TESTEMUNHAS DE JEOVÁ TENTANDO DESPERSONIFICAR O ESPÍRITO SANTO - PARTE II


O presente artigo serve de resposta não apenas à organização fundada por Charles Taze Russell mas a todas aquelas as quais negam a personalidade do Espírito Santo de Deus. A seguir, veremos várias refutações a tentativas de impessoalizar o Espírito Santo à luz das Escrituras. Toda a matéria refutada encontra-se no site do Apologista da Verdade. - Clique aqui para conferir.
Tentativa TJ 1 - "Quando a Bíblia chama o Espírito Santo de "o Consolador" (João 14:16, 26; 15:26; 16:7), não significa que seja um ser pessoal, pois a Bíblia ensina que as Escrituras consolam (Romanos 15:4) mas as Escrituras não são pessoas; A benevolência de Deus consola (Salmo 119:176), mas a benevolência não é pessoa; A vara e o bastão de Deus consolam (Salmo 23:4), mas não são pessoas."
Resposta Cristã - Em primeiro lugar, com um argumento desses acima, eu poderia tentar provar que até Deus, que nos consola, não é um ser pessoal pelo fato de a benevolência, as Escrituras, a vara e o bastão de Deus consolarem mas não serem pessoas. 

Em segundo lugar, nunca "escrituras", "benevolência", "vara" e "bastão" são pessoas, mas "Espírito" muitas  vezes. E a palavra "santo" refere-se em mais de 85% das suas ocorrências a seres pessoais. Assim, comparar o "Espírito Santo" em sua ação de consolar com substantivos que consolam é um erro de exegese.

Em terceiro lugar, a benevolência as Escrituras a vara e o bastão que consolam procedem de um ser pessoal. No caso das Escrituras que consolam, elas são inspiradas pelo Espírito Santo de Deus. Assim, o Espírito Santo consola através das Escrituras que Ele mesmo inspirou. 

Em quarto lugar, nem as Escrituras, nem a benevolência, nem a vara e o bastão de Deus são chamados de "o(s) Consolador(es)", mas o Espírito Santo sim. Portanto, a tentativa acima não procede.
Tentativa TJ 2 - "O espírito santo é descrito como “outro” ajudador em relação a Jesus Cristo. (João 14:16) A palavra grega para “outro” nessa passagem é állos, que significa “outro” da mesma espécie. Com base nisso, alguns trinitaristas afirmam que, uma vez que Jesus é uma pessoa, o “outro” ajudador também teria de ser uma pessoa.  Mas a comparação aqui não é no sentido de Jesus e o espírito santo serem ambos pessoas. O texto não diz: ‘O Pai dará outra pessoa’, e sim “outro ajudador”. A linha de comparação está na palavra “ajudador” (ou “consolador”, conforme algumas traduções). Tanto Jesus como o espírito santo são descritos como ‘ajudadores’ ou ‘consoladores’. O espírito santo é “outro [állos] ajudador” no sentido de que daria continuidade à ajuda prestada por Jesus na promoção dos interesses do Reino de Deus, e de forma alguma tal passagem poderia ser usada para provar a existência de uma suposta terceira pessoa dum Deus trino."
Resposta cristã - Se o outro Consolador (O Espírito Santo) continuaria a obra do primeiro Consolador (Jesus Cristo), como o segundo Consolador seria uma coisa? Ademais, se não há no texto a frase "O Pai vos enviará outra pessoa", também não há a frase "O Pai vos enviará outro meio de consolar." O outro Consolador a ser enviado deveria estar à altura do Papel de Cristo em consolar, e somente um ser pessoal faria isso, e tão Deus quanto Jesus!

E afirmar que "O espírito santo é “outro [állos] ajudador” no sentido de que daria continuidade à ajuda prestada por Jesus na promoção dos interesses do Reino de Deus" é por nos lábios de Jesus o que Ele não quis dizer. 
Tentativa TJ 3 -  "Note abaixo as características aplicadas pela Bíblia ao espírito santo que determinam, além de qualquer dúvida, a sua natureza impessoal:         
         ENCHE pessoas. – Êxo. 31:3; Atos 2:4.
         Pode VIR SOBRE elas. – Juí. 3:10; Luc. 2:25.
         Pode ESTAR ATIVO em pessoas. – Juí. 14:6; 1 Sam. 10:6.
         É DERRAMADO. – Atos 2:17; 10:45.
         DISTRIBUÍDO. – Heb. 2:4.
         PARCELADO. – Núm. 11:17, 25.
         SOPRADO. – João 20:22."
Resposta Cristã - O Espírito Santo de Deus é responsável pela manifestação do poder de Deus. Por isso lemos a expressão "poder de Espírito Santo", em Romanos 15:13, 17. Ou seja, o Espírito Santo tem poder, e não é poder. Jesus disse que os discípulos receberiam poder ao descer sobre eles o Espírito Santo. (Atos 1:8) Portanto, quando o Espírito Santo age, a manifestação é para conferir poder de Deus. E o poder de Deus enche, vem,  pode estar ativo, é derramado, é distribuído, é parcelado e é soprado. Mas quem dá esse poder de Deus? O Espírito Santo de Deus, conforme os versículos acima de Romanos e Atos. Portanto, é figura de linguagem tais expressões usadas para com a atuação do Espírito Santo, assim como Paulo fala de si mesmo sendo derramado como sacrifício. - Filipenses 2:17.

Mas por que não vemos em momento algum a Bíblia ensinar que o Pai e o Filho são soprados, derramados, distribuídos, parcelados, etc? Porque as palavras gregas "páter" (pai), "hiós" (filho), "theós" (Deus) não permitem, em sentido literal, tal possibilidade. Mas a palavra "espírito" (ruahh, no hebraico, e pneuma, no grego), por ser polissêmica, ou seja, possuir vários significados, incluindo "vento", "poder", permite o uso de tais expressões. Por isso, Jesus faz o trocadilho, soprando "Espírito Santo" (João 20:22) Mas o Espírito Santo não é vento para ser soprado. Trata-se apenas de figura de linguagem. O mesmo se refere a encher. Ficamos cheios de Espírito Santo não porque Ele seja ar, vento, mas porque nos dá poder, então ficamos cheios do poder de Espírito Santo, e isso está na Bíblia, não é invenção nossa.

Em português e em outras línguas, em linguagem figurada se poderia dizer: "Eu darei de mim mesmo a vocês" ou "um pouco de mim para cada um de vós". Óbvio que eu não seria repartido em pedacinhos e dado para cada um. O uso de uma expressão simbólica a uma pessoa não a despersonaliza. Seguir à risca a gramática para definir ontologicamente o Espírito Santo é afirmar que Deus depende da gramática ou até semântica das palavras para se explicar. Se assim fosse, quando se diz que Deus é espírito (João 4:24) ou o Senhor é o Espírito (2 Coríntios 3:17), então seríamos obrigados a definir Deus como força ativa também.
Tentativa TJ 4 - "O espírito santo é comumente associado a coisas impessoais. A Bíblia fala de ‘batizar com espírito santo e com fogo’ (Mat. 3:11); de estar “cheio de fé e espírito santo” (Atos 6:5; 11:24); e de estar “cheios de alegria e de espírito santo”. (Atos 13:52) O espírito santo dá testemunho, mas não junto com o Pai e o Filho (João 8:17, 18), e sim, junto com coisas impessoais, tais como a água e o sangue.  – 1 João 5:5-8."
Resposta Cristã - O Espírito Santo é associado com o que é impessoal. Mas se isso é prova de sua impessoalidade, então quando a Bíblia diz "em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo", seria prova de sua pessoalidade, já que o associa com o Pai e o Filho. Estar cheio de fé, de alegria e de Espírito Santo não prova sua impessoalidade porque a fé e a alegria são consideradas como fruto do Espírito Santo, e Deus também as dá. (Gálatas 5:22, 23) E quanto à afirmação de que o Espírito Santo dá testemunho, mas não junto com o Pai e o Filho, mas junto com coisas impessoais, como a água e o sangue. É errôneo afirmar que o Espírito Santo dá testemunho separado do Pai e do Filho. É o mesmo testemunho, pois só o Espírito Santo sabe todas as coisas sobre Deus. - 1 Coríntios 2:11.

Mas por que se diz que o Espírito Santo dá testemunho junto com a água e o sangue? Isso não torna o Espírito de Deus impessoal? Não! Onde se diz na Bíblia que substantivos praticando o mesmo verbo precisam ser interpretados com o seguinte raciocínio: " Se um substantivo de um sujeito [ou objeto direto, indireto, ou adjunto adnominal) composto é impessoal, o outro deve obrigatoriamente ser também?" Não existe regra gramatical para isso! Será que na frase "Através de Machado de Assis e de suas obras somos enchidos de conhecimento" eu seria tentado a raciocinar: "Assim como as obras de Machado de Assim não são seres pessoais, assim também Machado de Assis não é"? Ninguém faria isso!

Quanto a ser batizado com Espírito Santo e fogo, parece-me que o fogo simbólico aqui é resultado da própria ação do Espírito Santo, como em Pentecostes. (Atos 2:1-4) E mesmo que se interprete "fogo" com a destruição vindoura, então ficaria evidente a ação do poder de Deus em fazer tal ato, através do Espírito Santo de Deus.

Quanto ao verbo batizar, alguém poderia perguntar: Como se pode batizar uma pessoa com outra pessoa? Bem, em 1 Coríntios 10:2, fala-se dos Israelitas serem batizados em Moisés. Como pode uma pessoa ser batizada na outra? Claro que é simbolicamente, dirão as TJs. E o mesmo dizemos a respeito do Batismo com ou no Espírito Santo.

Como contra-argumento, poderíamos usar a expressão bíblica: "Satanás entrou em Judas". (Lucas 22:3) Se fôssemos tomar essa frase ao pé da letra como fazem as TJs com "ficaram cheios do Espírito Santo", alguém nos questionaria: "Como uma pessoa pode entrar dentro da outra?" É óbvio que as TJs diriam que isso aconteceu porque um espírito pode entrar num corpo. Então, o mesmo dizemos: O Espírito Santo pode entrar, morar, residir não apenas numa pessoa, mas em bilhões, tantas quantas Ele quiser, e ao MESMO TEMPO, pois Ele é Todo-Poderoso, e pode se manifestar como pomba, como línguas de fogo, da forma como Ele quiser.
Tentativa TJ 5 - "Ademais, afirmar que o espírito santo é uma pessoa, além de ser biblicamente incorreto, tendo em vista o contexto bíblico, também implica em problemas teológicos desconcertantes para os defensores do dogma. Isso levantaria questões intrigantes, tais como:
Resposta Cristã - Vejamos então se realmente as seguintes perguntas das TJs provam algo contra a personalidade do Espírito Santo?
Pergunta 1 - Por que Jesus não apresentou o espírito santo como testemunha junto dele e do Pai? – João 8:17, 18.
Resposta Cristã: Isso é mero argumento de silêncio. Vamos dar respostas à luz da Bíblia. Jesus disse: "Está escrito na vossa lei que o testemunho de dois homens é verdadeiro." De fato, em Deuteronômio 17:6 e 19:15 falam de duas ou três. Assim, Jesus achou que o testemunho do Pai e dele mesmo eram suficientes, além do que Jesus não havia ainda nem prometido o Espirito Santo a seus discípulos. Os ouvintes de Jesus nem imaginavam sobre a obra do Espírito Santo.
Pergunta 2 - Se Deus é uma Trindade, por que Jesus não disse: ‘Eu e o Pai e o Espírito Santo somos um’? – João 10:30.
Pergunta 3 - Por que ele disse que o Pai estava em união com ele e ele em união com o Pai, mas não citou o espírito santo como parte dessa união? – João 14:10, 11; 17:21-23. 
Resposta Cristã - Argumento de Silêncio novamente. O Espírito Santo não era conhecido ainda. Este só se manifestou no Pentecostes. Seria a mesma coisa que um judeu dissesse: "Se Jesus realmente salva, por que em Isaías 43:11 não se mencionou que Jesus também um dia salvaria, mas disse apenas que o Eterno Salva?" Argumento de silêncio! Mais à frente, Jesus é revelado como Salvador. (Atos 4:12) Da mesma forma, se o Espírito Santo, mais à frente, é mencionado como sendo enviado em nome de Jesus (João 14:26) e vem da parte do Pai (João 15:26), então quem ousaria a negar que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são um? É óbvio que são. 

Sobre a pergunta três, cuja resposta parte da premissa de que os ouvintes de Jesus não haviam ainda recebido o Espírito Santo de Deus, baseio-me nas Escrituras para ensinar que há um só Espírito (Efésios 4:5), e Deus é Espírito (João 4:24), e que devemos ter o Espírito de Deus e de Cristo (Romanos 8:9), que o Espírito de Cristo estava nos profetas que anunciavam sua vinda (1 Pedro 1:11), que o Senhor é o Espírito (2 Coríntios 3:17), etc. Ou seja, há um só Espírito, todavia o Pai é o Espírito, Jesus é o Espírito, e o Espírito Santo é chamado, às vezes, de o Espírito de Deus. Então, eu não posso me basear apenas na ausência das palavras "Espírito Santo" nas frases de Jesus para construir uma doutrina, mas basear-me na Bíblia toda. Um Espírito (Deus) subsistindo em Três Pessoas Espirituais (Pai, Filho e Espírito Santo). 
Pergunta 4 - Por que Jesus não mencionou o espírito santo, quando disse que a vida eterna depende de conhecer o Pai e o Filho? – João 17:3.
Resposta Cristã - Quando Jesus disse as palavras de João 17:3, ele já havia prometido o Espírito Santo, mas Este ainda não havia iniciado sua obra. Mas por que Jesus não mencionou o Espírito Santo? Em primeiro lugar, Jesus não estava dando aula de teologia, mas orando ao Pai. Segundo, Jesus sabia muito bem que seria o Espírito Santo quem nos ensinaria toda a verdade. (João 16:13, 14) Assim, como conhecer o Pai e o Filho sem ser ensinado pelo Espírito Santo? Portanto, a função do Espírito Santo é exatamente esta: Ensinar-nos a conhecer a Deus tanto intelectualmente quanto relacionalmente. 
Pergunta 5 - "Por que a “grande multidão” de salvos atribui a salvação ao Pai e ao Filho, mas não ao espírito santo? – Rev. 7:10."
Resposta Cristã - Outro argumento de silêncio. A função do Pai, na Trindade, é Salvar o homem através do Filho, Jesus, não através do Espírito Santo. O único nome pelo qual importa que sejamos salvos é Jesus, não o Espírito Santo. (Atos 4:12) No plano de Salvação, o Espírito Santo, enviado após a morte de Cristo, tem a função de selar o salvos, e não salvar. (2 Coríntios 1:22) Como são Pessoas Divinas distintas, casa uma tem a sua função no plano de salvação de Deus. Depois de aceitarmos Cristo como nosso Salvador, o Espírito de Deus passa a viver em nós e nos dar vida cristã. (Romanos 8:11) Assim, não se agradece ao Espírito Santo pela Salvação porque ela é atribuída apenas ao Pai e ao Filho, assim como numa oração não se agradece ao Pai por ter morrido na cruz, porque foi o Filho que o fez.       
Pergunta 6 - "Por que a Bíblia menciona “o trono de Deus e do Cordeiro”, mas não inclui o espírito santo? – Rev. 22:1."
Pergunta 7 - "Por que Paulo fala do “reino do Cristo e de Deus”, mas não inclui nesse reino o espírito santo? – Efé. 5:5." 
Resposta Cristã - Outros dois argumentos de Silencio, e advindo de alguém que desconhece a função do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Deus Pai é Rei Eterno, e concede ao Filho ressuscitado, como Cordeiro, o privilégio de Reinar. Jesus, como Deus, é Rei dos reis, o seja, em todo o lugar em que Ele reina, não há outro maior do que Ele. (Apocalipse 19:13) Mas em momento algum vemos se atribuir ao Espírito Santo a função de ser Rei. Assim, Deus é Rei pela atuação do Pai e do Filho apenas. Por isso, não se menciona o trono do Espírito Santo. 
Pergunta 8 - Por que Jesus afirmou que somente ele e o Pai conhecem um ao outro plenamente, mas não incluiu o espírito santo nessa relação de conhecimento mútuo? – Luc. 10:22.
Resposta Cristã - Novamente, Jesus não inclui nesse relacionamento o Espírito Santo porque não se conhecia a obra dEste. Inclusive Jesus nem mencionou o Espírito Santo como sabendo do dia e da hora da volta de Cristo. (Mateus 24:36) Só Deus sabia, e às vezes o Charles Taze Russell, o Joseph Franklin Rutherford e o Nathan Knorr, com seu corpo governante: 1914, 1925 e 1975.

Mas quando o Espírito Santo é derramado, então a partir daí se pode mencionar que o Espírito Santo de Deus, e só Ele, conhece as coisas de Deus. E certamente conhece a Jesus muitíssimo bem, plenamente. (1 Coríntios 2:11) Na verdade, o Espírito Santo fala o que ouve de Jesus. (João 16:13, 14) Como não há relacionamento e conhecimento mútuo entre eles?
Pergunta 9 - "Por que João menciona que os cristãos têm parceria “com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo”, mas não inclui nessa parceria o espírito santo? – 1 João 1:3."
Resposta Cristã - Em momento algum lemos em 1 João 1:3 que a nossa parceria, ou comunhão, é apenas com o Pai e o Filho. Não se disse "apenas". Nós, cristãos, acostumados com a correta exegese, que extrai da Bíblia como um todo verdades irrefutáveis, e não com a EIXEGESE TJ, que adiciona à Bíblia ensinos da mente de seus líderes, cremos que nossa comunhão ou parceria é com o Espírito Santo também. Lemos em 2 Coríntios 13:13: "A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós."
Pergunta 10 - "Além disso, se o espírito santo fosse uma pessoa, ele seria maior do que Jesus Cristo, pois a blasfêmia contra o Filho é perdoada, mas contra o espírito santo não." – Mat. 12:32.
Resposta Cristã - Se fôssemos levar a sério o questionamento acima, e admitindo que o Espírito Santo fosse uma força ativa, então o fato de blasfemarmos contra Ela e não termos perdão tornaria esta força maior do que o próprio Deus, contra quem se pode blasfemar e obter o perdão. Portanto, o argumento acima é sem nexo pois só se pode blasfemar contra um ser pessoal ou algo que represente esse ser pessoal, como nome (Romanos 2:24) ou residência (Apocalipse 13:6). 

Por que a blasfêmia contra o Espírito Santo não tem perdão? Porque é o Espírito Santo quem convence o homem do pecado. (João 16:8) Se o homem morre sem este convencimento, ele blasfemou contra o Espírito Santo de Deus através de pecados jamais confessados e abandonados. Jesus dizia que os fariseus blasfemavam contra o Espírito Santo de Deus porque sabia que eles jamais se arrependeriam. 

Agora preste atenção nisso: Se o Espírito Santo de Deus fosse a força ativa de Deus, então blasfemar contra o Espírito Santo seria o mesmo que blasfemar contra Deus. Brincando de argumento de silêncio, por que o texto não disse: Todo aquele que pecar contra a força ativa de Deus não terá perdão? Por que Jesus não disse em grego uma expressão do tipo "força ativa" aqui em Mateus 12:32?

Conclusão

Abramos nossos olhos contra argumentos errôneos. Louvemos a Deus por sermos cristãos. Não merecíamos. Nada! Nada mesmo! Mas pela graça de Deus somos salvos pela fé em Cristo Jesus! Obrigado Querido Espírito Santo! Te amo e sinto o teu amor e tuas doces consolações. - Fernando Galli.

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