TESTEMUNHAS DE JEOVÁ - 321a. MUDANÇA DE ENSINO - SUAS TRAPALHADAS SOBRE A GERAÇÃO DE 1914


A mais recente mudança de ensino das TJs! A 321a. Nova Luz da seita que mais muda de ensinos "verdadeiros" na face da terra. Destas 321, as mais bizarras são aquelas que mudam de X para Y e depois ou retornam para X ou mudam para Z. Para um seita que afirma que as mudanças de ensinos são luzes de Jeová, então tais alterações põem em cheque o Corpo Governante, o canal de comunicação entre Deus e os homens. Veja o que tal canal aprontou recentemente com a geração de Mateus 24:34.

Lemos em Mateus 24:34 as seguintes palavras de Jesus: 
"Em verdade vos digo que esta geração não passará sem que todas essas coisas aconteçam". 
Para você entender a polêmica por trás deste texto, é necessário saber algo. Russell, o fundador da seita, havia previsto para 1914 a volta de Cristo para arrebatar a "igreja" e trazer o Armagedom. Óbvio que ele errou feio, pois Jesus já havia ensinado que só o Pai sabia o dia e a hora. (Mateus 24:36) Então, para explicarem o fiasco da falsa profecia, ou a interpretação da profecia (como gostam de chamar isso), Jesus não havia voltado em 1914 para buscar a Igreja e trazer o Armagedom, mas havia se tornado Rei nos céus nesta data. A velha tática sectária de justificar o não cumprimento de uma profecia: Acertamos a data, mas erramos o acontecimento.

Com relação a data de 1914, o Corpo Governante deu várias explicações sobre a geração de Mateus 24:34. Observe:

1a. Luz - A Geração que não passaria de 1914 referia-se a todas as pessoas que presenciaram as dores de aflição que iniciaram em 1914, quando Jesus se tornou Rei e expulsou Satanás do céu para a terra. Assim, as Tjs criam que quando Jesus voltasse para trazer o Armagedom, haveria pessoas, TJs ou não, vivas, as quais presenciaram as dores de aflição de 1914.

A Sentinela 1 de maio de 1992, página 3.

Mas, com o tempo, a luz do "jeová" TJ brilhou e a geração que não passaria mudou de identidade. Veja:

2a. Luz - A geração que não passaria passou a ser entendida como a geração de pessoas ruins que existiu nos dias de Noé, nos dias de Jesus e que existe até hoje. Observe:

A Sentinela 1 de novembro de 1995, página 19.
Portanto, a mudança da primeira luz para a segunda foi a seguinte: Antes, a geração que não passaria antes que as palavras de Jesus em Mateus 24 se cumprissem eram aqueles que estavam vivos em 1914 e presenciaram o início das dores de aflição e o começo do reinado de Jesus nos céus. Poderiam incluir tanto TJs como não-TJs já nascidas em 1914. Com a nova luz, a geração que não passaria passou a significar apenas pessoas ruins, não TJs, que viveram nos dias de Noé, nos dias de Jesus e vivem até hoje. 

Mas, a vida tem suas surpresas, e o "jeovazão" das TJs resolveu mudar tudo de novo, e recentemente enviou dos céus a mais nova interpretação sobre quem é essa geração que não passará. Piada! Vejamos:

A Sentinela 15 de janeiro de 2014, página 31.
Que rolo! Primeiro, a geração que não passaria incluia TJs e não TJs que estava vivas em 1914, sendo que algumas dessas pessoas estariam vivas na volta de Jesus para trazer o Armagedom. Depois, a geração que não passaria referia-se a todas as pessoas ruins que viveram nos dias de Noé, nos dias de Jesus e, por fim, em nossos dias. E agora, refere-se apenas às Testemunhas de Jeová ungidas, ou seja, àqueles dos 144.000 que reinarão no céu com Cristo que estavam vivos em 1914 (primeiro grupo) e uma outra parte dos 144.000 que vivem até hoje mas com a condição de terem sido ungidos enquanto os do primeiro grupo ainda estavam vivos.

Embora eu respeite a liberdade que cada um tenha de interpretar a Bíblia da forma que quer, quero afirmar aqui: Das três interpretações acima, a mais ridícula é a mais recente. Onde é que a Bíblia ensina isso? Que dicionário de palavras em Grego justifica o uso da palavra geração, genéa, para dois grupos de ungidos? E o absurdo maior vem a seguir: Qualquer bom conhecedor da história TJ sabe que apenas na década de 20 (1920-1929) passou-se a ensinar que Jesus havia se tornado Rei em 1914 e que, portanto, passou a estar presente, dominando no meio dos inimigos. Então, como é que o primeiro grupo de ungidos (da geração que não passaria) poderia ser os do 144 mil ungidos que prontamente, ou seja, em 1914 mesmo, reconheceram que Cristo estava presente? Nenhuma TJ, em 1914, soube que Jesus teria começado a reinar em tal data, pois esta interpretação veio apenas uma década depois! Quanta contradição e quanta baboseira!

E sobre estas três mudanças de ensinos, ou luzes do "jeovazão TJ", que têm a ver com a interpretação de uma doutrina fundamental das TJs, sobre a data de 1914, gostaria de que as TJs meditassem nestas palavras do próprio Corpo Governante:
""É assunto sério representar Deus e Cristo de um modo, e depois achar que nosso entendimento dos principais ensinos e das doutrinas fundamentais das Escrituras estava errado, e, daí, retornar às mesmas doutrinas que, por anos de estudo, cabalmente verificamos ser erradas. Os cristãos não podem vacilar — ser indecisos — a respeito de ensinos fundamentais. Que confiança se pode ter na sinceridade ou no critério de tais pessoas?" - A Sentinela de 15 de abril de 1977, página 246, volume encadernado."
Ou seja, se acharmos que nossos ensinos estavam errados, daí mudamos, e depois retornamos para o ensino mudado, que confiança que as pessoas devem ter em nós? Muito bem! Parabéns! Primeiro, a geração que não passará poderia incluir TJs. Depois da mudança, não poderia incluir TJs pois referia-se apenas aos ímpios, ou iníquos. Depois da outra mudança, apenas inclui TJs, e apenas as ungidas vivas em 1914 e as que estão vivas hoje mas que, por assim dizer, conheceram aqueles que estavam vivos em 1914.

Entendeu por que o Corpo Governante proíbe que as TJs falem comigo? Porque a verdade deles que teme a mentira não passa de uma frágil mentira que não resiste à verdade dos fatos, e uma vez uma TJ sincera entre em contato com tais provas documentais, a fé TJ cairá por terra. - Fernando Galli.

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