DEBATE ENTRE FERNANDO GALLI E ANCIÃO TESTEMUNHA DE JEOVÁ: TODO CRISTÃO É FILHO DE DEUS OU NÃO?


VEJA O DEBATE EM QUE O ANCIÃO TJ ABANDONOU. VEJAM NO FINAL O E-MAIL EM QUE ELE ANUNCIA A DESISTÊNCIA. ELE DISSE QUE O DEBATE FICOU NO EMPATE. SERÁ?

O tema ERA: Todo cristão é filho de Deus ou apenas os 144 mil já o são, sendo que os da grande multidão o serão depois dos mil anos?


Fernando Galli
Como cristão batista, defenderei que todos os cristãos são filhos de Deus, e que os TJs estão completamente equivocados em sua crença de que apenas os 144 mil são filhos de Deus e que a Grande Multidão será considerada filha de Deus apenas depois dos mil anos.
Ancião TJ
O povo de Jeová tem aprendido que os da grande multidão de Revelação 7:9-13 são apenas amigos de Jeová, enquanto que os 144.000 são filhos de Deus porque Jeová assim decidiu que seja. Quando a Bíblia chama alguém de filho de Deus, está se referindo aos 144.000 ungidos.

Sou Alexsanro Rosolen e serei o moderador do debate. Peço a cada debatedor que publique uma breve citação do que suas respectivas organizações religiosas ensinam oficialmente sobre o tema, com as devidas referências bibliográficas, a fim de que ninguém diga que cada debatedor está defendendo pontos de vista pessoais.

Quero lembrá-los sobre as regras do debate e aquele que violá-las será excluído. Ajam como diz Colossenses 4:6, com palavras temperadas com sal. Quando discordarem, sejam respeitos. Após o final do debate, agradeçam pela participação de seu oponente.  Deus abençoe cada um de vocês.

INÍCIO DO DEBATE

Fernando Galli - Vou citar a Declaração de Fé da Convenção Batista Brasileira, publicada na obra Rumo e Prumo, página 25:

"A regeneração é o ato inicial da salvação, em que Deus faz nascer de novo o pecador perdido, fazendo dele uma nova criatura em Cristo. É obra do Espírito Santo, em que o pecador recebe o perdão, a justificação, a adoção como filho de Deus, a vida eterna e o dom do Espírito Santo."

Para os cristãos de todas as denominações e igrejas genuinamente cristãs, todos são filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus (João 1:12; Gálatas 3:26), e diferente dos Testemunhas de Jeová, não cremos que apenas 144 mil são filhos de Deus e que uma Grande Multidão de crentes só serão filhos de Deus depois dos mil anos.

Ancião TJ - A prova de nosso entendimento oficial é a seguinte: 

"Primeiro, Jesus eliminou dos céus todos os vestígios de oposição ao governo divino. (Leia Revelação 12:10, 12.) Em seguida, voltou sua atenção para o ajuntamento dos prospectivos membros de seu governo do Reino que faltavam para completar o número de 144 mil. Em meados dos anos 30 essa tarefa pelo visto já estava bem adiantada, e muitos dos que reagiam favoravelmente à obra de pregação não tinham o desejo de ir para o céu. O espírito não dava testemunho com o espírito deles de que eram filhos de Deus. (Note Romanos 8:16.) Em vez disso, eles se identificavam com as “outras ovelhas”, que têm a esperança de viver para sempre numa Terra paradísica. (João 10:16) Portanto, depois de 1935, o foco da obra de pregação mudou para o ajuntamento de “uma grande multidão”, aquela que o apóstolo João observou numa visão e que sobreviverá à “grande tribulação”. — Rev. 7:9, 10, 14. – A Sentinela 15 de janeiro de 2008, páginas 22, 23. 

Sendo assim, o povo de Jeová crê que depois de Satanás ser expulso do céu em 1914, Jesus passa a escolher o restante dos 144.000, número este que iniciou no ano 33 EC. Eles são filhos de Deus, e recebem testemunho do espírito de Deus que são filhos de Deus. Mas a partir de 1935, Jeová Deus, através de Jesus, volta sua atenção para salvar uma grande multidão, cujos membros não recebem de Jeová o testemunho de que são filhos de Deus.


Fernando Galli (Questionamento 1) - (26.05.2015, 0:01h) - Prezado Ancião TJ, acho um erro absurdo uma organização religiosa apregoar que apenas uma pequena parte de seus fiéis sejam filhos de Deus, quando a Bíblia é tão clara em afirmar que a tantos quantos creram em Jesus deu-se-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. (João 1:12) Lemos em Romanos 8:14 que todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. A grande multidão TJ não é, então, guiada pelo Espírito de Deus? Paulo diz em Gálatas 3:26 que somos filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. A grande multidão TJ não tem fé em Jesus? Em 1 João 3:1, lemos que Deus nos dá o seu amor por sermos chamados filhos de Deus. A grande multidão TJ não usufrui desse amor de Deus?
Ancião TJ (Resposta 1) - (26.05.2015, 11:45h) - Sr. Galli, acho muito importante cumprimentar os leitores, pois eles certamente darão um veredicto, em suas mentes, sobre o assunto. Que Deus os ilumine. - Provérbios 4:18.

Acho muito simplista suas colocações. O assunto não se resume a esses textos citados pelo senhor. Deus considerou como sacerdotes apenas uma das doze tribos de Israel. (Números 3:23, 29, 35, 38) Se Jeová Deus decidiu que apenas alguns dentre seu povo poderiam ser chamados de "sacerdotes" e cuidar dos sacrifícios, por que Jeová Deus não poderia escolher apenas alguns, dentre o seu povo, para serem seus filhos espirituais?

Em João 1:12, 13, lemos de fato que "a todos que o receberam, ele deu autoridade para se tornarem filhos de Deus", mas no versículo treze delimita-se quem são esses filhos de Deus: os que nascem de Deus. O malfeitor, na estaca, morreu juntamente com Jesus, mas ele nasceu de Deus, ou nasceu de novo? A Bíblia nada diz sobre isso. Portanto, nem todos os que são do povo de Deus são nascidos de novo. Abraão, Isaque e Jacó nasceram de novo? Logo, acho um absurdo a Cristandade ensinar que todos são filhos de Deus. 

Com isso em mente, entendemos por que em Gálatas 3:26 se é dito que "somos filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo". Paulo está falando dos que são nascidos de novo, que mais tarde são chamados de 144 mil.

No que se refere a Romanos 8:14, o senhor está equivocado. Veja que se é dito que João Batista era cheio do espírito santo (Lucas 1:15), todavia Jesus disse que o menor no reino dos céus é maior que João Batista. Logo, conclui-se que João Batista, mesmo tendo espírito santo, sendo assim guiado por ele, não era um filho de Deus que viveria no céu. 

Como último texto, 1 João 3:1 não prova nada. Deus amou o mundo por enviar Jesus, mas todos, no mundo, são filhos de Deus? Definitivamente, não. Da mesma forma, nem todos, entre o povo de Jeová, são seus filhos.

OS DOIS DEBATEDORES CONCORDARAM EM AUMENTAR O NÚMERO DE CARACTERES, PARA QUESTIONAMENTOS E RESPOSTAS, PARA 3 MIL!

Fernando Galli (Questionamento 2) - (26.05.2015, 21:50h) - A paz de Cristo a todos os leitores!

O fato de YHWH designar apenas os levitas como sacerdotes não prova que assim também Deus tenha apenas alguns filhos entre o seu povo. Afinal de contas, lemos em 1 Pedro 2:9 que a todos quantos Pedro dirigiu sua carta são chamados de sacerdócio real. Estaria o nobre Ancião TJ, então, disposto a admitir que se todos são sacerdotes, todos agora são filhos? O fato é que ser sacerdote em Israel era um cargo espiritual; ser filho de Deus no contexto cristão é um estado e uma bênção espiritual, obra do Espírito Santo. 

Quanto a João 1:12, 13, pediria que o senhor estudasse mais os ensinos TJs. O ensino oficial do Corpo Governante é que os tantos quantos que receberam a Jesus se tratava apenas dos judeus que o receberam naqueles dias (Raciocínios à Base das Escrituras, página 82), e não de todos os que nascem de Deus, ou de todos os 144 mil na ótica TJ, como o senhor havia dito. De qualquer forma, nascer de Deus é obra do Espírito Santo para aqueles que têm fé em Jesus. Com certeza, salvos pré e pós Cristo tiveram a ação do Espírito Santo em sua salvação, como foi o caso de João Batista. E o fato de não se mencionar que os salvos antes de Jesus tenham nascido de novo não justifica que haja agora entre os cristãos verdadeiros os que sejam nascidos de novo (filhos de Deus) e os que não sejam nascidos de novo (não-filhos de Deus). Quanto a João 1:12 referir-se apenas aos judeus daqueles dias, que ao receberem Jesus, tornaram-se filhos de Deus, é evidente que não se refere apenas a eles, porque Paulo e João escrevem suas cartas a Igrejas com membros judeus e gregos, e todos eles são chamados de filhos de Deus, pela fé. - Gálatas 3:26; 1 João 3:1, 10. 

E como Paulo, em Gálatas 3:26, poderia referir-se aos filhos de Deus como apenas os 144 mil se Paulo morreu trinta e quatro anos antes de Apocalipse ser escrito, o único livro que fala deste número? Ou será que ele já tinha lido o Apocalipse em off?

Sobre João Batista ser menor do que o menor no reino de Deus ou dos céus, há uma contradição no ensino do Corpo Governante. Se João 1:12 se refere apenas aos poucos judeus ("os seus") que receberam a Cristo e se tornaram filhos de Deus, conforme indica o livro Raciocínios, página 82, logo João Batista tem que ser contado como um filho de Deus, pois é judeu e recebeu a Jesus e, portanto, deveria estar entre os 144 mil filhos de Deus, na doutrina TJ, a qual o põe entre os não filhos de Deus que viverão na terra. Cremos que João é menor que o menor no reino de Deus porque ele foi o maior entre os nascidos de mulher e que experimentou menos dos benefícios da obra de Cristo, por ter sido decapitado. 

Por último, Deus de fato amou o mundo por enviar Jesus, mas a tantos quantos o receberam, entre judeus e gentios, demonstra mais ainda seu amor por considerá-los filhos de Deus. O amor de Deus não está apenas no fato de enviar Jesus, mas nos benefícios concedidos aos que o recebem. O nobre Ancião TJ recebeu Jesus e é um filho de Deus?
Ancião TJ - (Resposta 2) - 27.05.2015, 13:10h) Sr. Galli, para mim, ter um cargo ou um estado espiritual é a mesma coisa. A verdade contra a qual o senhor argumenta é forte como uma rocha, afinal temos bastante para fazer ao servirmos a Jeová. 

Quando Pedro escreve sua carta, ele chama a todos de sacerdotes porque os 144.000 são reis e sacerdotes. Naquela época, Jeová Deus estava chamando apenas os 144.000, desde o ano 33 EC até hoje, que são escolhidos novos membros desta nação santa, povo escolhido. - 1 Pedro 2:9.

No ínterim, veja o que diz Tiago 1:18. Tiago diz que os cristãos daqueles dias eram primícias. Mas observe que não se menciona quantos membros seriam as primícias. No entanto, veja em Revelação (Apocalipse) 14:4, onde falando dos 144.000, lê-se que eles foram comprados "como primícias". Portanto, seu argumento de que Paulo não poderia estar se referindo aos ungidos 144.000 quando fala dos filhos de Deus, em Gálatas 3:26, foi por água abaixo. Pois Tiago fala de pessoas como primícias, mas bem depois da morte dele somos informados quantos são primícias: Apenas 144.000. Pronto, agora o senhor já sabe a verdade, e não tem como refutá-la. Pode espernear, gritar, berrar, mas dessa o senhor não sai.

Ao estudar a citação do livro Raciocínios à Base das Escrituras, página 82, percebi que eu realmente me equivoquei. Humildade eu tenho de sobra para reconhecer meu erro. Mesmo assim, estou com o Corpo Governante, pois ali o contexto é "os seus". Ou seja, dentre os judeus, a tantos quantos judeus o receberam, eles receberam a autoridade de se tornarem filhos de Deus. Todavia, quando a Bíblia fala de "filhos de Deus", pode ser anjos, pode ser juízes (Salmo 82:6), pode ser Jesus. Há vários graus e níveis de significados para "filhos de Deus". Para ilustrar, uma pessoa que não recebeu ajuda de ninguém poderia se expressar assim: "Não teve um filho de Deus que viesse me socorrer". Aqui, "filho de Deus" quer dizer apenas "pessoa boa", não um filho de Deus nascido de novo. Portanto, os que recebem Jesus são filhos de Deus, não porque recebem testemunho do espírito santo de Jeová de que são filhos de Deus, mas porque foram pessoas boas, de boa vontade, segundo o beneplácito de Deus. Nesse sentido é que João Batista poderia ser um filho de Deus. Seu argumento, senhor Galli, foi muito fraco. Ele desconsidera as possibilidades linguísticas. É o senhor que precisa estudar mais.

Continuando sobre João Batista, então ele é menor que o menor no reino dos céus porque ele viu menos milagres de Jesus do que os outros? O senhor ficou vermelho quando escreveu isso? Seja sincero! Isto é forçar a amizade, não é mesmo? Eu imaginava um argumento melhor, como aquele que afirma que João Batista é o maior dentre todos os nascidos de mulher, mas o menor entre os que nos dias de Jesus estavam nos céus, ou seja, os anjos. Por que o senhor não tenta usar esse argumento, pois ele é melhor do que o primeiro. Vou lhe dar uma chance, okey?


Fernando Galli (Questionamento 3) - (23h) Bem, Sr. Ancião TJ, não sei o que tem a ver trabalhar bastante para o seu Jeová com ser sacerdote e/ou filho de Deus. 

O Sr. disse que os 144 mil foram escolhidos a partir do ano 33 EC, e que por isso a Bíblia, quando se refere-se aos filhos de Deus fala dos 144 mil. Mas se esqueceu de dizer que os membros da Grande Multidão, segundo os TJs, começaram a ser escolhidos a partir de 1935. Antes vocês criam que em 1935 o número dos 144 mil já havia sido completado, mas agora creem que ainda há vagas nos céus. Onde a Bíblia ensina que Deus primeiro escolheria os 144 mil para depois escolher a grande multidão? O fato de Apocalipse mencionar João primeiro vendo os 144 mil e depois a Grande Multidão não prova que Deus escolheu primeiro um grupo para depois escolher o outro. E ainda que isso fosse verdade, não é o que tem acontecido entre os TJs atualmente, pois Deus ainda tem escolhido membros dos 144 mil depois de 1935 (o número dos "que ainda restam dos 144 mil", segundo contagem TJ, subiu de 8,5 mil para quase 14 mil num prazo de 12 anos). E os da Grande Multidão continuam a ser ajuntados ao mesmo tempo que os dos 144 mil. Então, qual argumento melhor o Sr. teria para me provar que primeiro Deus escolhe seus filhos para depois escolher os amigos, ou seja, os da Grande Multidão?

Quanto à sua tentativa de vincular as primícias dos 144 mil de Apocalipse 14:4 às primícias de Tiago 1:18, com a intenção de achar que apenas 144 mil são as primícias, ou os primeiros frutos, o Sr. estaria correto se os 144 mil fossem um símbolo de todos os membros salvos. Assim, todos os salvos são primícias, ou seja, o que Deus tem de melhor aqui na terra, em contrapartida com os não salvos, ou frutos maus. Mas para vocês, os 12 mil de cada tribo são simbólicos, as 12 tribos também são. Que ótimo! Mas a soma desses números simbólicos, para vocês, resulta em número literal. Desculpe-me, mas quem deveria ficar vermelho são vocês. Uma vez que a Grande Multidão tem suas vestes lavadas no sangue do Cordeiro (Ap. 7:9-13), ela também é comprada como primícia para Jesus, do contrário seria um grupo inferior, como Chares Taze Russell pensava, pois primícias tem a ver não apenas com os primeiros frutos mas com o que há de melhor.

Mais vermelho ainda o Sr. deveria ter ficado quando disse que João Batista era um filho de Deus na acepção de nenhum filho de Deus apareceu para me socorrer. Sendo assim, qualquer pessoa pode ser um filho de Deus, desde que faça uma boa ação para nós. Mas João era filho de Deus cheio do Espírito Santo, portanto, filho de Deus, para Deus.

Sobre João Batista ser menor que o menor do reino dos céus, isto não o põe fora dos que irão para o céu, pois Jesus disse que dentre os nascidos de mulher, João Batista era o maior, e seguindo o mesmo critério do Sr., JB deveria ir para o céu por ser maior que alguns dos 144 mil que certamente nasceram de uma mulher. Ou não? Por exemplo, os discípulos de Jesus, membros dos 144 mil, nasceram de mulher também. 

Ancião TJ (Resposta 3) - (1:50) - Eu trabalho para Jeová porque meu alvo é a salvação. Quanto mais se faz a vontade de Deus, mais o agradaremos e mais próximo estarei do paraíso na terra. - Salmos 37:29.

Sr. Galli, realmente cremos que os da Grande Multidão (GM) foram ajuntados a partir de 1935. A GM é apresentada em Apocalipse no contexto de uma grande tribulação, portanto, ela surge no tempo do fim. (Revelação 7:13, 14) Será que vocês, da cristandade apóstata, não conseguem perceber isso? Essa grande multidão que nenhum homem pode contar tem atualmente cerca de 8 milhões de testemunhas de Jeová, que trabalham arduamente na promoção do Reino de Jeová. Têm a Jeová como amigo. Tiago 2:23 diz que Abraão tornou-se amigo de Jeová. Para que escrever isto na Bíblia se ninguém pode hoje ser amigo de Jeová? Percebeu como o seu ensino é falso, Sr. Fernando Galli? Antes de desejar ser um filho de Deus, por que não tenta ser primeiro amigo de Jeová?

Ademais, qual o problema de somarmos números simbólicos e chegarmos em um número literal? Vocês, trinitaristas, somam números literais 1 + 1 + 1 e chegam num número composto e singular ao mesmo tempo!!!! Percebeu como seus argumentos são muito fracos, Sr. Galli? Eles mesmos se contradizem com os seus.

Por favor, Sr. Galli, não altere a Bíblia! A Bíblia chama apenas os 144 mil de primícias para Deus. Não inventa o que o texto não diz. Nunca se diz que a grande multidão é primícia para Deus, portanto, não somos filhos de Deus.

Concluindo minha pequena resposta, João Batista não irá para o céu, nem é filho de Deus. Mal se sabe se João ouviu promessas de Jesus sobre viver no céu. 

Prefiro ficar no aguardo. Quando for minha vez de iniciar com pergunta, veremos quem está com a verdade. 


MODERADOR ALEX ROSOLEN: Lamentamos informar, mas o Ancião TJ desistiu do debate. Ele escreveu para o irmçao Fernando Galli o seguinte e-mail:


Comentário de Fernando Galli - Durou muito. Espero que haja anciãos e TJs corajosos de debater comigo até o final. Seriam dez blocos, e o camarada desistiu no terceiro! E pior, saiu achando que o debate estava empatado. Parece até o General de Guerra do Iraque, na Guerra do Golfo, em 2003, quando ele, depois de os EUA terem despejado uma saraivada de mísseis contra Bagdá, declarou na TV estatal: Aláh nos deu a vitória. E pior que ficamos sem conhecer a verdade que o Ancião TJ quer que eu siga. Lamentável. Vergonhoso. Um desrespeito ao leitor. Quem perde são os leitores.

Apologista da Verdade!!!! Queruvin! Venham! Vamos! Coragem! Debatam comigo! 

Moderador: O debate está encerrado. 
  • Cada debatedor terá direito a dez respostas, com no máximo 3000 caracteres; 
  • De início, cada debatedor, num pequeno parágrafo de no máximo 500 caracteres, dirá em que crê sobre o tema. 
  • A ordem da publicação de respostas será a seguinte: O debatedor A iniciará os 5 primeiros questionamentos, aguardando as 5 respostas do debatedor B, sendo cada questionamento publicado um de cada vez, assim como as respostas. Depois dessa etapa, o debatedor B iniciará os 5 derradeiros questionamentos, um de cada vez, aguardando as 5 derradeiras respostas, uma de cada vez. 
  • Após o término do debate, ambos os debatedores deverão fazer suas considerações finais, com no máximo 1000 caracteres.
  • Não serão permitidos desvios de assuntos, nem ofensas à religião ou à pessoa de ambas as partes; Uma vez enviada cada resposta, não será mais permitida a edição, a menos a correção de erros de Português ou de citações de fontes erradas. 
  • Os debatedores deverão mandar por e-mail, um para o outro, suas respostas prontas, antes da publicação delas, para que cada um tenha a prova em mãos das respostas originais, um do outro. 
  • Os debatedores deverão dizer de qual cidade são e expor o seu e-mail para contato, a fim de que seus irmãos na fé possam ajudá-lo por e-mail. 
  • Deverão também publicar o cargo que ocupam em suas igrejas ou congregações, mas será permitida, por questão de consciência, a omissão do nome e a foto.