sexta-feira, 31 de agosto de 2018

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - 342A. MUDANÇA DE ENSINO: O TERCEIRO CÉU E O PARAÍSO DE 2 CORÍNTIOS 12:4 - O QUE SÃO


Já estava achando falta dos lampejos de luz do "jeová-TJ"! Mas como todo ano acontece, uma nova luz do verdadeiro-deus-TJ para o Corpo Governante. Anteriormente, os TJs criam que o terceiro céu e o paraíso de 2 Coríntios 12:2-4 se referiam a:
1a. Luz - TERCEIRO CÉU SE REFERE A UM GRAU SUPERLATIVO DE ARREBATAMENTO. - "Portanto, parece que a referência ao “terceiro céu” indica um grau superlativo de arrebatamento no qual se teve esta visão. Note a maneira em que palavras e expressões são repetidas três vezes em Isaías 6:3; Ezequiel 21:27; João 21:15-17; Revelação 4:8, evidentemente com o fim de expressar uma intensificação da qualidade ou ideia." - Estudo Perspicaz, p. 493. Volume 1.
1A. Luz - PARAÍSO SE REFERE A UMA CONDIÇÃO ESPIRITUAL EXISTENTE ENTRE O POVO DE DEUS, REFERINDO-SE AO TEMPO DO FIM, DA COLHEITA. "Arrebatada até o “terceiro céu” (veja CÉU, I [Terceiro Céu]), a pessoa que teve a visão entrou no “paraíso” e ouviu palavras inefáveis. Pode-se depreender que esse paraíso observado em visão podia referir-se a uma condição espiritual existente entre o povo de Deus, como se deu no caso do Israel carnal, do fato de que a congregação cristã também era o “campo de Deus em lavoura”, seu vinhedo espiritual, arraigado em Cristo Jesus e produzindo frutos para o louvor de Deus. (1Co 3:9; Jo 15:1-8) Como tal, substituíra a nação de Israel no favor de Deus. (Veja Mt 21:33-43.) A visão de Paulo, no entanto, deve logicamente ter tido aplicação a uma época futura, de modo a constituir uma ‘revelação’. (2Co 12:1) Uma apostasia havia de se manifestar na congregação cristã e já operava nos dias de Paulo; resultaria numa condição semelhante à de um campo ressemeado com joio. (Mt 13:24-30, 36-43; At 20:29; 2Te 2:3, 7; compare isso com He 6:7, 8.) Assim, parece razoável que a visão que Paulo teve do paraíso não se aplicaria enquanto este fosse o caso, mas evidentemente se relacionaria com a época da “colheita”, quando os cristãos genuínos seriam ajuntados pelos ceifeiros angélicos e usufruiriam ricas bênçãos e prosperidade espiritual concedidas por Deus." - Estudo Perspicaz, p. 175. Volume 3. 
Em outras palavras, anteriormente se cria que o "terceiro céu" seria uma forma de se dizer que Paulo teve uma forma superlativa de arrebatamento, pois o número 3 indica ênfase. E o paraíso referia-se ao paraíso espiritual que as TJs usufruem enquanto os 144 mil estão sendo ajuntados, equivalendo a colheita. Então, esse paraíso se refere a situação ATUAL DO POVO TJ.

Mas a luz brilhou, e agora este terceiro céu sofreu uma pequena mudança e o paraíso também. Vejamos:
2a. LUZ - "O “terceiro céu” de 2 Coríntios 12:2 provavelmente é o Reino governado por Jesus e pelos 144 mil, também chamado de “novos céus” em 2 Pedro 3:13. Esse céu ´ é o “terceiro” porque o Reino ´ é um tipo de governo ´ único; ´ é o melhor que existe." - A Sentinela Dezembro de 2018, Edição de Estudo, p. 8. 
2a. LUZ - O “paraíso” para onde Paulo foi “arrebatado” na visão provavelmente se refere (1) ao Paraíso que vai existir na Terra, (2) ao paraíso espiritual que vai existir naquela ´ época, muito maior do que o paraíso espiritual que existe hoje e (3) ao “paraíso de Deus” no céu. Todos eles vão existir ao mesmo tempo no novo mundo." - A Sentinela Dezembro de 2018, Edição de Estudo, p. 8.
Em outras palavras, a mudança foi a seguinte: O terceiro céu é "terceiro" por ser superior, e não mais por ser uma forma superlativa de arrebatamento. Refere-se ao governo ou reino de Deus para os 144 mil nos céus. E o paraíso, em vez de ser sinônimo de terceiro céu, não mais significa o paraíso espiritual que supostamente já ha entre as TJs, mas a três tipos de paraísos diferentes que existirão: O literal, na terra paradisíaca, o espiritual que existira entre os TJs que estiverem vivendo na terra para sempre e o paraíso celestial.

Para a igreja cristã, o paraíso é o próprio terceiro céu. São expressões sinônimas, referindo-se ao lugar para onde os mortos, como aquele ex-ladrão na cruz ao qual, naquele mesmo dia, foi levado, junto com Jesus. (Lucas 23:43) Paulo foi levado ao mundo além morte, chamado de terceiro céu ou paraíso, onde os que viveram aqui aguardam a ressurreição dos mortos! - Pr. Fernando Galli.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

DETONANDO FRÁGIL ARGUMENTO TJ COM BASE NO TEXTO DE JOÃO 1:3 — LUBE, Brício

Leiamos o texto na TNM edição 2015: "Todas as coisas vieram a existir por meio dele, e sem ele nem mesmo uma só coisa veio a existir. O que veio a existir" - João 1:3.

"ARGUMENTO" JEOVISTA:
No afã de tentar provar que a frase "sem Jesus, nem mesmo uma só coisa veio a existir" prova que Jesus é uma criatura, o argumento jeovista diz:
"Imagine que você diga sobre sua esposa: “sem ela, nada nesta casa foi comprado”, ou ainda “sem ela, nada do que eu tenho na vida foi conquistado” Por que você diria “sem ela” se você sempre tivesse estado “com ela”?
Justamente, a expressão “sem ele” indica que Deus esteve sozinho – e que nada do que foi feito se fez enquanto Deus estava sozinho, isto é, ‘sem o Logos’."
RESPOSTA CRISTÃ - Permita-me confessar que, se fosse esse o caso (visto que não encontramos qualquer episódio onde há tal afirmação da parte do Pai para com o Filho mas sim o registro do Apóstolo em seu prólogo a fim de exaltar o Verbo) obviamente eu diria: "sem ela, nada nessa casa foi comprado" — com relação a minha esposa — admitindo minha DEPENDÊNCIA para com a mesma para adquirir as coisas na casa e/ou qualquer outra coisa na vida. Eu diria "sem ela" para destacá-la! Distingui-la de tudo que foi comprado ou adquirido por NÓS. E que isso não seria possível sem a mesma.

Mas será que Deus teria dependido de uma criatura para criar tudo? Não né? Logo, a analogia jeovista é uma falácia sustentada por uma FALSA comparação absurda, pois põe em pé de igualdade a relação entre marido e esposa com a relação entre Pai e Filho na criação de todas as coisas QUE VIERAM A EXISTIR.

Vê-se que a expressão "sem ele" (em João 1:3) ratifica o fato de que Esse estava com Deus (revelado a igreja como "o Pai") antes de tudo que veio a existir ter sido criado/feito. Nada foi de fato criado sem o Verbo.

É ululante a verdade de que o Verbo — como bem expresso nesse verso — não pode ter sido o intermediário da criação de si mesmo (v.3, quem ler entenda), considerando ser impossível alguém ser criado ou "nascido" sem vir a existência (leia atentamente o verso 3 na TNM - 2015).

Sugerir — como insistem as testemunhas da Torre de vigia  — um suposto "nascimento" ou "criação" do Verbo no princípio (ver Jo.1:1), alegando ser um evento anterior à criação de "todas as coisas que vieram a existir" (v. 3), devido o mesmo, ser chamado  "primogênito de toda criação", é um absurdo lógico violentamente anacrônico, haja vista que toda idéia de LITERALIDADE com respeito a "primogenitura" do Verbo, compreende o evento encarnacional e ressurreição messiânica. Nesse sentido, é possível afirmarmos que é dúplice a primogenitura de Cristo: 1) Em seu nascimento terreno através do Espírito - assim também o primogênito de Sua mãe (Mt 1:20, 25; Lc.2:7); 2) Como a Cabeça da igreja, misticamente gerado do Pai, no dia de sua ressurreição (Cl 1:18; Hb 1:5; Rm 8:29; Ap 1:5). A filiação e a ressurreição são relacionadas da mesma maneira, ver Lc 20:36; Rm 1:4; Rm 8:23; 1Jo 3:2. Cristo por ressuscitar dentre os mortos é a causa eficiente e exemplar, por ser o modelo (Mq 2:13; 1Co 15:22; Rm 6:5; Fp 3:21) de nossa ressurreição, pois a ressurreição da “Cabeça” consequentemente inclui a dos membros. Isso posto, podemos também entender que o Messias “é o primeiro gerado diretamente do Espírito [Deus], assim como os seus irmãos são também gerados do Espírito (Mt.1:20; Jo 3:5; 1 Jo 5:18), sendo assim primogênito, isso é, o primeiro dentre muitos irmãos (Rm 8:14; Gl 3:26; 1 Jo 3:1,2) e o principal herdeiro dentre eles” (Rm 8:17; Gl 4:7). Assim, o termo traduzido como “primogênito” (em Cl 1:15) NÃO É LITERAL, mas denota que Jesus tem status especial associado a um primogênito — o que fora manifesto na plenitude dos TEMPOS. A intenção de Paulo por trás de sua descrição de Jesus como "o Primogênito de toda a criação" é um universo distante da interpretação ariana das testemunhas da Torre, que insistem que a palavra mostra que o Filho foi o "primeiro" de todas as outras coisas criadas; todo o contexto exige que o termo seja entendido no sentido hebraico como uma atribuição de prioridade de classificação ao filho primogênito que goza de um lugar especial no amor do pai — mas o diabo não deixa essa gente ver isso, lembra ? "o diabo cegou o entendimento dos incrédulos" (2Co 4:4). Embora alguns considerem este gen. como partitivo (primogênito que é parte da criação), tanto devido ao campo léxico de "primogênito" incluindo "preeminência sobre" (e não simplesmente uma ordem cronológica literal do nascimento) quanto a oração adverbial causal ("porque [ou] nele todas as coisas foram criadas") - fazem pouco sentido se mera ordem cronológica está em mente, é muito mais provável que esteja expressando subordinação. Além disso, embora muitos exemplos de subordinação envolvam substantivo principal verbal, nem todos são assim (note 2 Co 4:4, bem como At 13:17). O significado resultante parece ser uma confissão primitiva do senhorio de Cristo e, por conseguinte, sua divindade. Ele é o “princípio” (Ap 3:14; Cl 1:18)  — quer dizer, da nova criação. Não a primeira das criaturas como os arianos e unitários fazem agora, mas a fonte original da criação através do qual Deus trabalha. O Messias é o princípio da igreja dos primogênitos (Hb 12:23), como sendo Ele mesmo o “primogênito dentre os mortos” (At 26:23; 1Co 15:20,23). A Bíblia revela expressamente que Ele é a base ideal de toda subsistência, a fonte original e esfera de atividade como elemento condicional da vida de tudo que é criação (Colossenses 1:15-17). Aliás, propor a hipótese de um Deus maior gerando outro deus menor, seja lá onde for, soa forçosa e "deliciosamente GNÓSTICO" — Tjs não sabem o que isso significa. Aqueles que se utilizam desta via, além de se auto-proclamarem henoteístas (o que a Bíblia condena veementemente, visto que a fé cristã e monoteísta) demonstram total desespero em defesa de sua doutrina débil, outrossim, uma profunda ignorância com respeito a revelação Bíblica concernente a questão.

Decerto que negar a eternidade do Verbo - alegando ser Ele uma "criatura" - é ignorar o fato de todas as coisas criadas terem tido origem mediante atuação ativa do mesmo, sendo isso claro em todo NT (cf. Colossenses 1:16; Hebreus 1:2). Em João 1:3 o apóstolo afirma categoricamente que o Verbo é ETERNO. Vejamos:

Primeiro, é importante entendermos que quando termos como "todo", "tudo" ou "todas as coisas", aparecem sem a devida explicação aparente em um determinado texto, é evidente que devemos discernir relativamente seu alvo ou significado, trabalhando a partir do contexto e demais passagens que tratam do mesmo assunto de uma forma mais ampla para chegar a um denominador comum ou sentido que a expressão deva significar, bem como a expansão do seu sentido, por exemplo:
"O mundo todo jaz no maligno" (1 Jo 5:19)
Que mundo é esse ? Em que sentido "o mundo todo" está expresso? Não se diz (!), daí utilizamos o recurso. Todavia, considere o verso 3 e 4 do prólogo joanino, onde há no mesmo verso a devida explicação da expressão que aparece na oração, definindo ao que o apóstolo se refere utilizando o termo "todas as coisas", veja:
"Todas as coisas vieram a existir por meio dele, e sem ele, nem mesmo uma só coisa veio a existir. O que veio a existir por meio dele foi a vida" - TNM 2015.
Quais são "todas as coisas" que aparece no verso ?
"as que vieram a existir"..., ou, "as que foram feitas".
Ou seja, quando se fala acerca da vida (ζωή/dzōē/existência) — que no texto compreende as coisas que vieram a existir ou foram feitas —, se faz referência a tudo quanto o Verbo divino foi instrumentalmente responsável pela sua origem, pois ele é antes de "todas as coisas", quais ?

“as que vieram a existir”, ou "foram feitas".
Perceba que esse fato o exclui definitivamente de tudo aquilo que “veio a existência”, ou "que foi feito", e não apenas daquilo que veio a existir “depois dele”, sendo uma prova incontestável de sua eternidade — lembre-se que somente o Todo-Poderoso é eterno. 
É óbvio que nenhum escritor bíblico ensinou que o Verbo participou da criação de tudo que veio a existência “depois dele”, ou que exista a possibilidade dele ter sido criado sem ter vindo a existência. Isso é coisa de intérpretes de poleiro.
Para mais, se o apóstolo quisesse ensinar que ele foi criado antes de “todas as coisas” nesse texto, ele teria escrito da seguinte forma: "depois dele” (gr. μετ αυτον), nem mesmo uma só coisa veio a existir"... Mas sabemos que não foi isso que ele escreveu. Portanto, não é isso que esse verso ensina, e não há ninguém que possa mudar isso. Assim chegamos a uma conclusão sólida acerca do significado de uma expressão ou termo em um determinado contexto.
Definitivamente, não há como negar a coigualdade ontológica entre as pessoas na Divindade (Pai, Filho e Espírito Santo).

Assim, respondendo a pergunta jeovista de forma mais simples - Por que você diria “sem ela” se você sempre tivesse estado “com ela?" - teríamos: PELO SIMPLES FATO DE QUE O LOGOS SEMPRE ESTEVE COM DEUS E NUM CERTO PONTO DESSE RELACIONAMENTO DEUS DECIDIU CRIAR, e nada do que Ele criou, o fez SEM O LOGOS.

Brício Lube, IPB de Teixeira de Freitas BA.
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* Lembrando que marido e mulher são da mesma natureza. Ambos são humanos e, portanto, criaturas. A comparação jeovista é tão medíocre que compara a relação interdependente de duas criaturas, em que uma depende da outra para adquirir algo, com a relação entre o Criador e uma suposta criatura, onde o Criador não dependeria em nada de sua criatura. Se essa comparação não se preta nem para ajudar o próprio argumento jeovista, quão mais terrível seria para apoiar o argumento cristão. Outro erro gritante da comparação é que põe um relacionamento eterno ao lado de um que não é eterno. homem precisou casar para se tornar o marido, e a mulher também para se tornar esposa. Mas nada na Bíblia ensina que Deus se tornou Pai com o criação do Logos. 

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ COMPARANDO O ESPÍRITO SANTO COM UMA BATERIA DE CARRO


Um dos defensores das crenças TJs que se denomina "apologista-da-verdade" tentou refutar um questionamento nosso sobre a pessoalidade do Espírito Santo. Perguntamos como pode o Espírito Santo ser "poder" ou "força", se a Bíblia usa a expressão "poder do Espírito Santo", em Lucas 2:27 e Romanos 15:13. Veja a resposta do TJ e nossa réplica fulminante:


RESPOSTA CRISTÃ - A tentativa do apologista-da-verdade de nos refutar é um verdadeiro desperdício de espaço virtual. A comparação é tola! A razão de perguntarmos como o Espírito Santo pode ser "poder" se a Bíblia diz que Ele tem poder é porque se substituirmos "Espírito Santo" por "poder" a expressão ficaria ridícula! Faz sentido: "Poder de poder?" "Poder de força"? Por isso, é ridículo comparar a expressão "poder de Espírito Santo" com "poder da espada", "poder de sepultura", "poder da ira", "poder da língua", já que segundo os TJs o Espírito Santo é o poder, mas a língua não é o poder, a sepultura não é o poder, a ira não é o poder, muito menos a espada é o poder. 

Outra bobagem, a pior de todas, é comparar o Espírito Santo com uma bateria de carro. Veja:

RESPOSTA CRISTÃ - Parece piada isso. O Espírito Santo, na ótica TJ, não é o poder, mas a força, assim como a bateria tem poder concentrado, mas quando o motorista dá a partida, a bateria libera força elétrica. Então, Lucas 2:27 e Romanos 15:13 estariam falando do poder da força? (KAKAKA!) Ademais, onde a Bíblia ensina que o Espírito Santo é o poder de Deus concentrado, e quando Deus dá a partida, ele libera força?

Também, a Bíblia ensina que o Espírito Santo libera poder, não força. Jesus disse: Recebereis PODER ao descer sobre vós o Espírito Santo. (Atos 1:8) Certa vez um TJ metido a saber hebraico me disse que o Espirito Santo é força sim, pois a Bíblia que eu uso, a Almeida Século 21, em Isaías 40:29, diz que Deus dá força ao cansado, logo, o Espírito Santo é força. Mas em hebraico a palavra não é "espírito" (ruach), então, não está falando do Espírito Santo. E se Deus dá poder, força, logo o poder, a força não é Deus. Então, se o Espírito Santo dá poder, força, então Ele não é poder, força. - Pr. Fernando Galli.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E O ANALFABETISMO FUNCIONAL DE SEUS APOLOGISTAS VIRTUAIS


O texto a seguir é uma resposta ao Sr. Rubens, o vulgo Queruwin, apologista virtual dos ensinos dos Testemunhas de Jeová, a seita que já mudou 341 vezes de ensinos e se proclama a única religião verdadeira. A resposta será fulminante, e mostrará como os "mióres" e mais destacados defensores dos ensinos TJs são completamente analfabetos funcionais ao refutarem a doutrina da Trindade. A seguir, o texto com fundo cinza é um print exato do texto deste pseudo intérprete da Bíblia e a resposta cristã é minha.


RESPOSTA CRISTÃ - Em primeiro lugar, a doutrina da Trindade não é Católica Romana, pois no segundo século já se combatiam hereges que negavam a divindade de Cristo e a pessoalidade do Espírito Santo. No século III, muitos hereges foram expulsos da Igreja por negarem a divindade das Três Pessoas Divinas, embora o nome ao ensino de Três Pessoas num só Deus ainda não fosse Trindade. Isto mostra que o Sr. Queruvin é um tremendo ignorante em história da Igreja Cristã. 

Em segundo lugar, o tal Queruwin afirma que o termo "união hipostática" não ocorre na Bíblia e que é um termo teológico, não bíblico. Mas a seita dele usa frequentemente termos como "corpo governante", "salão do reino", "Rei entronizado", "144 mil ungidos", etc. Esses termos são bíblicos? Aparece onde? Só se for na calcinha da Rose Ball, a empregada amante do Charles Taze Russell. Ou quem sabe nos bambus luminosos que certos aventureiros em Bíblia vendem por aí.

Em terceiro lugar, um termo não precisa estar literalmente escrito na Bíblia para seu conceito ser bíblico. Se a Bíblia diz que Jesus, existindo na forma de Deus, assumiu a forma de servo, de homem (Filipenses 2:5-8), então ocorreu uma união de duas formas em Cristo, a humana e a divina. Não se trata de união de duas pessoas, pois hipóstasys não significa "pessoa", mas natureza substancial, ser atual, realidade. Assim, união hipostática designa a união na mesma pessoa de Cristo de duas naturezas substanciais: a humana e a divina, pois existindo na forma de Deus, assumiu a forma de homem. Por isso que depois de ressuscitado, Jesus é reconhecido como Deus (João 20:28) e Homem (1 Timóteo 2:4). Então, o termo "união hipostática" usado pela Igreja Cristã, embora tivesse sido usado entre os filósofos gregos, tem a ver com a Bíblia, e não necessariamente com o conceito pagão. 

Em quarto lugar, as naturezas de Jesus estão juntas, mas não se misturam. O ignorante não soube nem explicar o que queremos dizer com isso, mas apenas deixou nossa crença escrita para os mais ignorantes que ele darem rizadas e perguntarem: Como se pode estar junto mas não misturar? Mas a resposta é: Não se misturam porque uma é eterna, a outra é criada, veio a existir. 


RESPOSTA CRISTÃ - Não cremos em três hypóstases ou substâncias na Divindade. Deus não possui três substâncias. A única substância que Deus possui é a divina. Mas é na Pessoa de Jesus que ocorre a união de substâncias ou naturezas, que não se misturam, logo, o Deus Triúno não possui duas substâncias. 

Se Platão ensinou isso, não temos nada a ver com ele, nem com suas crenças. Isso mostra que esse tal Queruvim refuta o que não conhece e a porcaria de seu texto se torna um desserviço aos leitores. Coisa de pseudo-intelectual bíblico. Veja no que realmente cremos:
“Adoramos um Deus em Trindade, e Trindade em Unidade, sem confundir as Pessoas, sem separar a substância”. - Credo de Atanásio.
Portanto, a substância divina não pode ser separada, pois é a mesma. O Deus Triúno não é Deus-Homem, mas é a Pessoa de Cristo que é Deus-Homem, e a substância humana não se mistura com a divina. 


RESPOSTA CRISTÃ - Onde a Bíblia ensina que que Jesus só passou a ser de natureza divina quando foi vivificado no espírito? Jesus, antes mesmo de vir a terra, é descrito como existindo na forma de Deus. (Filipenses 2:5, 6) Percebeu como que os hereges erram violentamente? O mesmo espírito que induziu essa seita a prever a volta de Jesus para 1914, 1925 e 1975 induz o Queruvim a negar as Escrituras e a ensinar mentiras. 

Agora veja outra mentira dele: Ele diz que não há como uma pessoa ser de natureza humana e ao mesmo tempo de outra natureza. Verdade! Em se tratando de pessoas como nós, não mesmo. Mas para Deus todas as coisas são possíveis. Então, partir do humano para entender o divino é o meio mais satânico de se criar um falso deus. E é exatamente isso que o deus TJ é: Um tremendo de falso deus! E digo mais: o "espírito santo" TJ é o próprio Satanás, o diabo!

Outra mentira dele. Embora a palavra "natureza" venha de physis, no grego, não é dessa palavra que união hipostática empresta o significado para dar a ideia de união das NATUREZAS do Redentor. União Hipostática descreve a união de duas hipóstasys, ou seja, duas naturezas, substâncias na pessoa de Cristo, e não no Deus-Triúno. Por isso, a teologia faz uma diferença sutil entre substância ou natureza (hipóstasys) e natureza (physis). A primeira tem a ver com a identidade, por isso Deus não pode ser formado por três substâncias, mas uma só. A segunda, tem a ver com a forma, com a pessoa. Aí sim Jesus podia ter a forma ou a natureza divina e humana, sem alterar sua identidade. Isso é apenas uma aulinha para certos desocupados virtuais que questionam o que não sabem e dizem que sabem do que não sabem. 


RESPOSTA CRISTÃ - Novamente, o tal Queruvin demonstra realmente não saber em que cremos. Nunca ensinamos que Jesus deixa de ser de uma natureza e se transforma em outra. Quem ensina isso são os TJs, que apregoam Jesus como um anjo que deixou de ser anjo para se tornar homem, e que depois voltou o ser o "Mimi" (Miguel para os mais íntimos), o Arcanjo. 

O que realmente, então cremos? Que Jesus, antes de vir à terra, possuía apenas uma natureza, a divina. Mas quando veio à terra, sem deixar de ser Deus (ou existindo na forma de Deus), ele assumiu outra natureza, a humana. Aqui na terra, Jesus era Deus-homem, mas como se humilhou, Jesus apresentou aos homens a sua natureza humana. Por isso, Jesus agia como homem, mas sem deixar de ser Deus. Ou seja, a natureza divina experimentava os atributos da humanidade de Cristo, como comer, beber, etc, e vice versa, ou seja, a natureza humana de Jesus participava dos atributos divinos, como curar, saber o futuro, etc. Sobre isso, há um imenso estudo sobre a Unio Personalis de Cristo (a união das naturezas do Redentor) e Communicatio Idiomatum (a comunicação dos idiomas), ou seja, aquilo que é próprio de uma das naturezas de Cristo pode ser dito que pertence ao Cristo todo, o Deus-Homem. 

Então, Jesus não era um pisca-pisca de naturezas. Mas são os ensinos do Corpo Governante que são um pisca pisca, não é mesmo? Afinal, são 341 mudanças de ensinos.

Por fim, Jesus, por ser Deus-homem, ao morrer, não foi um sacrifício além do que era necessário. Pois não foi sua divindade que morreu e nos foi dada na cruz (embora ela participou, sem misturar as naturezas). Jesus disse: "Destruam esse templo (o seu corpo) e em três dias EU O LEVANTAREI (eu ressuscitarei o meu corpo, ou seja, uma clara afirmação de sua divindade, entrelinhas). (João 2:19-21) Por isso, foi morto NA CARNE. 

Agora, veja como o Sr. Queruvim termina o texto dele:


O debate será bom. Mas até aqui todos os argumentos do Sr. Queruvin foram suavemente refutados, para mostrar que ele não sabe em que cremos e por isso sua refutação às nossas crenças não têm valor algum. - Pr. Fernando Galli.

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