TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NOVAMENTE TENTANDO DESPERSONIFICAR O ESPÍRITO SANTO


Desafio os apologistas TJs a fazerem uma réplica das minhas respostas a seus comentários. Pode ser de forma anônima, ou não. Vamos! Coragem, hereges! Vocês apreciam publicar vídeos em que debatem com clínicos gerais em Bíblia, e não com apologistas especialistas como eu e outros. Vamos! Venham debater comigo! Mostrem sua argumentação com que lhes conhece como a palma da mão! A seguir, minha refutação aos arianos modernos, os Tjs:

ARGUMENTO TJ 1 - Aconteceu uma vez que as árvores foram ungir um rei sobre si. Disseram, pois, à oliveira: ‘Reina sobre nós.’ Mas a oliveira lhes disse: ‘Deveria eu renunciar à minha gordura com que se glorifica a Deus e os homens e deveria ir para oscilar sobre as outras árvores?’” – Juí. 9:8, 9.

REFUTAÇÃO CRISTÃ – Começa o show de asneiras exegéticas. Árvores e oliveiras estão sendo, de fato personificadas. Mas elas não podem ser comparadas com o termo Espírito Santo. Por quê? Porque os vocábulos espírito e santo podem designar seres pessoais e impessoais, mas árvores e oliveiras nunca podem ser pessoas, a menos em linguagem simbólica. Deus é espírito. Seguindo a interpretação errônea do autor do texto acima, um budista poderia achar que Deus é um ser impessoal porque assim como árvores e oliveiras são tratadas como seres pessoais, assim também Deus é um ser impessoal por ser chamado de espírito. Ou seja, quem é que disse que pelo fato de uma árvore ou uma oliveira serem “coisas” tratadas como seres pessoais, que o mesmo acontece com o Espírito de Deus?

ARGUMENTO TJ 2 - A personificação, também chamada de prosopopeia, é uma figura de linguagem que consiste em atribuir dotes e qualidades pessoais a algo impessoal. A citação bíblica acima é um exemplo desse recurso literário. De fato, essa figura é bastante comum no dia a dia. Expressões tais como “hoje o dia está triste”, (quando o céu nublado e/ou o tempo frio produzem tristeza no ser humano,) e “esse parafuso não quer entrar”, (como se o parafuso tivesse vontade própria,) são exemplos comuns desse estilo. A Bíblia está repleta de exemplos de personificação, ou prosopopeia. Seguem, abaixo, alguns desses exemplos:
A palavra de Jeová . . . foi dizer-lhe.” – 1 Reis 19:9.Meu divã me consolará.” – Jó 7:13.As próprias colunas do céu . . . estão pasmadas.” – Jó 26:11.Durante as noites me corrigiram os meus rins.” – Sal. 16:7.Levantai as vossas cabeças, ó portões.” – Sal. 24:7.Que a minha glória entoe melodias.” – Sal. 30:12.Que jubilem os ossos que quebrantaste”. – Sal. 51:8.As próprias baixadas . . . bradam em triunfo, sim, cantam.” – Sal. 65:13.Rejubile a campina”. – Sal. 96:12.O próprio sol sabe muito bem onde se põe.” – Sal. 104:19.O próprio mar viu e pôs-se em fuga.” – Sal. 114:3.Ele faz prantear a escarpa e a muralha.” – Lam. 2:8.
REFUTAÇÃO CRISTÃ – Quanto tempo perdido, não é mesmo? Observe os doze textos acima e veja que o pobre exegeta quer argumentar assim: “Da mesma forma que palavra, divã, colunas do céu, rins, portões, minha glória, ossos, baixadas, campina, sol, mar, escarpa e muralha são “coisas” tratadas como se fossem pessoas, MAS NÃO SÃO PESSOAS, assim também o Espírito Santo, embora seja um ser impessoal, é tratado em alguns textos como um ser pessoal, MAS NÃO É UM SER PESSOAL.

Está argumentação é horrorosa. É típica de quem se estica o máximo possível, desavergonhadamente, para se coadunar às interpretações de seus mentores intelectuais – os mesmos que já mudaram 329 vezes de interpretação da Bíblia, mostrando assim a sua competência em seu entendimento bíblico. Qual é o erro da argumentação TJ aqui? É que todas essas palavras - palavra, divã, colunas do céu, rins, portões, minha glória, ossos, baixadas, campina, sol, mar, escarpa e muralha – NUNCA, POR NATUREZA, SÃO PESSOAS. Mas o vocàbulo espírito, como é polissêmico, tpode referir-se a seres pessoais como a algo impessoal. Então, trata-se de uma desonestidade semântica de primeira categoria usar substantivos que designam seres impessoais para justificar um substantivo (Espírito) que pode designar seres pessoais e impessoais. Ou seja, é argumento de trapalhão.
ARGUMENTO TJ 3 - Os casos de personificação não se limitam a livros bíblicos poéticos. O pecado e a morte são personificados na carta apostólica aos Romanos, (5:14, 21; 7:8-11) a sabedoria é personificada nos Evangelhos, (Mat. 11:19; Luc. 7:35) e o sol e as árvores são personificados em livros proféticos. (Isa. 24:23; Eze. 31:9) Há inúmeros exemplos bíblicos de personificação. As pessoas não têm nenhuma dificuldade de entender o uso dessa figura de retórica, pois reconhecem que as coisas personificadas não são realmente seres com personalidade.
REFUTAÇÃO CRISTÃ – É ridículo isso. É lamentável como certos indivíduos, desprovidos de conhecimento básico de exegese, conseguem enganar tantos outros semelhantes a eles. Pecado e morte NUNCA são pessoas. Sabedoria NUNCA é pessoa. Sol e árvores NUNCA são pessoas, nem em narrativas, nem em textos poéticos. Mas espírito muitas vezes são seres pessoas, outras não. Portanto, é a Bíblia e seu contexto que devem determinar ou não a pessoalidade do termo espírito. Veja, a seguir, mais exemplos dessa comparação entre substantivos que jamais se referem a seres pessoais com o substantivo espírito, que pode ser usado tanto para seres pessoais como impessoais.
ARGUMENTO TJ 4A - Devido ao conceito prevalecente entre os membros da cristandade, de que o espírito santo é uma pessoa, muitos encaram a personificação desse espírito como evidência de personalidade. Tais pessoas desconsideram que as mesmas expressões são usadas para outras coisas impessoais. Observe, para tanto, as comparações abaixo: O espírito santo . . . vos ensinará.” (João 14:26) “Toda a Escritura é . . . proveitosa para ensinar.” (2 Tim. 3:16) Assim, as Escrituras também ensinam, embora não tenham personalidade.
RESPOSTA CRISTÃ – Eu poderia seguir os mesmos rumos da minha argumentação anterior, mas vou dar aqui um novo enfoque. As Escrituras ensinam, mas quem ensina de fato é Deus, o autor das Escrituras. Então, escrituras está no lugar de Deus. Assim, as Escrituras são algo visível e físico para representar a Deus.
ARGUMENTO TJ 4B. - “O espírito santo . . . vos fará lembrar.” (João 14:26) “E terá de vir a haver o arco-íris na nuvem, e eu certamente o verei para me lembrar do pacto.” (Gên. 9:16) O arco-íris, algo impessoal, também faz lembrar.
RESPOSTA CRISTÃ – Quem faz lembrar é Deus, através de algo, ou seja, do arco-íris. Assim, o arco é algo visível que Deus usa para nos lembrar de algo.
ARGUMENTO TJ 4C -O espírito da verdade, que procede do Pai, esse dará testemunho.” (João 15:26) “As próprias obras que meu Pai me determinou efetuar, as próprias obras que eu faço, dão testemunho de mim.” (João 5:36) Ninguém dirá que as obras são pessoas; contudo, elas também dão testemunho.
RESPOSTA CRISTÃ – Quem dava, de fato, testemunho de Jesus, era ele mesmo, e o Pai. (João 8:17, 18) Assim. as obras de Jesus eram apenas um meio visível de Jesus dar testemunho de si mesmo, junto com o Pai.
ARGUMENTO TJ 4D -O espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade.” (João 16:13) “A própria coluna de nuvem não se afastou de cima deles de dia, para guiá-los no caminho.” (Nee. 9:19) Tal coluna, naturalmente, era algo, não alguém – mas também guiava.
RESPOSTA CRISTÃ – Quem guiava o povo de Deus de fato era o próprio Deus, mas a coluna de nuvem era um meio visível de Deus guiar o povo.
ARGUMENTO TJ 4E -O espírito da verdade . . . falará as coisas que ouvir e vos declarará as coisas vindouras.” (João 16:13) “Ouvi, ó montes, a causa jurídica de Jeová.” (Miq. 6:2) “Os céus declaram a glória de Deus.” (Sal. 19:1) Os céus e os montes são seres inanimados; mas podem, figuradamente, “ouvir” e “falar”. Aliás, uma das definições dos dicionários para “falar” é “exercer influência”. (Aurélio; Michaelis) É com base nisso que existe o ditado: “As ações falam mais alto do que as palavras.” Quer dizer, as ações exercem maior influência do que as palavras.
RESPOSTA CRISTÃ – Quem declara a glória de Deus é o próprio Deus. Os céus físicos são um meio visível de Deus mostrar a sua glória. Agora, usar o Dicionário Aurélio e o Michaelis para fazer exegese bíblica é desserviço de teologia estrume. Mas ainda assim, poderíamos dizer: Quem pratica as ações que falam mais por mil palavras são pessoas. As ações são meios visíveis de mostrar quem e o que são as pessoas.
ARGUMENTO TJ 5 - Que dizer de Efésios 4:30? Esse texto declara em parte: “Não contristeis o espírito santo de Deus.” Trata-se, coerentemente, de mais um exemplo de personificação. O inteiro escopo de textos descritivos do espírito santo usam quadros verbais que o revelam como sendo algo impessoal. Mas, como podemos entender a linguagem figurada desse texto? Descrevendo a reação de Moisés à persistente obstinação dos israelitas, o Salmo 106:33 diz: “Amarguraram-lhe o espírito.” A Versão Almeida verte assim o texto: “Irritaram o seu espírito.” (Al) A respeito do Rei Acabe, de Israel, foi dito: “Por que está triste o teu espírito . . . ?” (1 Reis 21:5) Nesta acepção, “espírito” significa a força íntima “que induz a pessoa a demonstrar certa atitude, disposição ou emoção, ou a tomar certa ação ou adotar certo proceder”. Essa força, evidentemente, não é uma pessoa, mas emana de uma pessoa. Por isso, atribui-se a ela os sentimentos da pessoa da qual tal força emana. Uma vez que o espírito santo emana de Deus, que é a sua fonte, a Bíblia atribui a esse espírito os sentimentos do próprio Deus.
RESPOSTA CRISTÃ – A respsota parece toda bem trabalhada, bem feita, que até engana os incautos. Ela é até recheada de verdades bíblicas! Mas dentro dela há uma falácia, uma mentira de Satanás, que desmonta todo esse castelo de dominós. Se encontrarmos a peça chave, “a vaca TJ vai para o brejo”. E qual é a falácia ou a pedrinha de dominó, que se retirarmos, o castelo se desmorona? É a frase:

espírito” significa a força íntima “que induz a pessoa a demonstrar certa atitude, disposição ou emoção, ou a tomar certa ação ou adotar certo proceder”.

Quem disse que na expressão “entristeceram o meu espírito”, isto significa uma força íntima que induz a pessoa a demonstrar certa atitutde....blá … blá... blá, nhê...nhê.... nhê...?” Os Tjs dizem que é assim, MAS NÃO É! Quando Deus diz que entristecemos o seu Espírito, quer-se dizer entristecer ao Próprio Deus, portanto, este Espírito é Pessoal, pois Deus é Espírito, e o Senhor é o Espírito! (João 4:24; 2 Coríntios 3:17).
ARGUMENTO TJ 6 - Similarmente, pela mesma razão de Jeová Deus ser a fonte do espírito santo, as Escrituras atribuem a esse espírito o que é feito a Deus. É por tal razão que encontramos em Atos 5:3 as palavras do apóstolo Pedro a Ananias: “Por que te afoitou Satanás a trapacear o espírito santo . . . ?” O versículo seguinte explica: “Trapaceaste, não homens, mas a Deus.” (Atos 5:4) Isto não significa que o espírito santo seja Deus, pois Jesus referiu-se a tal espírito como sendo o “dedo de Deus”. (Luc. 11:20) O dedo de uma pessoa não é a própria pessoa, apenas faz parte dessa pessoa e é dirigido por ela. Por esta razão, qualquer dano feito ao dedo de uma pessoa é considerado como tendo sido feito a ela.
RESPOSTA CRISTÃ – Este argumento é piada! Vou mostrar aos meus alunos para darmos boas risadas na aula. Em primeiro lugar, a expressão “dedo de Deus” não existe para: (1) afirmarmos que assim como o dedo é parte de um homem, assim também o Espírito Santo seria parte de Deus; (2) afirmarmos que assim como o dedo é dirigido pelo homem, assim também Deus dirige o dedo dele. Isso é enxerto do autor do texto. Tanto que no texto de Atos 5:3, 4, não se diz que Ananias e Safira mentiram para o dedo de Deus. Por quê? Porque a expressão “dedo de Deus” é usada para descrever as ações de Deus, os seu atos, como agente ativo. No caso de Atos 5:3, 4, o Espírito Santo sofre uma ação de um agente externo. Então, o dedo de Deus não se encaixa aqui. Afinal de contas, com muitas gargalhadas eu digo: Ananias e Safira não mentiram para uma parte de Deus apenas, que simbolizaria o todo de Deus.

Dedo de Deus” nada tem a ver com uma parte de Deus. É um hebraísmo que indica o poder de Deus. Mas segundo a Bíblia, assim como Cristo é o poder de Deus (1 Coríntios 1:24) e é um ser pessoal, o Espírito Santo também é o poder de Deus, e é um ser pessoal que nos dá poder. (Atos 1:8; Romanos 15:13, 17). Que baixaria a argumentação TJ!
ARGUMENTO TJ 7 - Mas, em que sentido aquele casal ‘trapaceou o espírito santo’?[4] Naquela época, Jeová, por meio de seu espírito, ou figurativo “dedo”, estava movendo os cristãos de coração disposto a vender suas propriedades para ajudar seus concrentes necessitados. (Atos 4:34, 35) Ananias e sua esposa, Safira, também venderam uma propriedade, mas não para agir em harmonia com a influência altruísta com a qual o espírito santo estava movendo os fiéis. Por desviarem-se do nobre propósito induzido pelo espírito de Deus para um propósito egoísta, mesquinho, tal casal ‘trapaceou’ figuradamente tal espírito. Por fazer isso, literalmente ‘trapaceou’ a Deus, a fonte de tal espírito.
RESPOSTA CRISTÃ – Novamente, o argumento parece falar a verdade, mas contém falácias, ou se preferir, malandragens exegéticas enxertadas. O texto bíblico não disse que Ananias e Safira trapacearam figurativamente o Espírito Santo, mas faz questão de afirmar de forma intercambiável que mentiram contra Deus e contra o Espírito Santo. Portanto, se mentir contra Deus torna Deus um ser pessoal, mentir contra o Espírito Santo torna-o também um ser pessoal. De fato, o Espírito Santo é o Espírito da Verdade, e mentir contra Ele é pecado contra o Espírito Santo, que não é Deus de mentira. Observe que todas as vezes que mentimos, mentimos contra quem? Contra Deus, mas não somos castigados como Ananias e Safira o foram. Mas como Deus sabia que Eles haviam pecado contra o Espírito da Verdade, e que jamais se arrependeriam, Deus os julgou como cometendo o pecado imperdoável, de se pecar contra o Espírito Santo de Deus. Assim como pecar contra Deus o torna um ser pessoal, assim também pecar contra o Espírito de Deus o torna pessoal.
ARGUMENTO TJ 8 - Por conseguinte, é meridianamente claro que a personificação do espírito santo é tão somente um recurso linguístico e não um suporte teológico para uma falsa doutrina. Personificação não prova personalidade. A dificuldade por parte de teólogos da cristandade em entender isso se deve à pesada neblina de obscuridade religiosa que foi legada pelos que apostataram do primitivo cristianismo. É, portanto, necessário se despojar do orgulho da batina e do diploma de teologia e ‘aceitar com brandura a implantação da palavra que é capaz de salvar as vossas almas’. – Tia. 1:21.
RESPOSTA CRISTÃ – Pelas respostas apresentadas por mim, das quais sempre esse time de apologistas Tjs fogem de debatê-las, você terá condições de decidir qual das duas interpretações aproxima-se mais da Palavra de Deus. E sobre quem apostatou do Cristianismo, se nós (igreja de quase dois mil anos) ou eles (grupinho de 140 anos com 329 mudanças de ensinos e 3 datas marcadas para a volta de Cristo) você também poderá decidir. Por fim, o orgulho de qual seita, que se acha a única verdade, mama nas tetas das obras de nossos respeitados teólogos, como dicionários, enciclopédias e comentários bíblicos exaustivos? - Fernando Galli.

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