TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NOVAMENTE TENTANDO DESPERSONIFICAR O ESPÍRITO SANTO


Desafio os apologistas TJs a fazerem uma réplica das minhas respostas a seus comentários. Pode ser de forma anônima, ou não. Vamos! Coragem, hereges! Vocês apreciam publicar vídeos em que debatem com clínicos gerais em Bíblia, e não com apologistas especialistas como eu e outros. Vamos! Venham debater comigo! Mostrem sua argumentação com que lhes conhece como a palma da mão! A seguir, minha refutação aos arianos modernos, os Tjs:

ARGUMENTO TJ 1 - Aconteceu uma vez que as árvores foram ungir um rei sobre si. Disseram, pois, à oliveira: ‘Reina sobre nós.’ Mas a oliveira lhes disse: ‘Deveria eu renunciar à minha gordura com que se glorifica a Deus e os homens e deveria ir para oscilar sobre as outras árvores?’” – Juí. 9:8, 9.

REFUTAÇÃO CRISTÃ – Começa o show de asneiras exegéticas. Árvores e oliveiras estão sendo, de fato personificadas. Mas elas não podem ser comparadas com o termo Espírito Santo. Por quê? Porque os vocábulos espírito e santo podem designar seres pessoais e impessoais, mas árvores e oliveiras nunca podem ser pessoas, a menos em linguagem simbólica. Deus é espírito. Seguindo a interpretação errônea do autor do texto acima, um budista poderia achar que Deus é um ser impessoal porque assim como árvores e oliveiras são tratadas como seres pessoais, assim também Deus é um ser impessoal por ser chamado de espírito. Ou seja, quem é que disse que pelo fato de uma árvore ou uma oliveira serem “coisas” tratadas como seres pessoais, que o mesmo acontece com o Espírito de Deus?

ARGUMENTO TJ 2 - A personificação, também chamada de prosopopeia, é uma figura de linguagem que consiste em atribuir dotes e qualidades pessoais a algo impessoal. A citação bíblica acima é um exemplo desse recurso literário. De fato, essa figura é bastante comum no dia a dia. Expressões tais como “hoje o dia está triste”, (quando o céu nublado e/ou o tempo frio produzem tristeza no ser humano,) e “esse parafuso não quer entrar”, (como se o parafuso tivesse vontade própria,) são exemplos comuns desse estilo. A Bíblia está repleta de exemplos de personificação, ou prosopopeia. Seguem, abaixo, alguns desses exemplos:
A palavra de Jeová . . . foi dizer-lhe.” – 1 Reis 19:9.Meu divã me consolará.” – Jó 7:13.As próprias colunas do céu . . . estão pasmadas.” – Jó 26:11.Durante as noites me corrigiram os meus rins.” – Sal. 16:7.Levantai as vossas cabeças, ó portões.” – Sal. 24:7.Que a minha glória entoe melodias.” – Sal. 30:12.Que jubilem os ossos que quebrantaste”. – Sal. 51:8.As próprias baixadas . . . bradam em triunfo, sim, cantam.” – Sal. 65:13.Rejubile a campina”. – Sal. 96:12.O próprio sol sabe muito bem onde se põe.” – Sal. 104:19.O próprio mar viu e pôs-se em fuga.” – Sal. 114:3.Ele faz prantear a escarpa e a muralha.” – Lam. 2:8.
REFUTAÇÃO CRISTÃ – Quanto tempo perdido, não é mesmo? Observe os doze textos acima e veja que o pobre exegeta quer argumentar assim: “Da mesma forma que palavra, divã, colunas do céu, rins, portões, minha glória, ossos, baixadas, campina, sol, mar, escarpa e muralha são “coisas” tratadas como se fossem pessoas, MAS NÃO SÃO PESSOAS, assim também o Espírito Santo, embora seja um ser impessoal, é tratado em alguns textos como um ser pessoal, MAS NÃO É UM SER PESSOAL.

Está argumentação é horrorosa. Qual é o erro da argumentação TJ aqui? É que todas essas palavras - palavra, divã, colunas do céu, rins, portões, minha glória, ossos, baixadas, campina, sol, mar, escarpa e muralha – NUNCA, POR NATUREZA, SÃO PESSOAS. Mas o vocábulo espírito, como é polissêmico, pode referir-se a seres pessoais como a algo impessoal. Então, trata-se de uma desonestidade semântica de primeira categoria usar substantivos que designam seres impessoais para justificar um substantivo (Espírito) que pode designar seres pessoais e impessoais. Ou seja, é argumento de trapalhão. A Bíblia diz para batizarmos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mateus 28:20). Nome aqui se refere à autoridade. Então perguntamos: Não é óbvio que o Espírito Santo tem autoridade assim como o Pai e o Filho? Portanto, como ousam a comparar o Espírito Santo, colocado em pé de igualdade com o Pai e o Filho, com palavras que jamais possuem autoridade em si mesmas, como divã, colunas do céu, rins, portões, minha glória, ossos, baixadas, campina, sol, mar, escarpa e muralha?
ARGUMENTO TJ 3 - Os casos de personificação não se limitam a livros bíblicos poéticos. O pecado e a morte são personificados na carta apostólica aos Romanos, (5:14, 21; 7:8-11) a sabedoria é personificada nos Evangelhos, (Mat. 11:19; Luc. 7:35) e o sol e as árvores são personificados em livros proféticos. (Isa. 24:23; Eze. 31:9) Há inúmeros exemplos bíblicos de personificação. As pessoas não têm nenhuma dificuldade de entender o uso dessa figura de retórica, pois reconhecem que as coisas personificadas não são realmente seres com personalidade.
REFUTAÇÃO CRISTÃ –  Pecado e morte NUNCA são pessoas. Sabedoria NUNCA é pessoa. Sol e árvores NUNCA são pessoas, nem em narrativas, nem em textos poéticos. Mas espírito muitas vezes refere-se a seres pessoais, outras não. Portanto, é a Bíblia e seu contexto que determinam ou não a pessoalidade do termo espírito. É desonesto comparar palavras que NUNCA de semântica impessoal  com palavras polissêmicas, ora em sentido pessoal, ora não. Veja, a seguir, mais exemplos dessa comparação entre substantivos que jamais se referem a seres pessoais com o substantivo espírito, que pode ser usado tanto para seres pessoais como impessoais.
ARGUMENTO TJ 4A - Devido ao conceito prevalecente entre os membros da cristandade, de que o espírito santo é uma pessoa, muitos encaram a personificação desse espírito como evidência de personalidade. Tais pessoas desconsideram que as mesmas expressões são usadas para outras coisas impessoais. Observe, para tanto, as comparações abaixo: O espírito santo . . . vos ensinará.” (João 14:26) “Toda a Escritura é . . . proveitosa para ensinar.” (2 Tim. 3:16) Assim, as Escrituras também ensinam, embora não tenham personalidade.
RESPOSTA CRISTÃ – Eu poderia seguir os mesmos rumos da minha argumentação anterior, mas vou dar aqui um novo enfoque. As Escrituras ensinam, mas quem ensina de fato é Deus, o autor das Escrituras. Então, escrituras está no lugar de Deus. Assim, as Escrituras são algo visível e físico para representar a Deus. Quando afirmo que as obras de Machado de Assim me ensinam a usar palavras difíceis, na verdade estou afirmando que Machado de Assis me ensina a fazê-lo.
ARGUMENTO TJ 4B. - “O espírito santo . . . vos fará lembrar.” (João 14:26) “E terá de vir a haver o arco-íris na nuvem, e eu certamente o verei para me lembrar do pacto.” (Gên. 9:16) O arco-íris, algo impessoal, também faz lembrar.
RESPOSTA CRISTÃ – Quem faz lembrar é Deus, através de algo, ou seja, do arco-íris. Assim, o arco é algo visível que Deus usa para nos lembrar de algo.
ARGUMENTO TJ 4C -O espírito da verdade, que procede do Pai, esse dará testemunho.” (João 15:26) “As próprias obras que meu Pai me determinou efetuar, as próprias obras que eu faço, dão testemunho de mim.” (João 5:36) Ninguém dirá que as obras são pessoas; contudo, elas também dão testemunho.
RESPOSTA CRISTÃ – Quem dava, de fato, testemunho de Jesus, era ele mesmo, e o Pai. (João 8:17, 18) Assim. as obras de Jesus eram apenas um meio visível de Jesus dar testemunho de si mesmo, junto com o Pai.
ARGUMENTO TJ 4D -O espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade.” (João 16:13) “A própria coluna de nuvem não se afastou de cima deles de dia, para guiá-los no caminho.” (Nee. 9:19) Tal coluna, naturalmente, era algo, não alguém – mas também guiava.
RESPOSTA CRISTÃ – Quem guiava o povo de Deus de fato era o próprio Deus, mas a coluna de nuvem era um meio visível de Deus guiar o povo.
ARGUMENTO TJ 4E -O espírito da verdade . . . falará as coisas que ouvir e vos declarará as coisas vindouras.” (João 16:13) “Ouvi, ó montes, a causa jurídica de Jeová.” (Miq. 6:2) “Os céus declaram a glória de Deus.” (Sal. 19:1) Os céus e os montes são seres inanimados; mas podem, figuradamente, “ouvir” e “falar”. Aliás, uma das definições dos dicionários para “falar” é “exercer influência”. (Aurélio; Michaelis) É com base nisso que existe o ditado: “As ações falam mais alto do que as palavras.” Quer dizer, as ações exercem maior influência do que as palavras.
RESPOSTA CRISTÃ – Quem declara a glória de Deus é o próprio Deus. Os céus físicos são um meio visível de Deus mostrar a sua glória. Agora, usar o Dicionário Aurélio e o Michaelis para fazer exegese bíblica é desserviço de teologia. Mas ainda assim, poderíamos dizer: Quem pratica as ações que falam mais por mil palavras são pessoas. As ações são meios visíveis de mostrar quem e o que são as pessoas. E além disso, desafio a nos responder: Como o Espírito Santo pode não ser pessoal se Ele fala a nós daquilo que ouve? Como um ser impessoal ao mesmo tempo pode falar e ouvir? Ainda que os TJs respondessem: Na frase, os montes ouviram a Palavra de Deus e a disseram ao povo, aqui montes não se referiria a montes literais, mas às pessoas que ouviram e disseram. Neste ponto, os TJs nunca responderam!
ARGUMENTO TJ 5 - Que dizer de Efésios 4:30? Esse texto declara em parte: “Não contristeis o espírito santo de Deus.” Trata-se, coerentemente, de mais um exemplo de personificação. O inteiro escopo de textos descritivos do espírito santo usam quadros verbais que o revelam como sendo algo impessoal. Mas, como podemos entender a linguagem figurada desse texto? Descrevendo a reação de Moisés à persistente obstinação dos israelitas, o Salmo 106:33 diz: “Amarguraram-lhe o espírito.” A Versão Almeida verte assim o texto: “Irritaram o seu espírito.” (Al) A respeito do Rei Acabe, de Israel, foi dito: “Por que está triste o teu espírito . . . ?” (1 Reis 21:5) Nesta acepção, “espírito” significa a força íntima “que induz a pessoa a demonstrar certa atitude, disposição ou emoção, ou a tomar certa ação ou adotar certo proceder”. Essa força, evidentemente, não é uma pessoa, mas emana de uma pessoa. Por isso, atribui-se a ela os sentimentos da pessoa da qual tal força emana. Uma vez que o espírito santo emana de Deus, que é a sua fonte, a Bíblia atribui a esse espírito os sentimentos do próprio Deus.
RESPOSTA CRISTÃ – A resposta parece toda bem trabalhada, bem feita, que até engana os incautos. Ela é até recheada de verdades bíblicas! Mas dentro dela há uma falácia, uma mentira de Satanás, que desmonta todo esse castelo de dominós. Se encontrarmos a peça chave, “a vaca TJ vai para o brejo”. E qual é a falácia ou a pedrinha de dominó, que se retirarmos, o castelo se desmorona? É a frase:

espírito” significa a força íntima “que induz a pessoa a demonstrar certa atitude, disposição ou emoção, ou a tomar certa ação ou adotar certo proceder”.

Quem disse que na expressão “entristeceram o meu espírito”, isto significa uma força íntima que induz a pessoa a demonstrar certa atitutde....blá … blá... blá, nhê...nhê.... nhê...?” Os Tjs dizem que é assim, MAS NÃO É! Quando Deus diz que entristecemos o seu Espírito, quer-se dizer entristecer ao Próprio Deus, portanto, este Espírito é Pessoal, pois Deus é Espírito, e o Senhor é o Espírito! (João 4:24; 2 Coríntios 3:17). Assim, entristeceram a Deus.
ARGUMENTO TJ 6 - Similarmente, pela mesma razão de Jeová Deus ser a fonte do espírito santo, as Escrituras atribuem a esse espírito o que é feito a Deus. É por tal razão que encontramos em Atos 5:3 as palavras do apóstolo Pedro a Ananias: “Por que te afoitou Satanás a trapacear o espírito santo . . . ?” O versículo seguinte explica: “Trapaceaste, não homens, mas a Deus.” (Atos 5:4) Isto não significa que o espírito santo seja Deus, pois Jesus referiu-se a tal espírito como sendo o “dedo de Deus”. (Luc. 11:20) O dedo de uma pessoa não é a própria pessoa, apenas faz parte dessa pessoa e é dirigido por ela. Por esta razão, qualquer dano feito ao dedo de uma pessoa é considerado como tendo sido feito a ela.
RESPOSTA CRISTÃ – Este argumento é piada! Vou mostrar aos meus alunos para darmos boas risadas na aula. Em primeiro lugar, a expressão “dedo de Deus” não existe para: (1) afirmarmos que assim como o dedo é parte de um homem, assim também o Espírito Santo seria parte de Deus; (2) afirmarmos que assim como o dedo é dirigido pelo homem, assim também Deus dirige o dedo dele. Isso é enxerto do autor do texto. Tanto que no texto de Atos 5:3, 4, não se diz que Ananias e Safira mentiram para o dedo de Deus. Por quê? Porque a expressão “dedo de Deus” é usada para descrever as ações de Deus, os seu atos, como agente ativo. No caso de Atos 5:3, 4, o Espírito Santo sofre uma ação de um agente externo. Então, o dedo de Deus não se encaixa aqui. Afinal de contas, com muitas gargalhadas eu digo: Ananias e Safira não mentiram para uma parte de Deus apenas, que simbolizaria o todo de Deus.

Dedo de Deus” nada tem a ver com uma parte de Deus. É um hebraísmo que indica o poder de Deus. Mas segundo a Bíblia, assim como Cristo é o poder de Deus (1 Coríntios 1:24) e é um ser pessoal, o Espírito Santo também é o poder de Deus, e é um ser pessoal que nos dá poder. (Atos 1:8; Romanos 15:13, 17). Que baixaria a argumentação TJ!
ARGUMENTO TJ 7 - Mas, em que sentido aquele casal ‘trapaceou o espírito santo’?[4] Naquela época, Jeová, por meio de seu espírito, ou figurativo “dedo”, estava movendo os cristãos de coração disposto a vender suas propriedades para ajudar seus concrentes necessitados. (Atos 4:34, 35) Ananias e sua esposa, Safira, também venderam uma propriedade, mas não para agir em harmonia com a influência altruísta com a qual o espírito santo estava movendo os fiéis. Por desviarem-se do nobre propósito induzido pelo espírito de Deus para um propósito egoísta, mesquinho, tal casal ‘trapaceou’ figuradamente tal espírito. Por fazer isso, literalmente ‘trapaceou’ a Deus, a fonte de tal espírito.
RESPOSTA CRISTÃ – Novamente, o argumento parece falar a verdade, mas contém falácias, ou se preferir, malandragens exegéticas enxertadas. O texto bíblico não disse que Ananias e Safira trapacearam figurativamente o Espírito Santo, mas faz questão de afirmar de forma intercambiável que mentiram contra Deus e contra o Espírito Santo. Portanto, se mentir contra Deus torna Deus um ser pessoal, mentir contra o Espírito Santo torna-o também um ser pessoal, já que ambas as expressões encontram-se no mesmo relato, separadas por poucas linhas. De fato, o Espírito Santo é o Espírito da Verdade (João 14:17; 15:26), e mentir contra Ele é pecado contra o Espírito Santo, e Deus não é Deus de mentira. Observe que todas as vezes que mentimos, mentimos contra quem? Contra Deus, mas não somos castigados como Ananias e Safira o foram. Mas Deus sabia que Eles haviam pecado contra o Espírito da Verdade, e que jamais se arrependeriam, assim, Deus os julgou como cometendo o pecado imperdoável, de se pecar contra o Espírito Santo de Deus. Assim como pecar contra Deus o torna um ser pessoal, assim também pecar contra o Espírito de Deus o torna pessoal.
ARGUMENTO TJ 8 - Por conseguinte, é meridianamente claro que a personificação do espírito santo é tão somente um recurso linguístico e não um suporte teológico para uma falsa doutrina. Personificação não prova personalidade. A dificuldade por parte de teólogos da cristandade em entender isso se deve à pesada neblina de obscuridade religiosa que foi legada pelos que apostataram do primitivo cristianismo. É, portanto, necessário se despojar do orgulho da batina e do diploma de teologia e ‘aceitar com brandura a implantação da palavra que é capaz de salvar as vossas almas’. – Tia. 1:21.
RESPOSTA CRISTÃ – Pelas respostas apresentadas por mim, você terá condições de decidir qual das duas interpretações aproxima-se mais da Palavra de Deus. Por  fim, desafio os TJs a vasculhar nas Escrituras Sagradas se as palavras divã, colunas do céu, rins, portões, minha glória, ossos, baixadas, campina, sol, mar, escarpa e muralha, sangue, sabedoria, as quais são personificadas, sofrem o mesmo tratamento pessoal, individualmente, como o Espírito Santo de Deus.
ARGUMENTO TJ 9 - Quando a palavra espírito não é pessoa e recebe atributos de pessoa, isto se chama prosopopeia. Por exemplo, a Bíblia diz que o vento sopra para onde quer. (João 3:8) Os trinitaristas dizem que o espírito santo é um ser pessoal porque tem vontade própria. Se assim fosse, o vento também seria um ser pessoal, pois aqui em João 3:8, vento tem vontade própria, pois ele sopra para onde ELE QUER! Em 1 Coríntios 13:4-7, o amor é descrito fazendo ações pessoais, sendo assim, ele teria vontade própria, mas amor é pessoa?
RESPOSTA CRISTà– A palavra vento em João 3:8 é pneuma, a mesma palavra traduzida por espírito. De qual vento Jesus está falando aqui? Do Espírito Santo de Deus, de acordo com o contexto. Traduzimos pneuma por vento devido ao verbo soprar, mas o texto se refere ao Espírito Santo de Deus, que SOPRA, ou ATUA na vida de pessoas, fazendo-as nascerem DO ESPÍRITO! (João 3:8b) É este Espírito que tem vontade própria, não o vento. Alguém já viu o vento, dotado de vontade própria, decidir: Eu vou soprar para este lado porque eu quero? Isto só é possível em quem tem cabeça de vento, com ideias que sopram de baixo para cima! Com respeito ao amor de 1 Coríntios 13:4-7, ali o amor exerce funções pessoais. Mas quem pratica o amor? São pessoas! Nem animais amam de fato, porque para se amar precisa haver sentimento, logo, não pode haver sentimentos em seres impessoais. A Bíblia diz que Deus é amor (1 João 4:8), logo, Deus ama e é um ser pessoal. E a Bíblia ensina que uma das partes do fruto do Espírito Santo é o amor, logo, um ser impessoal não pode gerar amor nas pessoas. 
ARGUMENTO TJ 10 - O fato de a Bíblia atribuir ações pessoais a coisas que nunca foram pessoas mostra que o fato de ela usar as mesmas ações para o espírito santo não é prova de que ele seja uma pessoa. Portanto, a personificação do espírito santo não prova personalidade. Seria necessário algo mais para provar que ele é uma pessoa, como, por exemplo, um nome próprio pessoal, visto que a expressão “espírito santo” é um termo descritivo. No entanto, esse algo mais não existe nas Escrituras. 
RESPOSTA CRISTà– Quer dizer então que quando a Bíblia usa os mesmos verbos pessoais para coisas que não são pessoas e para o Espírito Santo, isto prova que o Espírito Santo é impessoal? Isto é ridículo! Se assim fosse, Jesus, Jeová, anjos, que praticam ações pessoais, jamais seriam pessoas. E afirmar que é o nome pessoal que torna um ser uma pessoa é tolo. Eu não preciso de nome para ser pessoa. Os próprios TJs, em sua literatura, apontam para o fato de que Deus escolheu o nome Jeová para se relacionar com seu povo, sendo assim, Deus, desde a eternidade, até escolher o nome Jeová, não tinha nome pessoal e nem por isso era um ser impessoal. A Bíblia, por exemplo, menciona o nome de apenas dois anjos, Miguel e Gabriel. Sendo assim, o fato de não se mencionar nomes de anjos não significa que eles não sejam seres pessoais. Não dependemos de nomes próprios para reconhecer pessoalidade. Por exemplo, o anônimo que se intitula Apologista da Verdade não tem nome revelado, logo, teria cabimento eu afirmar que ele não é pessoa? Óbvio que não, pois ele escreve, acha que refuta, acha que está certo, posta matérias, mente contra minha pessoa, ou seja, faz muitas ações pessoais, e sobre ele eu poderia afirmar: Ele goteja heresias (pessoa goteja?); Ele se derrama em suas afirmações (pessoa é líquido?) Além disso, há seres impessoais com nome próprio, e não são pessoas. Assim, nome não prova necessariamente personalidade quando se há dúvidas quanto a se é ou não ser pessoal. Em outras palavras, esse apologista da mentira deveria pegar todos os textos que fala do Espírito Santo é fazer uma pesquisa séria, e ele descobrirá que a vasta maioria de textos que tratam do Espírito Santo o tratam como ser pessoal, e uma ínfima minoria como impessoal, sendo que essas poucas vezes são justificadas exegeticamente com a maior facilidade.

Alguns TJs afirmam ainda: Nunca os anjos são tratados de forma impessoal, pois são seres pessoais, mas se o Espírito Santo é um ser pessoal, por que às vezes ele é tratado de forma impessoal? Mas isto ocorre porque a palavra espirito é polissêmica, e visto que ela pode significar vento, fala-se do Espírito Santo soprar. E ocorre também porque a obra do Espírito Santo é simbolizada por elementos físicos, assim, como se ungia pessoas com o óleo e na era cristã é o Espírito Santo que unge (1 João 2:20), então diz-se que somos ungidos com Espírito Santo. Todas as expressões impessoais atribuídas ao Espírito Santo são justificadas dessa forma e não provam impessoalidade. Com a palavra anjos, não ocorre isso. A palavra anjo não é polissêmica, e nem os anjos têm obras tipificadas por ritos no Antigo Testamento.
ARGUMENTO TJ 11 - O fato de apenas no ano 381 d.C. a Igreja ter atribuído pessoalidade ou personalidade ao espírito santo prova que considerar o espírito santo de Deus como a força ativa de Deus não é ensino do nosso Corpo Governante. Isto prova que antes de 381. d.C, já se pensava como nós?
RESPOSTA CRISTÃ - Você não conhece história da Igreja. Os assuntos levados a Concílio não eram temas que surgiam da noite para o dia. Você não passa de um grande impostor que pesquisa mal os fatos para não ter que se deparar com a verdade. Você é um apologista da mentira, da omissão e do engano! A sua imbecilidade começa no fato de já ter afirmado, como tantos TJs ignorantes, que Constantino, em 325 d.C., inventou a doutrina da Trindade. Ou seja, então 56 anos antes de 381 já se cria na pessoalidade do Espírito Santo. Irineu, século II, Atenágoras de Atenas II, atribui-se ao Espírito Santo pessoalidade ao colocá-lo em pé de igualdade com o Pai e o Filho. No século III, Tertuliano chama o Espírito Santo de o terceiro nome da Divindade e o terceiro em relação a Deus Pai e ao Deus Filho. Ele diz: "“De fato, assim como confessamos Deus, o Filho, que é o seu Verbo, e o Espírito Santo, identificados segundo o poder, mas distintos segundo a ordem: o Pai, o Filho e o Espírito, porque o Filho é inteligência, Verbo e Sabedoria do Pai, e o Espírito, emanação como luz do fogo…”." Observe que tanto Deus, Jesus e o Espírito Santo são tratados ao mesmo tempo como algo e como alguém, e ambos em pé de igualdade de poder. Todavia, o fato de ser no século IV que se elabora definitivamente e oficialmente a doutrina da pessoalidade do Espírito Santo não significa que ela não estava clara nas Escrituras, naquela época não acessível a todos, e ainda a igreja sofrendo a influência negativa nos dois primeiros séculos de escritos apócrifos. Agora eu pergunto: Que moral os TJs têm em questionar a demora da Igreja em reconhecer a personalidade do Espírito Santo de modo oficial num Concílio se o "deus" TJ só foi explicar que Jesus se tornou Rei nos céus em 1914 depois dessa data, e ainda por cima permitiu que seus asseclas ensinassem antes de 1914 que ele na verdade voltaria? Quem são os TJs para falar em demora para se entender Quem é o Espírito Santo se a cada ano surgem novas mudanças de ensinos? Por que o deus de vocês não revelou tudo isso em 1874 para Russell? Não é verdade que é Deus quem decide o tempo de nos fazer compreender melhor suas verdades? Deixem de ser hipócritas, porque o deus de vocês não salva quem comemora o Natal de 1930 para cá, mas salvava quem o fazia antes de 1930! 

A seguir, veja, meu querido leitor, como o Espírito Santo é tratado na sua grande maioria de usos como um ser pessoal:

PROVAS DA PERSONALIDADE

Creio que o Espírito Santo seja um ser pessoal porque a Bíblia atribui a Ele aspectos pessoais como:

·         Intelecto – Ele conhece as coisas de Deus - 1 Coríntios 2:10, 11.
·         Ele sonda os corações. - Romanos 8:27;
·         Emoções – Pode-se entristecê-lo. - Efésios 4:30; Isaías 63:10.
·         Vontade própria – Ele distribui dons conforme lhe apraz. - 1 Coríntios 12:11.
·         Pode ser desobedecido. - Atos 10:19-21;
·         Pode-se mentir a Ele. -  At. 5:3, 4.
·         Pode ser resistido. - Atos 7:51;
·         Pode ser reverenciado. -  Salmos 51:11;
·         Pode-se blasfemar contra Ele. - Mateus 12:31;

Creio que o Espírito Santo seja um ser pessoal pelas suas Obras pessoais.

·         Ensina - João 14:26;
·         Guia - Romanos 8:14;
·         Comissiona - Atos 13:4;
·         Ordena - Atos 8:29; Atos 13:2;
·         Age no homem - Gênesis 6:3;
·         Intercede - Romanos 8:26;
·         Fala - João 15:26; 2 Pedro 1:21;

PROVAS DA DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO

·         Ele é chamado de Deus quando se diz que Ananias e Safira mentiram para o Espírito Santo e para Deus. – Atos 5:3, 4.
·         Diz-se dEle: O Senhor é o Espírito, ou seja, se há um só Senhor, Deus (Efésios 4:5) e o Espírito é o Senhor, logo, o Espírito Santo é Deus. - 2 Coríntios 3:17, 18.
·         Atributos divinos dados ao Espírito Santo:
·         Eternidade – [...] Cristo ... por meio do Espírito Eterno, ofereceu-se a si mesmo... - Hebreus 9:14.
·         Onipresença – Não se pode fugir do Espírito de Deus pois Ele está em toda a parte. - Salmos 139:7-10.
·         Onipotência - Associa-se o Espírito Santo com o poder do Altíssimo. - Lucas 1:35.
·         Onisciência - 1 Coríntios. 2:10, 11.

Obras divinas do Espírito Santo:

·         Criação – O Espírito de Deus participou da criação dos céus e da terra (Gênesis 1:1, 2) nos fez e nos deu vida (Jó 33:4); Deus envia seu Espírito para criar. - Salmos 104:30
·         Transmissão de vida – O Espírito Santo ressuscitou Jesus e dará vida aos nossos corpos mortais (Romanos 8:11); Diz-se que o Espírito é que dá vida. - João. 6:63
·         Autoria da profecia divina – Homens falaram da parte de Deus movidos por Espírito Santo. - 2 Pedro 1:21.

Estas evidências acima são um resumo apenas de quatro páginas de WORD a4, sobre a obra completa do Espírito Santo. Veja o estudo na íntegra aqui: http://www.ia-cs.com/2012/07/teologia-maravilhosa-obra-do-espirito.html Aqui você descobrirá QUEM É O ESPÍRITO SANTO. 

Conclusão - Depois de uma lista de textos como este, 

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