TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E O ANALFABETISMO FUNCIONAL DE SEUS APOLOGISTAS VIRTUAIS


O texto a seguir é uma resposta ao Sr. Rubens, o vulgo Queruwin, apologista virtual dos ensinos dos Testemunhas de Jeová, a seita que já mudou 341 vezes de ensinos e se proclama a única religião verdadeira. A resposta será fulminante, e mostrará como os "mióres" e mais destacados defensores dos ensinos TJs são completamente analfabetos funcionais ao refutarem a doutrina da Trindade. A seguir, o texto com fundo cinza é um print exato do texto deste pseudo intérprete da Bíblia e a resposta cristã é minha.


RESPOSTA CRISTÃ - Em primeiro lugar, a doutrina da Trindade não é Católica Romana, pois no segundo século já se combatiam hereges que negavam a divindade de Cristo e a pessoalidade do Espírito Santo. No século III, muitos hereges foram expulsos da Igreja por negarem a divindade das Três Pessoas Divinas, embora o nome ao ensino de Três Pessoas num só Deus ainda não fosse Trindade. Isto mostra que o Sr. Queruvin é um tremendo ignorante em história da Igreja Cristã. 

Em segundo lugar, o tal Queruwin afirma que o termo "união hipostática" não ocorre na Bíblia e que é um termo teológico, não bíblico. Mas a seita dele usa frequentemente termos como "corpo governante", "salão do reino", "Rei entronizado", "144 mil ungidos", etc. Esses termos são bíblicos? Aparece onde? Só se for na calcinha da Rose Ball, a empregada amante do Charles Taze Russell. Ou quem sabe nos bambus luminosos que certos aventureiros em Bíblia vendem por aí.

Em terceiro lugar, um termo não precisa estar literalmente escrito na Bíblia para seu conceito ser bíblico. Se a Bíblia diz que Jesus, existindo na forma de Deus, assumiu a forma de servo, de homem (Filipenses 2:5-8), então ocorreu uma união de duas formas em Cristo, a humana e a divina. Não se trata de união de duas pessoas, pois hipóstasys não significa "pessoa", mas natureza substancial, ser atual, realidade. Assim, união hipostática designa a união na mesma pessoa de Cristo de duas naturezas substanciais: a humana e a divina, pois existindo na forma de Deus, assumiu a forma de homem. Por isso que depois de ressuscitado, Jesus é reconhecido como Deus (João 20:28) e Homem (1 Timóteo 2:4). Então, o termo "união hipostática" usado pela Igreja Cristã, embora tivesse sido usado entre os filósofos gregos, tem a ver com a Bíblia, e não necessariamente com o conceito pagão. 

Em quarto lugar, as naturezas de Jesus estão juntas, mas não se misturam. O ignorante não soube nem explicar o que queremos dizer com isso, mas apenas deixou nossa crença escrita para os mais ignorantes que ele darem rizadas e perguntarem: Como se pode estar junto mas não misturar? Mas a resposta é: Não se misturam porque uma é eterna, a outra é criada, veio a existir. 


RESPOSTA CRISTÃ - Não cremos em três hypóstases ou substâncias na Divindade. Deus não possui três substâncias. A única substância que Deus possui é a divina. Mas é na Pessoa de Jesus que ocorre a união de substâncias ou naturezas, que não se misturam, logo, o Deus Triúno não possui duas substâncias. 

Se Platão ensinou isso, não temos nada a ver com ele, nem com suas crenças. Isso mostra que esse tal Queruvim refuta o que não conhece e a porcaria de seu texto se torna um desserviço aos leitores. Coisa de pseudo-intelectual bíblico. Veja no que realmente cremos:
“Adoramos um Deus em Trindade, e Trindade em Unidade, sem confundir as Pessoas, sem separar a substância”. - Credo de Atanásio.
Portanto, a substância divina não pode ser separada, pois é a mesma. O Deus Triúno não é Deus-Homem, mas é a Pessoa de Cristo que é Deus-Homem, e a substância humana não se mistura com a divina. 


RESPOSTA CRISTÃ - Onde a Bíblia ensina que que Jesus só passou a ser de natureza divina quando foi vivificado no espírito? Jesus, antes mesmo de vir a terra, é descrito como existindo na forma de Deus. (Filipenses 2:5, 6) Percebeu como que os hereges erram violentamente? O mesmo espírito que induziu essa seita a prever a volta de Jesus para 1914, 1925 e 1975 induz o Queruvim a negar as Escrituras e a ensinar mentiras. 

Agora veja outra mentira dele: Ele diz que não há como uma pessoa ser de natureza humana e ao mesmo tempo de outra natureza. Verdade! Em se tratando de pessoas como nós, não mesmo. Mas para Deus todas as coisas são possíveis. Então, partir do humano para entender o divino é o meio mais satânico de se criar um falso deus. E é exatamente isso que o deus TJ é: Um tremendo de falso deus! E digo mais: o "espírito santo" TJ é o próprio Satanás, o diabo!

Outra mentira dele. Embora a palavra "natureza" venha de physis, no grego, não é dessa palavra que união hipostática empresta o significado para dar a ideia de união das NATUREZAS do Redentor. União Hipostática descreve a união de duas hipóstasys, ou seja, duas naturezas, substâncias na pessoa de Cristo, e não no Deus-Triúno. Por isso, a teologia faz uma diferença sutil entre substância ou natureza (hipóstasys) e natureza (physis). A primeira tem a ver com a identidade, por isso Deus não pode ser formado por três substâncias, mas uma só. A segunda, tem a ver com a forma, com a pessoa. Aí sim Jesus podia ter a forma ou a natureza divina e humana, sem alterar sua identidade. Isso é apenas uma aulinha para certos desocupados virtuais que questionam o que não sabem e dizem que sabem do que não sabem. 


RESPOSTA CRISTÃ - Novamente, o tal Queruvin demonstra realmente não saber em que cremos. Nunca ensinamos que Jesus deixa de ser de uma natureza e se transforma em outra. Quem ensina isso são os TJs, que apregoam Jesus como um anjo que deixou de ser anjo para se tornar homem, e que depois voltou o ser o "Mimi" (Miguel para os mais íntimos), o Arcanjo. 

O que realmente, então cremos? Que Jesus, antes de vir à terra, possuía apenas uma natureza, a divina. Mas quando veio à terra, sem deixar de ser Deus (ou existindo na forma de Deus), ele assumiu outra natureza, a humana. Aqui na terra, Jesus era Deus-homem, mas como se humilhou, Jesus apresentou aos homens a sua natureza humana. Por isso, Jesus agia como homem, mas sem deixar de ser Deus. Ou seja, a natureza divina experimentava os atributos da humanidade de Cristo, como comer, beber, etc, e vice versa, ou seja, a natureza humana de Jesus participava dos atributos divinos, como curar, saber o futuro, etc. Sobre isso, há um imenso estudo sobre a Unio Personalis de Cristo (a união das naturezas do Redentor) e Communicatio Idiomatum (a comunicação dos idiomas), ou seja, aquilo que é próprio de uma das naturezas de Cristo pode ser dito que pertence ao Cristo todo, o Deus-Homem. 

Então, Jesus não era um pisca-pisca de naturezas. Mas são os ensinos do Corpo Governante que são um pisca pisca, não é mesmo? Afinal, são 341 mudanças de ensinos.

Por fim, Jesus, por ser Deus-homem, ao morrer, não foi um sacrifício além do que era necessário. Pois não foi sua divindade que morreu e nos foi dada na cruz (embora ela participou, sem misturar as naturezas). Jesus disse: "Destruam esse templo (o seu corpo) e em três dias EU O LEVANTAREI (eu ressuscitarei o meu corpo, ou seja, uma clara afirmação de sua divindade, entrelinhas). (João 2:19-21) Por isso, foi morto NA CARNE. 

Agora, veja como o Sr. Queruvim termina o texto dele:


O debate será bom. Mas até aqui todos os argumentos do Sr. Queruvin foram suavemente refutados, para mostrar que ele não sabe em que cremos e por isso sua refutação às nossas crenças não têm valor algum. - Pr. Fernando Galli.

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