TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - 329a. MUDANÇA DE ENSINO: REVISÃO NO USO DE TIPOS E ANTÍTIPOS

Brilhou de novo! Uma nova luz! Anteriormente, as TJs usavam e abusavam do uso de tipos e antítipos. Por exemplo, a amizade entre Davi e Jônatas (ou Jonatã), para o Corpo Governante e seus asseclas, prefigurava a amizade entre o Davi moderno, os 144 mil, e o Jônatas moderno, a Grande Multidão. O mesmo ocorria com Rute e Noemi, respectivamente. Mas a luz do "jeová" TJ brilhou, de modo que há alguns anos não se falava tanto em tipos e antítipos. Para explicar o motivo, a revista A Sentinela de 15 de março, páginas 17, 18, afirmou:

A Sentinela 15 de março de 2015, página 17.
Mais abaixo, respondem: 

A Sentinela15 de Março de 2015, página 18.
Que bênção! O deus "jeová" das TJs deve estar estudando hermenêutica com o livro de Roy B. Zuck. Essa iluminação deve ter sido assimilada por esse "deus" num princípio de interpretação bíblica muito básico, já ensinado há décadas por cristãos equilibrados e sensatos. Roy B. Zuck determina SEIS MEIOS de se saber se é possível haver tipo e antítipo.
  1. Semelhança - Deve haver uma semelhança concreta entre tipo e antítipo. 
  2. Realidade Histórica - Os tipos consistem em pessoas que existiram, em acontecimentos reais, em fatos testemunhados. E os tipos devem surgir naturalmente no texto, sem que o intérprete acrescente algo a ele. 
  3. Prefiguração - O tipo contém traços de predição, de simbolismo. Ele antevê o antítipo e é sombra profética deste. (Colossenses 2:17) O tipo aponta para a frente.
  4. Elevação - Em tipologia, o antítipo é maior que o tipo e a ele superior. Por exemplo, Cristo é superior a Moisés.
  5. Planejamento Divino - Os tipos foram postos nas Escrituras Sagradas como planejamento de Deus, ou seja, com o propósito de apresentarem uma similaridade com o antítipo. (Um parêntese meu: Não podemos fazer como as TJs que veem João Batista, a voz que clama no deserto, como tipo de Charles Taze Russell, já que o primeiro anunciou a vinda de Jesus e o segundo teria anunciado a primeira volta invisível de Jesus, em 1914. Isso não é hermenêutica, mas o que eu chamo de HERMENERREIA.)
  6. Precisa Ser Especificado no Novo Testamento - O texto bíblico deve indicar de alguma forma que o elemento é um tipo.¹ 
Mas Roy Zuck não foi o primeiro a interpretar desta forma. Trata-se apenas de um exemplo para mostrar que o "jeová" TJ iluminou suas testemunhas a pensar como muitos cristãos já pensavam. Ou seja, mais um caso em que a luz desse "jeová" TJ já era ensinada por quem essa seita considera um não cristão, membro de Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa. A "Nova luz" TJ é exatamente o sexto ponto alistado acima. Pois é! - Fernando Galli.

¹ ZUCK, Roy B. A Interpretação Bíblica, páginas 200-207. São Paulo: Vida Nova, 1994. 

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