TESTEMUNHAS DE JEOVÁ TENTANDO ESCONDER A VERDADE SOBRE SUA EXCOMUNHÃO

Fui quase 17 anos testemunha-de-jeová. Conheci tudo sobre a prática de expulsar pessoas em pecado contra o corpo governante. Convivi com casos de desassociação aos mais de cem. Senti inclusive na pele o que significa ser desassociado, quando os anciãos que me expulsaram dali covardemente e me disseram:
"Não temos respostas para seus questionamentos, mas o simples fato de você não crer 100% nos ensinos do corpo governante já depõe contra você." 
Mesmo assim, sou grato a Deus por tamanha libertação! Todavia, acho uma atitude vergonhosa apologistas TJs arquitetarem respostas para tentar fazer o leitor crer que a desassociação para os que pecam ou discordam da seita é apenas de caráter religioso. A seguir, uma resposta a um dos defensores dessa prática do corpo governante TJ de desassociar pessoas.

http://desassociar.blogspot.com.br/
Refutação cristã - Em primeiro lugar, fui desassociado por expor condutas não cristãs, como mudar 317 vezes de ensinos e se intitular a verdadeira religião, prever a volta de Cristo para 1914, 1925, e 1975. 

Em segundo lugar, não se trata de franca revolta, nem de oposição contra os TJs. Isso é mania de perseguição. O fato de discordarmos, com todas as provas dos ensinos mutantes dessa organização não significa que odiamos as TJs, muito menos que as maltratemos. Não somos opositores de pessoas, mas de ensinos. ideia de que as TJs são a religião mais perseguida.

Em terceiro lugar, quase todas as TJs desassociadas se queixam que seus parentes não conversam mais com elas. Quando uma TJ resolve ir para outra religião, aí então o caso é pior: Contatos reduzidos ao mínimo possível. 

http://desassociar.blogspot.com.br/
Refutação cristã - Em primeiro lugar, há muitas igrejas cristãs que disciplinam os pecadores praticantes dos pecados alistados acima. Todas as três igrejas batistas das quais fui membro agem biblicamente quando um pecador é impenitente. Mas a todas essas pessoas procuramos sempre ajudá-las a se arrependerem e a retornar nos caminhos do Senhor. Por não participarem da Ceia, não orarem e pregarem do púlpito, mostramos que deploramos o motivo pelo qual as afastaram do convívio normal na Igreja.

Mas a partir do momento que se arrependem, somos capazes de fazer festa, assim como há no céu quando pecadores se arrependem. Toda a igreja encoraja a pessoa. Mas com as TJs, é diferente. O pecador, ALÉM DE DESASSOCIADO, TEM QUE FREQUENTAR AS REUNIÕES TJS PARA PROVAR QUE ESTÁ ARREPENDIDO. Onde a Bíblia ensina isso? EM LUGAR NENHUM!Enquanto essa pessoa fica quase um ano, ou até mais, frequentando as reuniões, até que seja readmitida, NINGUÉM FALA COM ELA DENTRO DO SALÃO DO REINO! NINGUÉM! Se tiver chovendo forte, vai à pé para casa, na chuva!

Em segundo lugar, até com suas mães desassociadas as TJs evitam conversar. Já provei isso aqui no meu site, e provo de novo. Veja:
.."Depois de ouvir um discurso numa assembleia de circuito, um irmão e sua irmã carnal se deram conta de que precisavam mudar o modo como tratavam a mãe, que morava em outro lugar e havia sido desassociada seis anos antes. Logo depois da assembleia, o irmão ligou para a mãe e, depois de reafirmar seu amor por ela, explicou que não falaria mais com ela, a não ser que um assunto familiar importante exigisse esse contato. Pouco depois, a mãe começou a assistir às reuniões e, com o tempo, foi readmitida. Também, o marido dela, um descrente, passou a estudar e com o tempo foi batizado." - Nosso Ministério do Reino de Agosto de 2002, página 4, parágrafo 13.
Imagine se uma mãe cristã fosse excluída da Igreja Batista por má conduta. Evidentemente que as atitudes de seus filhos deveriam mostrar que não concordam com o pecado dela. Se ela tentasse convencê-los de que o pecado dela foi bom e agradável, todas as vezes que ela assim agisse os filhos cristãos mudariam de assunto. Mas SEMPRE QUE POSSÍVEL eles a procurariam para ajudá-la a se arrepender, e até leriam a Bíblia para ela! 

Em terceiro lugar, se minha mãe deixasse de ser batista para ser Satanista, eu oraria por ela todos os dias, e se ela precisasse de mim para cozinhar para ela, eu o faria todos os dias, porque ela me veria orando pela comida dela, e sempre dizendo "eu te amo mamãe", pediria a ela por favor para se arrepender. Quanto a comer ou não com ela, eu poderia fazê-lo por ser minha mãe, mas não convidaria outros cristãos para estarem conosco. Mas o ponto é: Falaria com ela todos os dias!


Refutação cristã - Dentro do contexto cristão, se uma moça cristã engravidar e for excluída porque não se arrependeu e não confessou seu pecado, e persiste em continuar, ela deverá sentir o peso da disciplina. Se for excluída da Igreja, será ajudada a se reconciliar. Todos os cristãos poderão ajudá-la, inclusive os pastores dela. Mas no caso das TJs, se ela for desassociada, sabemos que os parentes da mesma organização NÃO conversarão com ela, e se o fizerem serão disciplinados. Até que ela se arrependa, prove que se arrependeu por frequentar as reuniões no Salão do Reino por MUITOS meses, geralmente um ano, nenhuma TJ está autorizada a falar com ela. Nem orar por ela poderão!

Sobre a questão dos direitos humanos, o autor dos textos em cinza acima afirma que seria desrespeito aos direitos humanos se a mãe do moça grávida desassociada jamais conversasse com ela. Mas não foi honesto em ensinar que isso ocorre quando a TJ grávida e desassociada mora fora da casa dos pais dela. Eles a ajudarão somente quando ela passar mal. Qualquer TJ honesta sabe que isso é verdade. Mas quanto ao tratamento que a YJ grávida excluída sofrerá em seu salão do Reino é o descrito abaixo:

Nosso Ministério do Reino, 8 de agosto de 2002, página 3.
Conforme se pode perceber, o texto acima ensina a não se dizer nem sequer um "oi" para um desassociado, pois isso poderia ser o primeiro passo para uma amizade. Assim, o nobre apologista TJ deveria responder: E agora, não é violar os direitos humanos? Se a mãe não falar com a filha constitui violação dos direitos humanos, não o constituiria a orientação acima o mesmo? 

A partir daí, o apologista TJ passa a dizer o seguinte sobre nós, ex-tjs que denunciam esse tratamento dado pelas TJs aos que saem de sua organização:


Em vista da minha refutação baseada na Bíblia, quem é o mentiroso nessa questão - eu ou o autor desses textos com fundo cinza? Quem realmente deseja confundir até mesmo as autoridades sobre como as TJs tratam os desassociados? Quando se lê os três parágrafos acima, em vermelho, que impressão se tem de quem está mentido: O autor dos textos em cinza, ou minha pessoa?

As TJs precisam ser expostas quanto a suas doutrinas errôneas.  E as pessoas em geral precisam saber a verdade dos fatos sobre o modo como as TJs tratam os que saem dali.- Fernando Galli.

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