sábado, 29 de setembro de 2012

APOSTILA - PREVINA SUA IGREJA CONTRA OS ENSINOS ERRÔNEOS DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ


Este importante trabalho não tem como por objetivo atacar nenhuma pessoa em particular, pois a constituição garante o direito à liberdade religiosa a todo indivíduo. Não obstante, a constituição igualmente garante o direito à liberdade de expressão. Por isso, observamos as próprias Testemunhas de Jeová atacar abertamente a TODAS as religiões em suas publicações, chamando-as de “religiões falsas”, “Babilônia, a Grande”, dirigidas por Satanás, não importando qual - católica, espírita, evangélica, etc. Se é assim, devem, pois, estar dispostas a enfrentar críticas. Como as próprias Testemunhas de Jeová afirmam tão categoricamente em uma publicação delas: 
“Não é forma de perseguição religiosa alguém dizer e mostrar que a religião de outrem é falsa. Não é perseguição religiosa uma pessoa informada expor publicamente uma religião falsa, permitindo assim que outros vejam a diferença entre a falsa religião e a verdadeira.” - Revista A Sentinela de 15 de Maio de 1964, página 304. 
Esse texto também não tem como por objetivo incitar qualquer tipo de violência contra as Testemunhas de Jeová; pelo contrário! Após o leitor se aperceber do que esse movimento realmente se constitui e o que ele de fato faz com seus membros, poderá ser compelido a ajudá-las, tentando abrir seus olhos e, claro, impedir que qualquer amigo se adiante nos seus ensinamentos, antes que seja tarde. A seguir, um estudo resumido dos principais erros da Organização Testemunhas de Jeová. Faça várias cópias deste estudo e distribua em sua Igreja e vizinhança.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

TEM VOCÊ O PÉSSIMO HÁBITO DE CONTAR FIGOS?


Uma das práticas daqueles que amam semear contendas entre irmãos é a calúnia. Na linguagem popular, refere-se à mentira, invenção, falsidade. Na jurídica, trata-se da "falsa imputação a alguém de um fato defininido como crime", diz o Dicionário Aurélio.

Calúnia é bem pior do que tagarelice, pois envolve falsa acusação, difamação. O caluniador planeja a calúnia; é capaz até de envolver pessoas para tramar esse pecado contra seu próximo, contra uma pessoa por ele odiada. É pecado também contra Deus. Mas o que tem a ver "contar figos" com a calúnia?

Jesus, ao falar às multidões, disse: "A ninguém maltrateis, não deis denúncia falsa e contentai-vos com o vosso soldo." (Lucas 3:14) A expressão "denúncia falsa", no grego, vem do verbo "sukophantéo", o qual origina-se de "sukón" (figos) mais "phaíno" (expor, contar). (HENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testamento. Lucas. Volume 1. Páginas 296, 297. Editora Cultura Cristã.) Pagava-se uma quantia para pessoas entregarem traficantes de figos, em Jerusalém. Todavia, alguns, com o fim de receber dinheiro, acusavam pessoas de traficar figos falsamente. Então, "contar figos" passou a significar "acusar falsamente", "caluniar".

Será que temos o hábito horrível de caluniar pessoas? Eu já fui vítima de calúnia. E no afã de provar a calúnia, os que fizeram isso comigo planejaram muito bem o que fariam. Agiram com maldade, perversidade, como se Deus não estivesse observando. Sofri muito por isto.

Mas quero pensar com você sobre quão terrível pode ser as consequências para o caluniado. Noites sem dormir, tristeza profunda, receio do próximo passo que o caluniador dará e um constante questionamento para Deus: Como podem mentir, inventar, maquinar e tentar denegrir a imagem de um filho de Deus, de um irmão em Cristo?

O caluniador que professa o Cristianismo, para ver a imagem da pessoa destruída, esconde-se diante de duas falsas verdades que ele mesmo cria para se escusar do que faz: Primeiro, ele quer dar uma lição na pessoa, quando na verdade Jesus ensina a conversar com o outro irmão e dialogarem. O caluniador pula esse passo e procura literalmente acabar com a pessoa. Segundo, o caluniador acha que no fim tudo contribuirá para o aprendizado de ambas as partes, e que tudo coopera para o bem daqueles que temem a Deus.

Como evitar a calúnia? Primeira ajuda: evitemos ser fofoqueiros. Isso não significa que, quando estivermos munido de provas, por exemplo, contra um irmão que envolveu-se em imoralidade sexual e não pretende se arrepender, não o entregará aos pastores para darem a ele a devida ajuda e/ou disciplina. Mas a fofoca prepara o alicerce para um possível futuro caluniador, que não tem receio de deturpar os fatos e de inventar mentiras contra seu próximo.

Uma outra ajuda: Medite em textos como: (a) "O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias." (Provérbios 21:23); (b) "O tolo é destruído pelas suas próprias palavras. Ele começa dizendo tolices e acaba falando coisas absurdas e más. O tolo não pára de falar." (Eclesiastes 10:12-14, NTLH); "Além do mais, aprendem também a viver ociosas, andando de casa em casa; e não somente ociosas, mas ainda tagarelas e intrigantes, falando o que não devem." (1 Timóteo 5:13)

Quem já não fofocou sobre alguém, ou não fez uma calúnia? Mesmo assim, devemos evitar repetir esse pecado que Deus odeia. (Provérbios 6:16-19) Calúnia causa divisão, e isso Deus abomina. Pense nisso com carinho. Perdoe quem te caluniou e peça perdão a quem você caluniou. - Fernando Galli.

ADVENTISTA

IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA – PARTE DE SEUS PIONEIROS NÃO CRIAM NA TRINDADE! Todos sabemos que a Igreja Adventista do Sétimo Dia se con...