DEBATE TESTEMUNHAS DE JEOVÁ X BATISTAS - REFUTAÇÃO DE FERNANDO GALLI

A pedido de muitos irmãos em Cristo e como resposta a vários desafios da parte dos TJs, decidi elaborar uma breve refutação, bem básica, para leigos, contra os argumentos TJs utilizados no famigerado debate entre TJs x Batistas no que diz respeito ao assunto ESPÍRITO SANTO. Todavia, decidi em alguns trechos refinar os argumentos TJs, aprimorando-os, visto que os quatro debatedores desta seita não chegam nem aos meus pés em termos de argumentação TJ, quando comparados comigo, na minha época de TJ. Eu tinha argumentos muito melhores do que eles. Então, para quem assistir ao debate, que está no final desta matéria, verá que às vezes sou obrigado a melhorar a linguagem deles. De qualquer forma, fui o mais fiel possível à essência de cada argumentação deles. Divirtam-se.

Argumento TJ 1 - Afirmou-se que, conforme 1 Coríntios 2:13, que não se pode ter interpretações pessoais da Bíblia porque, conforme se diz em Gênesis 40:6, as interpretações cambem a Deus, e infringir-se-ia uma lei de se ter o restante das Escrituras.
Refutação Cristã - Todas os cristãos  fazem interpretações pessoais, mas com auxílio do Espírito Santo. Quanto mais permitirmos que o Espírito Santo nos ensine, e quanto mais estudarmos as Escrituras sem o afã de desejarmos ser os únicos cristãos verdadeiros, tachando os outros de não-cristãos, mais a entenderemos. Ninguém interpreta as Escrituras 100 por cento como Deus a interpreta, pois somos limitados e passivos de erros. A profecia não vem de interpretação particular, mas do Espírito Santo. Nenhum escritor inspirado fez profecias bíblicas por vontade própria, mas foram influenciados pelo Espírito Santo de Deus.

Logo no primeiro argumento, vemos um TJ usar Gênesis 40:6, onde lemos que a Deus pertencem todas as interpretações, para insinuar que não podemos fazer interpretações pessoais. Então, eu perguntaria a ele: E as 329 mudanças de ensinos que o Corpo Governante fez em 140 anos de história da seita TJ? Mudaram por que as interpretações anteriores pertenciam a Deus ou foram interpretações pessoais? Se foram interpretações pessoais, infringiram alguma Lei?
Argumento TJ 2 - Nós cremos que quando a Bíblia diz que o espírito santo foi derramado, isto é uma evidência de sua impessoalidade. Mas vocês, trinitários, dizem que o Espírito Santo ser derramado não prova que Ele seja impessoal, pois Paulo, em Filipenses 2:17 usa a expressão sobre si mesmo: ainda que eu fosse derramado como libação. Portanto, vocês argumentam que se Paulo podia ser derramado e ser uma pessoa, o espírito santo poderia também ser derramado e ser uma pessoa. Todavia, vocês, trinitários, estão errados porque enquanto a Bíblia diz que o Espírito Santo foi derramado, não se diz sobre Paulo ser derramado, mas se diz sobre ele ser derramado como algo que é derramado. Então, é diferente. Por exemplo, a Bíblia diz que o espírito santo foi derramado como línguas que de fogo, e não como línguas de fogo. (Atos 2:3) Se dissermos: Fulano é forte como um touro, não queremos dizer que ele seja um touro. Isto é uma símile com o uso da conjunção "como". Paulo diz que para os sem lei se fez como se estivesse sem lei. (1 Coríntios 9:21) Então, será que Paulo era ladrão? Por isso, precisamos combinar assuntos espirituais com palavras espirituais, e ver o que o restante das Escrituras dizem sobre cada assunto. 
Refutação Cristã - Nas expressões o Espírito Santo foi derramado e Paulo ser derramado como libação (sacrifício), o simbolismo está no verbo derramar. Nem o Espírito Santo, nem Paulo, são líquidos. Então, a analogia dos cristãos está correta: Se o Espírito Santo não é um ser pessoal porque é derramado, da mesma forma Paulo não seria.

Outro ponto: Qual a diferença entre eu dizer que Paulo foi derramado ou Paulo foi derramado como sacrifício? Nenhuma! Paulo continuaria sendo um ser pessoal da mesma forma, e o verbo derramar continuaria sendo empregado em sentido figurado. Assim também, ao lermos o Espírito Santo foi derramado e o Espírito Santo foi derramado como línguas que de fogo? Nenhuma! O Espírito Santo continuaria sendo quem (no caso da crença TJ: o que) é, e o verbo derramar teria acepção figurado nas duas frases. O prezado TJ, no texto acima, pretendeu afirmar que o fato de usar uma símile (comparação) com o uso de como muda a força do nosso argumento? De forma alguma! O uso de como na expressão não muda nada sobre quem é Paulo. Que pena! Eu não estive neste debate.

O restante da argumentação é apenas uma tremenda enrolação. É óbvio que há figuras de linguagem, e em todos os exemplos dados, as figuras de linguagem não mudaram a identidade do ser a quem elas se referiam. Paulo continuou sendo um ser pessoal em todas elas. Da mesma forma, o Espírito Santo continua sendo quem sempre é em todos os textos bíblicos, usando-se a símile com a conjunção como ou não. Então, para que perder mais tempo com tal argumentação?
Argumento TJ 3 - Nós cremos que a expressão ficaram cheio do espírito santo prova a impessoalidade do espírito santo, porque não se pode ficar cheio de pessoas espirituais. Todavia, vocês, para nos refutar, citaram Marcos 5:9. Ali lemos que havia uma legião de espíritos numa pessoa. Sendo assim, segundo vocês, uma pessoa pode ficar cheia de espíritos sim, da mesma forma como os discípulos ficaram cheios de um só espírito santo. Mas o argumento de vocês não tem fundamento. Por quê?
Primeiro, em Marcos 5:8 Jesus diz que era apenas um espírito. Depois em Marcos 5:9 fala-se de uma legião. Então, o ponto principal não era ficar cheio de espíritos ou não. Segundo, porque a palavra espírito é usada para designar anjos. (Hebreus 1:14-19) E nesse texto de Hebreus lemos que o Deus de Jesus ungiu Jesus. Com o que Jesus foi ungido? Com o espírito santo. Foi Jesus ungido com ele mesmo? Não! Veja Lucas 3:21, 22. Lemos que o espírito santo desceu em forma corpórea, como pomba. Vocês usam Filipenses 2:17 onde se diz de Paulo ser derramado como libação, e em Lucas lemos que o espírito santo desceu como pomba. Mas quem usa Filipenses 2:17 para provar algo sobre Paulo ser derramado, então teríamos que concluir que o espírito santo é uma pomba. E no caso do batismo de Jesus, ele ora a ele mesmo? Como pode isso se eles são a mesma pessoa? Então o Pai ouviu a oração dele mesmo? E depois mandou uma outra parte dele para ungir ele mesmo que estava na terra? E a voz do céu tu és meu filho em quem me comprazo - indica ela que Deus aprovou ele mesmo? Isto não é combinar assuntos espirituais com palavras espirituais! Além disso, os nomes de pessoas e o nome Jesus estão sempre em iniciais maiúsculas, mas se você ler em grego espírito santo (pnévma rajios!!!), está sempre em letra minúscula.  
Refutação Cristã - Até aqui, neste ponto do debate, não responderam a argumentação de que se pode ficar cheio de espíritos (Marcos 5:9) e, portanto, pode-se ficar cheio de Espírito Santo. Mais adiante no debate, um dos TJs disse que não se pode confundir os significados de PNÉVMA. Isto parece piada! Usa o grego, e pronuncia horrivelmente a palavra. Mas é verdade que espírito, em grego e hebraico, é uma palavra polissêmica, ou seja, com vários significados. Então, o debatedor TJ quer insinuar que os espíritos que possuíram o endemoniado eram serem pessoais, mas o Espírito Santo que enche os cristãos não é um ser pessoal. Qual é o critério para essa interpretação? Nenhum critério bom, a não ser ir para o texto com a ideia preconcebida de que o Espírito Santo de Deus é sua força ativa e não um ser pessoal. Com essa ideia fixa, luta-se a todo o custo para que o texto diga o que não diz. Horrível!

Ao usar Hebreus 1:14-19, a intenção primária do debatedor TJ foi mostrar que a Bíblia usa a palavra espírito com vários significados diferentes. Isto é verdade. Mas isto não significa que se possa escolher o significado "x" e dar a bel prazer ao Espírito Santo. A Bíblia diz que Deus é espírito. (João 4:24) Deus é uma força apenas? Não! Ele é um ser pessoal!

Depois, os debatedores TJs fazem uma verdadeira confusão com o que realmente cremos. Ou seja, refutam o que não cremos. Usando Lucas 3:21, 22, raciocinam que o Espírito Santo não é parte da Trindade, pois o texto mostra que no batismo de Jesus, Pai, Filho e Espírito Santo são apresentados de forma distinta e separada e, portanto, não podem ser a mesma pessoa. Segundo eles, equivaleria afirmar que Jesus orou a ele mesmo, e que o Pai aprovou ele mesmo, e enviou uma parte dele para ungir Jesus com o Espírito Santo. Muita abobrinha! Não cremos nessa caricatura da Trindade. Essas perguntas devem ser feitas aos pseudo-cristãos unicistas e modalistas, que apregoam Deus primeiro se manifestando como Pai, depois o Pai vem como Filho, e depois Pai e Filho vêm como Espírito Santo. Não cremos nisso! E também não cremos que os três sejam separados! Eles são sim distintos, mas não separados! São distintos por SEREM TRÊS PESSOAS DISTINTAS, mas não separados, POR SEREM O MESMO E ÚNICO DEUS, pois na Bíblia vemos que as Três Pessoas são chamadas de Deus. - 1 Coríntios 8:5, 6; João 1:1; 20:28; Atos 5:3, 4.

Daí, o grande conhecedor de grego, que pronuncia pneuma hágios como PNÉVMA RAJIOS, argumenta que em grego bíblico os nomes de pessoas estão com letras maiúsculas, enquanto que Espírito Santo aparece (em grego) com letras minúsculas. O argumento é ridículo! O grego bíblico possui apenas letras maiúsculas. Quando o Novo Testamento foi escrito, não havia letras minúsculas. Portanto, nem quero perder tempo com isso. Aluno de primeiro ano de grego bíblico já sabe disso.
Argumento TJ 4 - Nós cremos que o espírito santo não pode ser uma pessoa porque a Bíblia diz que pessoas são batizadas com espírito santo. E vocês, trinitários, usam Romanos 6:3 para argumentar que se alguém ser batizado com espírito santo prova que ele seja impessoal, então Jesus também não seria uma pessoa, já que Romanos 6:3 diz que se pode ser batizado em Jesus. Mas o argumento de vocês não procede, pois no mesmo versículo se diz que pessoas foram batizadas na morte de Jesus. Então, se o argumento de vocês fosse coerente, a morte também teria que ser uma pessoa. 
Refutação Cristã - Outra ignorância do debatedor TJ. Se lermos João foi batizado nas águas, não há nada de simbólico na frase. Mas se lermos João foi batizado em Jesus Cristo, há apenas uma palavra simbólica aqui: batizado, pois não se batiza uma pessoa literalmente em outra. João continua sendo João, e Jesus continua sendo Jesus. E se lermos João foi batizado na morte de Jesus, temos uma frase com significado simbólico: Assim como o batismo em água significa que a pessoa se entregou a Jesus, ser batizado na morte dele simboliza algo que prefiro não comentar aqui. Mesmo nesta frase simbólica, Jesus continua sendo Jesus, e a morte dele continua sendo a morte dele. Mas pela leitura de Romanos 6:3, fica claro que ser batizado em Jesus significa ser batizado em sua morte. São expressões paralelas. Tanto faz uma como a outra.

Portanto, está corretíssimo o argumento cristão: Se ser batizado com Espírito Santo prova sua impessoalidade, então ser batizado em Jesus (ou na morte de Jesus) provaria a sua impessoalidade também. E outro ponto: O argumento de que se o batismo em Jesus o torna pessoal, então o batismo na morte dele torna a morte pessoal é ridículo, pois Jesus é sempre um ser pessoal. A morte é sempre um ser impessoal. Com relação ao batismo no ou com o Espírito Santo, a palavra espírito isolada pode significar seres pessoais ou seres impessoais. É o contexto que determina o significado. Na expressão batismo com Espírito Santo, a única palavra simbólica aqui é batismo, pois o Espírito Santo não é água! O Espírito Santo continua sendo o Espírito Santo. E o simples fato de que se diz para batizarmos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mateis 28:20) é uma grande prova de que três seres pessoais estão conectados à palavra nome e ao verbo batizar. Não seria estranho considerar apenas Pai e Filho como seres pessoais e Espírito Santo como impessoal?
Argumento TJ 5 - O espírito santo não pode ser uma pessoa porque lemos em Isaías 11:2, na Bíblia Almeida, que "O Espírito do SENHOR repousará sobre ele, o espírito de sabedoria, o espírito de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR". Todos esses espíritos são pessoas? Quanta gente, hein!?
Refutação Cristã - Não são vários espíritos. Trata-se do mesmo Espírito, que é do SENHOR, que dá sabedoria e entendimento para para o governo (1 Reis 3:9-12), conselho e fortaleza para a guerra (Isaías 9:6; 28:6; 36:5) e conhecimento e temor ao SENHOR para a liderança espiritual (2 Samuel 23:2). Os próprios TJs interpretam que se trata do mesmo espírito aqui, ou seja, a força ativa de Jeová dando qualidades ao vindouro Rei Jesus. Veja:

Salvação do Homem, página 167.
Então, se as TJs podem interpretar que se trata do mesmo "espírito" (em minúsculas) que da qualidades divinas às pessoas e a Jesus, quando ele é batizado, então nós também cremos que se trata do MESMO ESPÍRITO SANTO que dá a quem ele quer as qualidades divinas alistadas em Isaías 11:2 e outras, como o fruto do Espírito em Gálatas 5:22, 23. Portanto, a pergunta que não quer calar é: Se o debatedor TJ crê que se trata do mesmo espírito, por que ele argumenta contra nós de forma irônica (muita gente, hein!?) insinuando para nós que Isaías 11:2 estaria falando de muita gente? Que pena que não foi comigo que ele debateu. Que pena!
Argumento TJ 6 - Veja como que a palavra espírito é usada com o caso de João Batista, o qual viria no espírito e no poder de Elias. (Lucas 1:17) Então, será que Elias iria agora se incorporar em João? Os fariseus pensaram isso. Perguntaram para João: "És tu Elias?" (João 1:21) E João respondeu: Eu não sou. 
Refutação Cristã - Quando eu era TJ, eu incrementava mais este argumento e deixava os evangélicos malucos. No lugar do TJ, eu teria feito melhor que ele, não apenas neste argumento, mas em todos abordados aqui.

O debatedor TJ impressiona por saber vários textos bíblicos decorados, mas escorrega em declarações que o entregam como um muro aparentemente forte, mas cheio de buracos. Por exemplo, os fariseus jamais creram que Elias encorporou em João Batista. Se o TJ fosse fruto de um estudo sério da história judaica (ele está longe disso), descobrira que os judeus tinham crendices que o próprio profeta Elias poderia retornar, visto que ele fora levado num redemoinho e não se relata como ele teria morrido. O TJ usou a frase os fariseus pensaram isso como forma de comparar as crenças cristãs com as supostas crenças dos fariseus, ou seja, uma forma de intimidar os contra-debatedores.

Mas quanto à argumentação em si, ela é errônea. Ela usa casos em que espírito pode se referir a um ser impessoal para induzir o ouvinte ou leitor a crer que a palavra espírito tem a mesma conotação que em Espírito Santo. Mas quem disse que porque em Lucas 1:17, a palavra espírito não significa um ser pessoal, então este fato torna o Espírito Santo impessoal? Se essa tentativa fosse levada a sério, então eu poderia argumentar que Deus não é um ser pessoal quando a Bíblia diz Deus é espírito, visto que em Lucas 1:17, a palavra espírito não designa um ser pessoal. Em outras palavras, a metodologia TJ é horrorosa!

Por exemplo, é uma tolice de primeiro naipe comparar Lucas 1:17 com todos os textos que se referem ao Espírito Santo como forma de impessoalizá-lo. Por quê? Porque o próprio João disse que não era Elias (Lucas 1:21), portanto este espírito não poderia mesmo se referir a um ser espiritual e pessoal. Mas no caso do Espírito Santo, há abundante evidência de que Ele é um ser que age como pessoa. - João 16:13, 14; Atos 13:2.
Argumento TJ 7 - Vocês trinitários dizem que o fato de em alguns textos a Bíblia apresentar o espírito santo com artigo "o", isto seria prova de que ele é um ser pessoal. Veja, por exemplo, um dos textos que vocês usam, em Atos 28:25. Ali lemos que "o espírito santo" falou. Mas a questão é: Falou por meio de quem? Do profeta Isaías. Então, na verdade quem falou foi Isaías, o qual foi inspirado pelo poder de Deus em ação, ou sua força ativa, para escrever algo. Por isso, lemos em 2 Pedro 1:20, 21 que os homens falaram da parte de Deus movidos pelo espírito santo. Então veja bem: Se Deus envia seu espírito santo, quando este espírito santo age, é como o próprio Deus agindo, pois a Bíblia apresenta muitas vezes os representantes como os representados. Deus é o representante, o espírito santo é tratado como pessoa porque a força ativa de Deus representa a Deus. Mas o espírito santo não é o próprio Deus, ou uma pessoa. Isto é comum na Bíblia. Por exemplo, lemos em João 13:16 que o enviado não é maior que aquele que o envia. Então, o espírito santo é menor que Deus e não pode ser uma pessoa como Deus. Agora observe João 13:20: "Quem receber aquele que eu enviar, a mim me recebe". Desta verdade, aprendemos duas coisas: (1) Que quando Deus envia seu espírito santo para um profeta escrever algo inspirado, é como se essa força ativa de Deus fosse o próprio Deus; (2) Que se o Espírito Santo é uma pessoa igual a Deus ao ser enviado, então os discípulos seriam deuses iguais a Jesus por serem enviados por ele. Agora veja como foi que Jesus indicou que o espírito santo não é um ser pessoal. Ao enviar os seus discípulos, Jesus chegou a eles, conforme João 20:22 e assoprou neles o que? Uma pessoa? Não, mas assoprou neles o espírito santo, e com artigo ainda! 
Refutação Cristã - Em primeiro lugar, sobre o uso do artigo. Se um cristão argumenta que o uso do artigo à frente de Espírito Santo prova sua pessoalidade, ele está errado. Não prova nem sua pessoalidade, nem sua impessoalidade. No grego bíblico, a palavra Deus ocorre com e sem artigo definido masculino. E Deus continua sendo um ser pessoal. Também, no grego bíblico, há artigo masculino, feminino e neutro. Muitas TJs dizem que pelo fato de Espírito Santo vir precedido de artigo neutro, isto prova sua impessoalidade, pois se fosse um ser pessoal deveria vir acompanhado de artigo masculino. Isto não procede. Em Mateus 2:8 se refere a Jesus como o menino, e no grego, menino vem com artigo neutro. Seria este menino um ser impessoal porque vem com artigo neutro? Claro que não! Então, o uso de artigo ou não, sendo neutro ou masculino, não prova nada, nem a favor dos cristãos, nem a favor dos TJs. Em outras palavras, discutiram à toa.

Em terceiro lugar,  a questão do verbo enviar. O escravo não é maior do que aquele que o envia. Pura verdade! Mas preste atenção: Não é maior em natureza ou em posição? Pois se João envia Pedro, Pedro e João são iguais em natureza, mas diferentes em posição. Pedro e João são seres humanos, IGUAIZINHOS em natureza! Mas para os devidos fins, Pedro é submisso a João. É exatamente o que cremos quanto à Trindade. Pai, Filho e Espírito Santo são IGUAIZINHOS em natureza. Todos possuem a mesma natureza divina em comum. Mas, no plano de salvação do homem, são diferentes em posição. O Pai envia Jesus (João 3:16) e o Espírito Santo (João 14:26), portanto, o Filho e o Espírito Santo são submissos ao Pai. E o Espírito Santo é submisso ao Filho, pois o Filho também participa em enviar o Espírito Santo, pois o Pai o envia em nome de Jesus (João 14:26b) e Jesus o envia também da parte do Pai. (João 15:26a) Portanto, pergunto aos TJs: Se o Pai enviar o Espírito Santo torna Pai e Filho seres pessoais, por que Pai e Filho enviarem o Espírito Santo tornam apenas Pai e Filho seres pessoais e o Espírito Santo ser impessoal? Que critério tolo é este.

Em segundo lugar, o argumento TJ de que em Atos 28:25, comparado com 2 Pedro 1:21, não é o Espírito Santo quem de fato fala, mas Deus que fala por intermédio do profeta, o qual é movido por Espírito Santo, ou seja, a suposta força ativa de Deus. Quem disse que o fato de Deus falar aos profetas através de seu Espírito Santo torna este Espírito impessoal? Qual o critério usado aqui? Seja qual for, não há lógica. E por que não há lógica? Porque lemos na Bíblia que o Espírito Santo profere palavras e frases dirigidas a pessoas. (Atos 13:2) Se a Bíblia pretendesse impessoalizar o Espírito Santo, não usaria expressões desse tipo: O Espírito Santo disse, o Espírito Santo falou. Na mente TJ, soa estranho Deus incumbir o Espírito Santo de revelar algo a pessoas. Para que três, se Deus é quem revela direto aos homens. Mas Apocalipse sugere quatro! Revelação de Jesus, que Deus lhe deu, para mostrar a seus servos...." (Apocalipse 1:1) Ou seja, Deus dá a Jesus a revelação que é de Jesus para os seus servos, e isto evidentemente é feio através do Espírito Santo. Então, para que quatro? Porque Deus assim quer! Ora, se Deus falar por intermédio dos profetas torna Deus e os profetas seres pessoais, por que Deus falar por intermédio dos profetas movidos por Espírito Santo torna apenas Deus e os profetas seres pessoais e o Espírito Santo um ser impessoal? Somente tolos em Bíblia caem nessa conversa!

Mas um TJ poderia afirmar: Então, se João envia uma carta, João e a carta são seres pessoais? Não, pois a carta é impessoal pelo fato de não possuir reações pessoais. A carta é enviada e não faz nada! Mas o Espírito Santo é enviado e tem reações pessoais. Tanto que Jesus, ao prometer o Espírito Santo, diz que este Espírito não falará de si mesmo, MAS DIRÁ O QUE TIVER OUVIDO. Desafio os TJs do debate: COMO UMA FORÇA ATIVA PODE OUVIR ALGO? Quando eu era TJ, eu arriscaria a seguinte resposta furada: A Bíblia diz que os montes e a terra ouvem a palavra de Deus, mas montes e terra não são pessoas. Mas é óbvio que montes e terra aqui se referem às pessoas que estão nos montes e na terra. Mas e no caso do Espírito Santo ouvir? Que figura de linguagem os TJs inventarão para sair desse argumento?

Em quarto lugar, o fato de Jesus soprar o Espírito Santo. Veja que em João 20:22, não se diz que Jesus soprou neles o Espírito Santo. Mas diz que Jesus soprou neles e disse: Recebei  o Espírito Santo. O Espírito Santo não é um vento literal. Mas a palavra espírito, em grego e hebraico, podem significar vento. Sendo assim, o que Jesus fez, como excelente instrutor, foi fazer um trocadilho como recurso didático para que os discípulos não esquecessem da lição: Eles receberiam o Espírito Santo. As palavras vento (soprado neles) e espírito eram exatamente a mesma: pneuma. Mas o Espírito Santo não é vento, muito pelo contrário, a Bíblia diz que o Espírito sopra para onde quer (João 3:8), ou seja, Ele tem vontade própria, age como ser pessoal. Realmente, Deus soprou o fôlego de vida no homem. Novamente, o mesmo trocadilho. Sopra-se vento, mas o fôlego de vida não é vento, mas o dom da vida sustentado pela respiração, não é mesmo TJs? Sim!
Argumento TJ 8 - Os trinitários usam Atos 5:3, 4 para tentarem provar que o espírito santo é um ser pessoal e é Deus. Ali lemos que Ananias e Safira mentiram para Deus (v.3) e para o espírito santo (v.4). Então, vocês concluem que o espírito santo é Deus. Todavia, vocês estão errados. Por quê? Porque em João 20:22, 23, quando Jesus sopra o espírito santo sobre os apóstolos, eles recebem autoridade para perdoar ou não os pecados de alguém. Na verdade, Ananias e Safira mentiram para os apóstolos, que haviam recebido o Espírito Santo de Jesus, e esses apóstolos tinham autoridade, imbuídos da força do altíssimo, de perdoar um transgressor ou não, dependendo do arrependimento deles. Sendo assim, mentir para o espírito santo significava mentir contra os apóstolos, que tinham o espírito santo e a autoridade para perdoar pecados ou não.
Refutação Cristã - Argumentação falha! O texto diz que não foi a homens que eles mentiram, mas contra Deus e o Espírito Santo. Não se mente para uma força. Atos 5:9 diz que eles puseram à prova o Espírito do Senhor. O Espírito do Senhor é o Espírito Santo. Como se pode pôr à prova uma energia? Além disso, onde o texto de Atos 5:3, 4 sugere que Ananias mentiram para o Espírito Santo no sentido de terem mentido para os apóstolos? Será que essas TJs concluíram que era pelo fato de os apóstolos terem a autoridade do Espírito Santo? Se for assim, quem dá autoridade a alguém é um ser pessoal. Os TJs poderão responder que na expressão em nome da lei, a lei tem autoridade (nome) e não é um ser pessoal. Mas a questão é que todas as leis são feitas por quem tem autoridade. Mas o Espírito Santo não foi feito por ninguém, pois mesmo que Ele fosse apenas o poder de Deus em ação, Ele jamais poderia ter sido criado, pois sempre acompanhou Deus de eternidade à eternidade. Pois: Com que poder Deus teria criado seu poder? Não faz sentido, portanto, comparar o Espírito Santo de Deus, incriável, com leis criadas.
Argumento TJ 9 - Com relação a Romanos 8:16, onde vocês, trinitários, dizem que o espírito de Deus dá testemunho com o espírito dos cristãos de que vocês são filhos de Deus, vocês nos perguntam: Como pode um espírito dar testemunho a outro espírito se ambos não são seres pessoais? Isto é um argumento bastante fraco, bastante falho. Por quê? Porque se formos achar que tudo o que dá testemunho é um ser pessoal, então teríamos que admitir que as obras que Jesus fazia, ao dar testemunho dele, eram pessoas também. (João 5:36) E com relação ao espírito santo dizer algo, como em Atos 13:2, isto não prova nada sobre ele ser uma pessoa. A Bíblia está repleta de exemplos de seres inanimados que falam. Por exemplo, em Jó 28:14 diz que o abismo e o mar falaram. Mas o abismo e o mar não são seres pessoais. É uma personificação e não prova personalidade. 
Refutação Cristã - Mais exemplos de comparações aberrantes. Na mente desses intérpretes, se é que o são de fato, o Espírito Santo de Deus, ao dar testemunho com o nosso espírito, não é um ser pessoal porque as obras dão testemunho de Jesus e não são seres pessoais. E o Espírito Santo dizer algo não prova que Ele é um ser pessoal porque abismo e mar dizem mas não são seres pessoais. Este argumento é tão ridículo, pois ousa a comparar a palavra espírito, que pode significar seres pessoais (anjos, demônios, Deus, Jesus) com três palavras que NUNCA PODEM SIGNIFICAR SERES PESSOAIS NA BÍBLIA: obras, abismo e mar. Ou seja, cometeram a burrice exegética de comparar palavra polissêmica (vários significados) com palavra monossêmica (um significado).  E no caso de abismo e mar, tiraram essas palavras de um texto poético, onde a personificação é um recurso de linguagem comum, mas em Romanos 8:16 não se trata de poesia.

Outras TJs dão uma explicação mais interessante ao texto. Afirmam que o Espírito de Deus que dá testemunho com o nosso espírito se refere ao próprio Deus dando testemunho aos 144 mil, de que eles são filhos de Deus. Isto é pútredo! Fede! Equivaleria dizer que atualmente, dentre as quase 8 milhões de TJs, Deus daria esse testemunho apenas a umas 13600 pessoas restantes desses 144 mil. Onde a Bíblia ensina isso? Em lugar nenhum! Todos esses debatedores TJs não se consideram filhos de Deus, porque não são dos 144 mil. Então, como poderiam entender, pelo Espírito de Deus, a Bíblia? Ora, se o Espírito de Deus que dá testemunho é o próprio Deus, então esses TJs filhos não sei de quem deveriam admitir a pessoalidade e a divindade do Espírito Santo. Que rolo!
Argumento TJ 10 - Jesus ou Deus alguma vez foram chamados de dedo na Bíblia? Então, abra a sua Bíblia em Lucas 11:20 e Mateus 11:28. Nestes textos, quando comparados, lemos respectivamente que Jesus expulsava os demônios pelo dedo de Deus e pelo espírito de Deus. Portanto, como pode um ser pessoal ser chamado de dedo?
Refutação Cristã - Quando vejo argumentos como estes, lembro-me de quão ignorante era enquanto TJ. Jesus é chamado de o Cordeiro de Deus. (João 1:29) Então, os TJs dirão: 'Mas você tem que saber o motivo de Jesus ser chamado de o Cordeiro de Deus'. E o mesmo diremos a eles: 'Vocês precisam saber por que o Espírito Santo é chamado de dedo de Deus. A final de contas, quando se pede a mão de uma mulher em casamento, quero crer que a mão represente a própria mulher, o será que estou enganado? Quando se diz o dedo do proctologista examinou o Sr. Gregório a fundo e ele gostou, mas não pagou a consulta, quero crer que não foi o dedo de fato o examinador, mas a pessoa inteira do médico. Quando se diz que Joaquim realizou melhorias na casa através do seu braço direito, creio que não se trata de um braço direito de verdade ou de um ser impessoal, mas de uma pessoa de confiança, não é verdade? Então, será que esses dedos-de-damas, que gostam de fazer fuxico teológico na internet, contra nossas doutrinas milenares, já perderam sequer um pequeno tempo para estudar de onde veio a expressão dedo de Deus? Acho que não! Então, uma aulinha de presente para os doutores TJs de plantão:

Em Êxodo 8:19, lemos que os magos do Faraó concluíram que a terceira praga fora causada pelo dedo de Deus, ou seja, pelo poder de Deus. Mas o poder de Deus é o próprio Deus em ação. O dedo aqui inclui certamente a ideia de poder, mas poder de uma pessoa. Em Deuteronômio 9:10, fala-se das tábuas dos Dez Mandamentos, escritas com o dedo de Deus. Mas quem escreveu foi Deus. Assim, dedo é o próprio Deus, um ser pessoal. É a parte pelo todo. Além do que, nós cristãos trinitários, cremos também que Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus. (1 Coríntios 1:24) Significa isso que Jesus não é um ser pessoal? De modo algum! Ele é o poder de Deus porque Deus manifestou o seu poder através dele. Então, cremos também que o Espírito Santo é um ser pessoal e é também o poder de Deus, porque Deus manifestou seu poder também através de seu Espírito Santo.
Argumento TJ 11 - O Pai tem nome, o Filho tem nome, cada espírito evidentemente tem um nome, mas o espírito santo não tem nome, evidentemente porque não é um ser pessoal? 
Refutação Cristã - Qual é o nome da força ativa de Deus? Espírito Santo? Só para saber! O nome do Deus Triúno é YHWH. Por isso, o nome do Espírito Santo, como Deus, é YHWH. Jesus é YHWH, enquanto Deus. João Batista era aquele que preparou o caminho de YHWH. (Isaías 40:3; Mateus 3:1-3) E João Batista preparou o caminho para Jesus. O Espírito Santo falou por intermédio do profeta Isaías (Atos 28:25), mas lemos em Isaías que quem falou foi, pelo contexto, YHWH (SENHOR). - Isaías 6: 1-10.

Outro ponto é: O nome YHWH não existe de eternidade à eternidade, assim como Deus. Deus escolheu esse nome para si, segundo as próprias TJs. No livro da seita O Que a Bíblia Realmente Ensina, capítulo 1, parágrafo 15, diz que Deus deu a si mesmo um nome cheio de significado. Se Deus deu a si mesmo um nome, isto significa que antes de fazer isso Ele não tinha um nome. Sendo assim, Deus, para ser pessoal, não precisa de nome. Então, essa conversa fiada de que, pelo fato de o Espírito Santo não ter um nome, sendo isso verdade mesmo, não significa que não seja um ser pessoal. Esta pessoa de Deus simplesmente foi chamada de Espírito Santo, provavelmente para revelar dois atributos de Deus: Sua espiritualidade e sua santidade. Deus é espírito e é santo, santo, santo. - João 4:24; Isaías 6:3.
Argumento TJ 12 - O espírito santo não pode ser uma pessoa parte da Trindade, porque se fosse, ele seria maior que Jesus. Afinal, quem peca contra Jesus tem perdão, mas quem pecar contra o espírito santo jamais terá perdão, conforme as próprias palavras de Jesus em Mateus 12:32.
Refutação Cristã - Em primeiro lugar, o pecado contra o Espírito Santo não tem perdão não porque Ele seria maior que Jesus. Se assim fosse, o Espírito Santo seria maior que o próprio Pai, pois os Israelitas, no deserto, e como nação, viviam pecando contra Deus, e o Pai os perdoou muitas vezes. Jesus orou a seu Pai: "Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que dizem". (Lucas 23:34) Contra quem eles haviam pecado? Contra o Espírito Santo? Não, pois se tivessem pecado contra o Espírito Santo, Jesus não iria pedir para o Pai lhes perdoar. Eles haviam pecado contra o Pai e, evidentemente, contra o Filho.

Em segundo lugar, o pecado contra o Espírito Santo não tem perdão porque trata-se do pecado cometido em que a pessoa jamais se arrepende, e como uma das funções do Espírito Santo é convencer o homem do pecado (João 16:8), aqueles que morrem sem se arrepender é porque não foram convencidos pelo Espírito Santo. Logo, não terão mais perdão. E por incrível que pareça, os próprios TJs ensinam isso. Veja:

A Sentinela 1 de Abril de 1970, página 222,
Volume Encadernado do ano de 1970.
Então, fica muito claro que para nós, cristãos, e até para os sectários TJs, pecar contra o Espírito Santo significa não se converter do pecado para sempre, ou seja, até morrer. Por isso que pecar contra o Espírito Santo não tem perdão, e não porque Ele seja maior ou igual ao Pai e ao Filho.

E em último lugar, é simples o entendimento da passagem de Mateus 12:32. Assim como pecar contra o Filho o torna um ser pessoal, pecar contra o Espírito Santo o torna também. Os TJs poderão dizer: 'Mas a Bíblia nos diz para não mentirmos (ou não pecarmos) contra a verdade'. (Tiago 3:14) Por um acaso a verdade  é uma pessoa? Não!' Mas a Bíblia diz que a verdade é uma pessoa SIM! Olha a aula: Seja Deus verdadeiro (Romanos 3:4); Eu sou a verdade (João 14:6); Quando, porém, vier, o Espírito da Verdade'. (João 16:13) Ainda poderão dizer: 'Mas a palavra de Deus é a verdade e essa verdade não é uma pessoa'. Retruco: Deus é a verdade, sendo que a Bíblia é uma ínfima partícula da verdade de Deus na forma escrita. Mentir contra a verdade é mentir contra Deus, o qual é a verdade.
Argumento TJ 12 - No Concílio de Niceia, em 325, a Igreja Católica estabeleceu que Pai e Filho eram o mesmo Deus. E apenas em 381, em Constantinopla, a Igreja Católica passou a ensinar que o espírito santo seria um ser pessoal e parte de uma trindade. Até então, ele não era visto como pessoa. 
 Refutação Cristã - Os TJs acreditam que numa bela manhã do Concílio de Constantinopla, em 381, os bispos acordaram com uma vontade desgraçada de inventar um ensino, como que dizendo: "Vamos sacanear a Igreja?" Não, definitivamente não foi assim. Os TJs - a começar do seu Corpo Governante até seus asseclas - jamais estudaram a fundo história da Igreja. O que eles fazem pinçar fatos e declarações isoladas da história que leem vez por outra e montar uma dissertação, ligando os pontos que pinçaram. É uma pena fazer isso com eles mesmos, pois se enganam, e pior, enganam os desavisados.

Durante os primeiros séculos da história da Igreja, houve muitos debates. Primeiro, sobre quais seriam os livros inspirados. Já se sabia, até o século III, que praticamente os livros do Novo Testamento que temos eram inspirados, mas havia algumas dúvidas sobre outros que poderiam ser inspirados. Isto contribuiu para que algumas doutrinas fossem oficialmente estabelecidas.

Outro ponto era a presença de falsos mestres na Igreja, a qual perdeu muito tempo combatendo heresias e seitas como os testemunhas-de-jeová da atualidade. Foram dezenas delas.

Mesmo assim, a Igreja avançou aos poucos em descobrir verdades nas Escrituras. Mas não foi de uma hora para outra que passaram a crer na pessoalidade do Espírito Santo. Houve debates ao longo da história sobre esse assunto.

O que me impressiona é que esses TJs mau informados usam esses fatos como se quisessem dizer: Se a doutrina da pessoalidade do Espírito Santo fosse óbvia, então não teria demorado tanto para ser ensinada. Todavia, quando analisamos as 329 mudanças de ensinos (até 19.04.2015) dessa seita, vemos que ensinos 'marca registrada' dessa seita também demoraram para ser aceitos, e num contexto em que a Bíblia estava disponível a todos, o que não ocorria nos primeiros séculos da história da Igreja Cristã. Por exemplo, se fosse pecado doar sangue, por que apenas em 1945 se chegou à conclusão de que essa prática supostamente seria errada, quando as transfusões sanguíneas já eram usadas há mais de um século antes de 1945? Não vou perder meu tempo aqui com 145 casos de ensinos revisados nos últimos 50 anos! Então, os TJs, com a Bíblia nas mãos de cada assecla, podem demorar para rever ensinos e surgir com outros que jamais ensinaram antes, e a Igreja Cristã não!

Para terminar, gostaria de me colocar à disposição de todos aqueles que quiserem fazer perguntas sobre pontos que deixei escapar. Apenas quero avisar os TJs de plantão aqui: Conforme fiz a matéria, fui me colocando no lugar dos TJs, e elenquei 117 possíveis objeções que eu mencionaria caso ainda fosse TJ, e com certeza, tenho a resposta para todos esses pontos, todas com base bíblicas. - Fernando Galli.
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Assista ao debate aqui:


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