HERESIAS NEOPENTECOSTAIS - A BAGUNÇA DAS LÍNGUAS

Reunir-se como Igreja - uma provisão divina para o intercâmbio de encorajamento. Oportunidade para a prática dos mandamentos recíprocos: amando-nos, estimulando-nos, encorajando-nos. (Hebreus 10:24, 25) Nessas ocasiões, Deus dita nosso comportamento. Mas será que os defensores do continuísmo dos dons estão se comportando nos cultos ao Senhor conforme Ele espera? 
Em 1 Coríntios 14:27-31, lemos uma ordem apostólica de Paulo, inspirada por Deus, à Igreja de Corinto:
➤ "Se alguém falar em uma língua, que falem somente dois, quando muito três, um de cada vez, e haja quem interprete. Mas, se não houver intérprete, permaneça calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus. Que dois ou três profetas falem, e os outros julguem o que foi dito. Mas se for dada uma revelação a alguém que estiver sentado, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, um de cada vez, para que todos aprendam e sejam encorajados."
Com base neste texto, perguntamos: Nossos irmãos pentecostais estão obedecendo a essas palavras? Na grande maioria, a resposta é não. O Comentário Bacon explica sobre isso:
➤ “Além do limite do número de pessoas que podiam falar em línguas, estas deveriam falar uma de cada vez. Esta restrição iria eliminar a confusão gerada por várias pessoas falando ao mesmo tempo [...] em um culto público.nos mostra que não devemos pensar que as línguas’ eram o resultado de um irresistível impulso do Espírito Santo que levava os homens a fazer um discurso em êxtase e desorganizado. Se eles preferissem, poderiam manter silêncio, e isso é o que Paulo os instruiu a fazer em certas ocasiões”.¹
Portanto, fica bem claro que impor limites quanto ao número de pessoas que falavam em línguas e condicionar o uso desse dom à existência de intérpretes visava por ordem no culto. Infelizmente, pentecostais e neopentecostais não estão interessados em fazer isso, tornando o culto uma verdadeira farra ou bagunça. E não podemos admitir que se há essa desordem, os dons de línguas ali, e até outros, sejam, de fato, manifestações do Espírito Santo. Fala-se em língua do começo ao fim do culto, inclusive durante o louvor, atrapalhando os que louvam, e até durante a pregação, impedindo a correta compreensão da mensagem. - Fernando Galli.



¹ Greathouse, William M & Metz, Donald S. & Karver, Frank G. O Comentário Bíblico Bacon : Romanos e 1 e 2 Coríntios: Volume 8, página 353. CPAD, Rio de Janeiro, 2006. 


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