TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - O QUE SIMBOLIZAM OS DOIS BASTÕES QUE SE TORNAM UM?

Em Ezequiel 37:15-17, lemos sobre dois bastões se tornarem um. Leia o texto, analise a correta interpretação dessa passagem e segure o fôlego, porque no mínimo achará cômica a interpretação incompetente que o Corpo Governante das TJs dão para o cumprimento moderno deste texto.
"E a palavra do SENHOR veio a mim: Ó filho do homem, pega um pedaço de madeira e escreve nele: Para Judá e para os israelitas, seus companheiros. Depois pega outro pedaço de madeira e escreve nele: Para José, madeira de Efraim, e para toda a casa de Israel, seus companheiros. E junta um ao outro, para que se unam e formem um só pedaço na tua mão."
Qual a interpretação correta do texto? Um de nossos comentários bíblicos responde:
"Quase três séculos antes, desde o final do reinado de Salomão, o povo de Israel fora dividido em dois reinos, Israel e Judá. Serão não somente restaurados, como prometido no oráculo anterior, mas também formarão novamente uma única nação." - Comentário Bíblico Vida Nova, página 1116.
Unir as duas varas ou bastões num só não significa nada mais do que isto: Uma profecia de restauração em que as tribos setentrionais e do sul se uniriam numa única nação. Todos os israelitas dispersados entre as nações retornariam sob um único pastor, Davi, um meio de se prever que se Israel obedecesse a Deus, nunca mais seriam duas nações. Como Israel cedeu anos à frente à idolatria e se desviou dos propósitos de Deus, negando até mesmo o Rei dos reis, Jesus Cristo, o Davi Maior, por assim dizer, Israel foi rejeitado por Deus e caiu nas mãos de nações pagãs. 

Qual é a interpretação do Corpo Governante? Para os dias de restauração de Israel, a seita TJ segue a mesma linha de interpretação nossa. Mas a piada surge quando o Corpo Governante tenta estabelecer um paralelo profético entre as duas varas para nossos dias. Observe:

A Sentinela 1o. de julho de 2016, Pergunta dos Leitores.
Com este quadro acima, o Corpo Governante interpreta que a vara para Judá representava os ungidos, desde 1919, e a vara de Efraim as outras ovelhas da Grande Multidão (João 10:16; Apocalipse 7:9-13), que eles propositalmente não põem data, pois segundo a seita começaram a ser ajuntadas em 1935 - algo que a Bíblia jamais menciona. Assim, querem dizer que os atuais do restante ungido, que esperam viver nos céus (há uns 15 mil deles ainda vivos) e os da Grande Multidão (quase 8 milhões de TJs) que esperam viver na terra para sempre se tornaram um só rebanho, um só pastor. 

Esta interpretação é um disparate. Significa brincar com a Bíblia. Nem precisaríamos nos aprofundar muito para mostrar quão ilógica ela é, mas a título de fazer os TJs raciocinarem, faremos umas perguntas:
  1. Quando foi que os ungidos e a grande multidão se dividiram, ou viveram separados, quer politicamente, quer religiosamente, de modo que fosse preciso Jeová uni-los novamente?
  2. Ezequiel 37:25 diz que esse povo unificado viveria para sempre na terra. Mas como se parte dele irá para o céu e a outra parte viverá na terra? 
  3. Os TJs ensinam que os 144 mil reinarão lá dos céus sobre a Grande Multidão. Qual parte da profecia de Ezequiel prevê esse acontecimento, de uma parte da nação reinar sobre outra, se esta profecia mostra que o povo unificado de Jeová teria um só Rei, o Davi Maior, Jesus Cristo?
Compreende que essa seita não merece o menor crédito na interpretação das Escrituras? Então, se você é TJ, por favor, abandone o mais rápido possível essa VELHARADA de maus intérpretes da Bíblia e converta-se a Cristo. Vá brincar com a Bíblia assim bem longe de nós! - Fernando Galli.

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