por que sempre teve um relacionamento com o Pai e o Espírito Santo. O que era Jesus? O mesmo Deus que o Pai e o Espírito Santo. Então, a pessoa de Deus estava com o Pai e o Espírito Santo, que são o mesmo Deus. Mas o próprio Jesus era Deus.

Em João 1:1, lemos em grego que DEUS ERA A PALAVRA. Por que João articula ou usa a palavra Deus sem artigo, mas usa artigo diante de palavra? Propositalmente, João inverte a oração. Em vez de escrever a Palavra era Deus, ele escreve Deus era a Palavra. Por que fez isso? Para mostrar O QUE ESSA PALAVRA ERA: DEUS! Ou seja, a essência, a natureza e a substância da Palavra é divina, um ser divino, sendo que apenas Deus pode ser um ser divino. O texto visa falar do atributo ou característica da palavra. Qual? Deus!, ou seja, divino.

Satanás, o diabo, sempre lutou para rebaixar Jesus. Ele faz os asseclas de seus líderes de seitas execrarem de seus corações a fética e pútrida ideia de que Jesus é um deus, por ser um anjo, já que anjos na Bíblia são chamados de deuses. Todavia, a Bíblia põe Jesus em pé de igualdade ontológica com o Pai e o Espírito Santo, não com os anjos. Enquanto vemos na Bíblia expressões do tipo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo(Mateus 28:20), a Bíblia diz que os anjos ADORAM Jesus. - Hebreus 1:6.

Assim, em João 1:1, João não pretendeu dizer que Jesus está com toda a Trindade, mas afirmar que Ele é Deus assim como o Pai e o Espírito Santo, sendo ele mesmo Deus. 

Outros tolos argumentam: O filho de um pai é tão humano quanto o pai, não é a mesma pessoa ou o mesmo ser que o Pai. Da mesma forma, o filho de Deus é divino, mas não é a mesma pessoa ou ser que o Pai. Mas esse argumento é ridículo! Pois compara homens com Deus. Seria como afirmar que Deus não pode ser uma trindade porque nenhuma criatura pode. Pois é! Partir do humano ou do animal para entender o divino é da mesma estupidez que um TJ dizer: Não pago as minhas contas em Sorocaba, nem trabalho direito para as Lojas Rovê (kkk, eu disse Rovê), porque os animais não pagam contas. (KKKKK!!!!, muito sutil!) 

Outros ainda argumentam: Eu sou da mesma natureza que meu filho, mas não da mesma essência, porque natureza tem a ver atributos e essência ter a ver com o ser. Então, meu filho e eu podemos ser da mesma natureza, por termos atributos parecidos, mas não somos da mesma essência, já que somos seres diferentes. Da mesma forma, Jesus e o Pai podem ser da mesma natureza, mas não podem ser da mesma essência, já que são seres diferentes. Dá até pena de ignorantes como esses! Pessoas diferentes podem ter sim a mesma essência (identidade) - a humana natureza (a qualidade). E na Trindade, as Três Pessoas são distintas, pois cada uma delas é uma pessoa, mas possuem a mesma natureza, mas não são separadas, pois possuem a mesma substância e essência.

E, por fim, argumentam: Assim como na frase Deus é Luz, a luz não pode ser Deus, da mesma forma na frase e a Palavra era Deus, a palavra não pode ser o próprio Deus. Para essa resposta, tenha paciência e assista ao meu vídeo onde eu arraso com essa argumentação TJ.



- Pr. Fernando Galli.


terça-feira, 4 de setembro de 2018

PERGUNTAS QUE INCOMODAM OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ (REVISADO E AMPLIADO)



DESAFIO AO VERDADE É LÓGICA E AOS TJS EM GERAL


1.  Perguntas sobre a Ressurreição de Jesus:

·     Como vocês podem dizer que jesus não ressuscitou no mesmo corpo se ele disse que seria ressuscitado no mesmo corpo?
·     Em João 2:19-21, jesus disse: destruam este templo e em três dias eu o levantarei. E depois o texto diz que jesus estava falando do templo do seu corpo. Então, com isso em mente, não fica evidente que se jesus foi ressuscitado em espírito, o corpo dele não foi levantado?
·     Outra pergunta ainda: se a bíblia diz que ele foi morto na carne e vivificado no espírito, isto não aconteceu assim que ele morreu, para depois seu espírito se unir de novo ao seu corpo e ser ressuscitado?
·     Vocês dizem que Jesus não poderia ter sido ressuscitado com o mesmo corpo porque se ele deu o seu corpo para nos salvar, ele não poderia pegá-lo de volta. Mas o próprio jesus não disse que daria a sua vida e a tomaria de volta? – João 10:17.

2.  Perguntas sobre a Vida após a Morte:

·     Vocês dizem que as almas dos que foram mortos por dar testemunho de Jesus, em Apocalipse 6:9, 10, são o sangue de pessoas, e não o espírito delas, que clamam por justiça. Vocês se fundamentam no texto que diz que o sangue de Abel clamava a Deus por justiça. Com isso em mente, não há uma diferença em Deus ver o sangue de Abel e afirmar que este clamava, e João ver as almas clamando e dizendo algo, com frase, verbo, e tudo mais?
·     Será que João viu um monte de sangue, ou viu espíritos clamando e dizendo algo para Deus?
·     Se almas em Apocalipse 6:9, 10 se refere ao sangue dos mártires, por que João usou o plural “almas”? Teria visto ele os sangues? Diz o texto que ele viu a alma dos mortos ou as almas dos mortos?

3.  Perguntas sobre Transfusões de Sangue:

·     Onde a bíblia proíbe certas frações de sangue e outras não, conforme vocês ensinam? Onde ela faz a diferença entre parte primária e secundária do sangue?
·     Não é feio vocês poderem tomar remédios com frações de sangue vindo do sangue de outras pessoas e vocês mesmos não doarem o sangue para fazer os mesmos remédios?
·     Se é tão pecado receber uma transfusão de sangue e tendo em mente que as transfusões de sangue já eram praticadas antes da organização de vocês existir, por que o deus-jeová de vocês não revelou desde 1870 para o fundador de sua organização religiosa, Charles Taze Russell, que era pecado receber sangue dos outros para se tentar salvar uma vida, mas foi fazer isso apenas em 1945?
·     Visto que a Bíblia proíbe comer sangue (Gênesis 9:3, 4; Levítico 17:10-12), de que raciocínio bíblico os TJs acharam que transfusão de sangue é o mesmo que comer sangue? Como se pode comer algo que não passa pela boca? (E se disserem que o sangue transfundido alimenta o organismo e, portanto, é o mesmo que comer, então será que o fato de a gasolina alimentar o carro indica que o carro come a gasolina?)
·     Visto que a Bíblia proíbe apenas comer o sangue, não fica claro que a intenção de Deus é que não tratemos o sangue, o símbolo da vida, como comida, e que podemos usar nosso sangue para salvarmos uma vida?
·     Onde a Bíblia ensina que é proibido ao paciente armazenar o sangue antes da cirurgia a fim de utilizá-lo caso, durante ou após a cirurgia, o paciente precise de uma transfusão? Ou será que isso é mera invenção do Corpo Governante?

4.  Perguntas sobre o Espírito Santo:

·     Como pode o Espírito Santo ser uma força impessoal se a Bíblia diz que ele falaria aquilo que tivesse ouvido? Como e em que sentido uma força ativa pode falar do que ouve?
·     A Bíblia diz que os discípulos receberiam poder ao descer sobre eles o Espírito Santo. (Atos 1:8) e em Romanos 15:13, lemos a expressão poder do Espírito Santo na Tradução do Novo Mundo Revisada, e nas nossas Bíblias também. Então, com isso em mente, o Espírito Santo é o poder de Deus, ou tem o poder de Deus? Pois se a Bíblia, quando diz, poder de Deus, significa que Deus tem poder, então quando ela diz poder de Espírito Santo ela também não indica que o Espírito Santo tem poder, e não que ele é o poder? Além disso, se na expressão poder de Espírito Santo substituíssemos Espírito Santo por poder, ou força ativa, não teríamos o absurdo poder de poder ou poder de força ativa?
·     Se em 1 Coríntios 1:24 Jesus é chamado de o poder de Deus por ele manifestar o poder de Deus, o Espírito Santo, ao ser identificado como o poder de Deus (ou dedo de deus) em Lucas 11:20, também não seria assim chamado por também ser uma pessoa como Jesus e manifestar o poder de Deus?

5.  Perguntas sobre as Mudanças de Ensinos (342!!!!) na Organização TJ:

·     Os TJs mudaram 342 vezes de ensinos, e isso que conseguimos catalogar. E para cada mudança, creem os tjs que se tratou de uma luz de Jeová. (Prov. 4:18) Todavia, muitas dessas mudanças, ou luzes do além, mudaram de x para y e depois para x. É o caso dos transplantes de órgãos e das autoridades de romanos 13:1, e da ressurreição dos habitantes de Sodoma e Gomorra. Poderiam, então, mostrar nas Escrituras um único caso de Jeová ter feito o povo de Deus ter crido em algo, como luz de Jeová, depois ter ensinado diferente, como nova luz de Jeová, e depois voltado ao primeiro ensino?
·     Há mudanças de ensinos nos TJs que ocorreram e se adequaram ao que nós, membros do que vocês chamam de Babilônia, a Grande, já críamos há séculos. É o caso, por exemplo, do significado de geração, em Lucas 21:34. Antes o Corpo Governante cria que esta geração teria no máximo uns 80 a 90 anos. Mas depois ampliaram para mais tempo, podendo incluir outras gerações. Então, com isso em mente, perguntamos: Não é estranho que um suposto Deus verdadeiro permita que adeptos da religião falsa compreendam primeiro as verdades de Deus e permita que, por um tempo, os TJs ensinem errado, e depois revele a verdade que as religiões falsas já criam?
·     Ainda sobre a geração de 1914, como pode um Deus verdadeiro revelar uma luz de forma tão estranha sobre tal tema? Pois primeiro os TJs ensinavam que a geração se referia às pessoas dos dias de Russell, conforme ele interpretava, ou seja, àquela geração dos dias dele que presenciariam a volta de Jesus em 1914. Depois, os TJs passaram a entender que se referia à geração dos dias de Rutherford, que veriam Jesus estabelecer o reino em 1925. Depois passaram a entender que esta geração se referia a todos aqueles que presenciaram a entronização de Jesus em 1914. Depois, em tempos recentes, passaram a entender que essa geração teve início nos dias de Jesus, referindo-se a todos as gerações más que viveriam até a volta de Jesus no Armagedom. E por fim, passaram a ter um entendimento ridículo de que esta geração se refere à geração dos ungidos que viveram em 1914, mas incluindo a geração seguinte que chegou a conhecer a eles. Então, a pergunta é: Como pode um suposto Deus verdadeiro revelar tantas luzes mutantes sobre um mesmo tema, e sempre reconhecendo que a interpretação anterior estava errada? Será que é Jeová mesmo que usa seu Espírito Santo, ou é o próprio demônio que está usando um espírito mal para causar confusão numa seita exclusivista?

6.  Perguntas sobre o Sacrifício de Jesus e a Pregação:

·      A seita TJ teve a ousadia de afirmar que o ministério de pregação de Jesus é mais importante que o próprio resgate de Jesus. Onde a Bíblia ensina isso?
·      Embora a pregação de Jesus tivesse sua importância, pois Jesus havia declarado que veio ao mundo para dar testemunho da verdade (João 18:37), a morte dele não deveria ser encarada como infinitamente mais importante, pois sem ela ninguém poderia ter sido salvo? Como Jesus tira o pecado do mundo – pela pregação ou por seu sacrifício? (João 1:29) Ele nos deu vida pela sua pregação ou por seu sacrifício na cruz? O que nos justifica – a pregação ou o sangue de Cristo? (Romanos 5:8, 9) O que nos purifica de todo o pecado – a pregação ou o sangue de Jesus? (1 João 1-7) A vida eterna é dom gratuito de Deus através da pregação ou da morte de cristo? – Romanos 6:7, 23.

7.  Perguntas sobre os Relatórios de Pregação de casa em casa:

·     A Bíblia diz que não podemos ir além do que está escrito. (1 Coríntios 4:6) Sobre doar dinheiro com quantia revelada e com nome ou apelidos, a Bíblia apoia. (Marcos 12:42) Mas onde a bíblia ensina a se relatar mensalmente as horas gastas na pregação e de forma nominal?
·     Se o objetivo dos relatórios é saber quanto tem sido feito na pregação, por que o Corpo Governante não ensina os TJs a entregarem relatórios sem nome? Não se chegaria nos mesmos resultados, e se saberia a média de horas somando todas as horas relatadas e dividindo pelo número de relatórios entregues?
·     Entregar relatórios com nome, além de ir além das Escrituras, não seria uma forma de controle da parte dos anciãos sobre os seus liderados?

8.  Perguntas obre Ser Filhos de Deus, Grande Multidão e 144 mil:

·     Onde a Bíblia apoia o ensino TJ de que apenas os 144 mil já são filhos de Deus, e que os da Grande Multidão que aguarda viver no paraíso na terra não são filhos de Deus, mas o serão apenas depois dos mil anos?
·     A Bíblia diz que somos filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. (Gálatas 3:26) Como pode, então, a grande multidão TJ, que já chega a 8 milhões, ter fé em Jesus e não ser chamada de filhos de Deus? Onde a bíblia ensina isso?
·     O Corpo Governante diz que a prova de que os ungidos são declarados filhos de Deus primeiro do que a Grande Multidão está no fato de que o apóstolo Paulo diz que a criação aguarda a revelação dos filhos de Deus, sendo esta criação a Grande Multidão e os filhos de Deus os 144 mil. (Romanos 8:19, 20) Mas visto que Paulo usa o verbo aguardar no presente, esta criação, ou Grande Multidão, então já existia nos dias de Paulo? Mas como, se conforme o Corpo Governante ensina, Jeová passou a ajuntar os da Grande Multidão somente a partir de 1935? Será que nos dias de Paulo tinha gente que não participava do pão e do vinho por ser da Grande Multidão? Portanto, não seria mais fácil entender que essa criação de Romanos 8:19, 20 são todos os seres inteligentes cientes de que um dia Deus revelará todos os filhos de Deus e dará a eles a liberdade gloriosa dos filhos de Deus? – Romanos 8:21.
·     Onde a Bíblia apoia a crena TJ de que apenas os 144 mil nascem de novo e os da grande multidão não nascem de novo? A Bíblia ensina isso declaradamente, ou os TJs precisam fazer muito malabarismo e gastar um bom tempo para tentar nos levar a crer nisso?
·     Se os 144 mil são um número literal, como é que vocês conseguem a mágica de somarem 12 tribos simbólicas com os 12.000 simbólicos de cada tribo, e chegarem a um número literal?
·     Vocês dizem que assim como em Apocalipse 14:1 o 1 Cordeiro é literal, assim também os 144 mil junto ao cordeiro é um número literal. Então, seguindo essa mesma lógica TJ, como as 12 tribos são simbólicas, os 12 mil de cada tribo são simbólicos, o número 12 em si é simbólico, mas o número 144 mil, do ladinho, é literal?
·     O Corpo Governante ensina que apenas os 144 mil são corpo de Cristo (1 coríntios 12:27), mas a Grande Multidão não. Onde a bíblia ensina isso, se a grande multidão certamente tem Cristo como o cabeça dela? Como você, Testemunha de Jeová, pode ficar numa organização religiosa que ensina que 99% de seus membros não formam o corpo de cristo, mas apenas uns 20 mil que ainda restam vivos dos 144 mil?
·     Onde a Bíblia ensina que apenas os 144 mil podem tomar do pão e do vinho, mas os da Grande Multidão não podem participar ativamente desses emblemas?

9. Perguntas sobre a Identidade do Servo Fiel e Prudente:

·     Os TJs ensinavam lá no início de sua religião que o escravo fiel e discreto era Charles Taze Russell, pois há evidências que no começo Russell se considerou como tal. Depois, Russell passou a dizer que se referia aos 144 mil, ou seja, à igreja dele. Depois, os TJs passaram a ensinar que o escravo fiel e discreto se referia a todos os membros dos 144 mil (não à Grande Multidão), sendo este escravo escolhido desde o ano 33 d.C. até o ano de 1931. Depois, passou-se a ensinar que o escravo fiel e discreto, e isso recentemente, se refere a um grupo específico dentro dos 144 mil, e não a todo membro dos 144 mil, os quais tomam a liderança da organização TJ desde 1919 para cá. Com isso em mente, perguntamos: Onde a Bíblia ensina esta última interpretação? Qual o versículo?
·     Não é estranho que o próprio escravo fiel e discreto que Jeová supostamente usa para alimentar as pessoas com verdades bíblicas tivesse tenha tanta dificuldade de interpretar corretamente a sua própria identidade? Será que o próprio escravo fiel e discreto teria dúvidas e ensinaria errado por mais de 120 anos, de 1870 até 2012, sobre quem realmente ele é?
·     E não é mais estranho que o próprio Russell, aquele que supostamente Jeová teria usado para reiniciar a obra da “religião verdadeira” ficou de fora agora do grupo do escravo fiel e discreto, que mudou de nome para servo fiel e prudente, exatamente como nossas versões bíblicas já usavam há séculos?
·     Não seria melhor entender que esse servo fiel e prudente é a Igreja como um todo, ou seja, os poucos que alimentam os próprios membros individuais da Igreja de Jesus, que é a união de todos os verdadeiros crentes em Jesus?

10. Perguntas sobre Serviço Militar, Participar na Política e Ser Policial:

·     A Bíblia diz que as autoridades são constituídas ou colocadas por Deus. (Romanos 13:1) Elas incluem, segundo o próprio Corpo governante, os políticos e os policiais. Se Deus põe essas autoridades, e a Bíblia as chama de servas de Deus para o nosso bem (13:4), como os TJs podem proibir que seus adeptos se tornem parte dessas autoridades?
·     A Bíblia não ensina que José, Daniel, Sadraque, Mesaque e Abedenego, bem como Cornélio, foram autoridades políticas e públicas? Se a resposta for que Deus usou essas pessoas para beneficiar o povo dele, não deveríamos concluir que as autoridades de Romanos 13 também poderiam incluir cristãos para agirem como servos de Deus para o bem do povo de Deus?
·     Jesus não teria mandado Pedro guardar a espada porque exatamente ele não era uma autoridade constituída por Deus para defender Jesus?
·     Cometer pecados é servir ao diabo, não é mesmo? Então, se as autoridades são servas de Deus e é pecado fazer parte delas, como é possível Deus considerar pecado fazer parte delas se ele mesmo que constituiu este arranjo? Como seria uma forma de pecado ser parte dessas autoridades se é Deus quem as constitui?

11. Perguntas sobre o Corpo Governante ou o Escravo Fiel e Discreto:

·     Onde a Bíblia diz que existe um canal de comunicação entre deus e os homens, o tal Corpo Governante? Se os TJs ensinam que não se deve ter papas e nem arcebispos porque essas palavras não ocorrem na Bíblia, porque inventaram o tal Corpo Governante?
·     A Bíblia diz que os cristãos permaneciam no ensino dos apóstolos, mas onde ela diz para permanecermos nos ensinos do Corpo Governante?
·     O Corpo Governante previu a volta de jesus para 1914, 1925 e 1975. Interpretaram a profecia assim, marcando datas para sua possível volta, sendo que Jesus disse que ninguém sabia o dia e a hora. (Mateus 24:36) Visto que o próprio Corpo Governante já se declarou profeta de Jeová semelhante a Ezequiel, e que a função de um profeta era interpretar as Escrituras e não apenas falar em nome de Jeová, perguntamos: pelo fato de o Corpo Governante já ter mudado 342 vezes de ensinos, num período de 140 anos de história, e ter previsto a volta de Jesus para três datas, isso não torna o Corpo Governante, junto com os que os defendem, como uma seita de falsos profetas?
·     Conseguiria mostrar sequer um falso profeta na Bíblia, ou um grupo deles, que num período de 1000 anos na história de Israel, mudou 342 vezes de ensinos? Quiçá 20 vezes? Não, não é mesmo? Será que você, testemunha de Jeová, seguidor do Corpo Governante, não entende que nem o pior profeta de Israel, ou um grupo deles, não conseguiu mudar tanto de ensino como o Corpo Governante a quem você segue e confia, e ainda por cima acredita que se não estiver em contato com este canal de comunicação usado por Deus não avançará na estrada da vida, não importa quantas vezes leia a Bíblia? – A Sentinela 1 de agosto de 1982, p. 27.

Se você, Tj, se for convencido pelo Espírito Santo de Deus, através dessa apostila e dessas perguntas, que você faz parte de uma organização que apregoa ensinos que a bíblia não ensina, será que teríamos a alegria de tirar você dos tjs e não lhe apontar lugar algum? De jeito nenhum! A bíblia ensina que Deus tem um povo chamado Igreja. Assim como nos dias de Israel houve muita coisa errada naquela religião, e mesmo assim jamais se ensinou que apenas uma só tribo estava certa, ou que se deveria abandonar Israel para ir a outro lugar, assim também em nossas igrejas denominacionais há erros, falhas, há joio no meio do trigo. Então, se você testemunha de Jeová já sabe que não faz mais o menor sentido para permanecer na religião TJ, em nome de Jesus eu te peço:

·     Não se torne ateu! Deus não deixa de existir e te amar pelo fato de você ter descoberto que perdeu seu tempo trabalhando para homens, de casa em casa.
·     Não se torne espírita! Pois o espiritismo nega flagrantemente o sacrifício de Jesus Cristo, ensinando que é você mesmo que se salva por viver muitas vidas e se aprimorar em cada uma delas.
·     Não se entregue à depressão. É impressionante como há casos de TJs que me procuram em estado de depressão porque dizem sofrer ali dentro por não poder discordar da seita, e discordando, não sabem o que fazer para conviver numa organização religiosa diariamente com medo de perder amigos e seus familiares caso sejam excluídos dali. Lembre-se: Jesus te convida a vir até ele, e ele prometeu te dar 100 vezes mais daquilo que você perdeu pelo reino de Deus. - Mateus 19:29; Marcos 10:29, 20.
·     Não se mate, nem fique pensando nisso. São demônios que estão pondo esses pensamentos em você, os mesmos que interpretam a Bíblia para o Corpo Governante, e que já os fizeram mudar 342 vezes de ensinos. Diga a eles: Eu recebi Jesus em minha vida como o meu salvador, por isso, saiam da minha vida e vão incomodar o Corpo Governante, não eu!

Acredite: A verdadeira Igreja é a união de todos os verdadeiros cristãos. Jesus não fundou placas de igrejas nenhuma! As placas de igrejas são meios de cristãos com interpretações iguais se reunirem juntos e procurar representar a igreja de jesus. Todas as igrejas denominacionais têm erros, umas com mais, outras com menos. Somos todos imperfeitos! Mas nós cremos que o Espírito Santo de Deus nos levará a toda a verdade, conforme jesus nos prometeu em João 16:13. Assim, venha servir a jesus conosco, ao deus jeová da bíblia a quem certamente você tanto ama! Quando você vir coisas erradas, pense no exemplo de jeremias. Deus disse que perdoaria Jerusalém se houvesse nas ruas um homem que praticasse a justiça. (Jeremias 5:1) não havia! Jeremias era exceção! E ele perseverou na fé. Assim, em nossas igrejas, você servirá a jesus, dando exemplo em segui-lo, e pelo seu exemplo você ajudará outros a se manterem fieis. Sendo igreja corpo de cristo, e servindo a deus numa igreja cristã, evitando o mal e fazendo o bem, você saberá como se livrar de falsos profetas quando se deparar com eles, e fazer a sua parte no caminho de jesus. E eu, Pr. Fernando Galli, que já ajudou mais de 250 TJs a deixar a seita, estou à sua disposição para lhe ajudar a entender que Jesus é o caminho, sem atalhos, para o Pai. – Pr. Fernando Galli.

DESAFIO AO FALSO PROFETA ROMILSON FERREIRA

Estou desafiando este falso profeta a sofrer, ou eu ou ele, as consequências de se agir como falso profeta. Ele previu datas para arreba...