SALMO 143 - REFLEXÕES SOBRE SÚPLICAS URGENTES

Davi, um homem que sofreu difamação (Salmo 140), provocação (141), solidão (142), em suas experiências ruins que teve com Saul. No Salmo 143, ele reconhece Deus como Deus de justiça, fidelidade, misericórdia, graça e proteção. Demonstra dependência de Deus ao orar a Ele, pensar nos feitos dele, levantar as mãos a Deus, como atitude de quem busca ajuda; Davi anseia por Deus, afirma que nEle confia, sem se considerar justo, e medita nas obras de Deus; Davi ora: "Sou teu servo".

Conforme  D. A. CARSON comenta, observamos nos versículos 1 e 2 o relacionamento de Davi com Deus. Nos versículos 3 e 4, o perigo pelo qual Davi passava. Mas nos versículos 5 e 6, sua confiança em Deus. No versículo 7, a urgência demonstrada na oração. No versículo 8, a confiaça novamente. Nos versículos 9 e 10, torna a falar sobre o perigo pelo qual passava, e nos versículos 11 e 12, o relacionamento com Deus outra vez vem à tona.

Como se encontra o estado de espírito de Davi quando compôs o Salmo 143?Seu espírito estava esmorecido, desfalecido. Seu coração turbado. Sentia-se perseguido. Por isso, Davi faz várias súplicas a Deus. Ao lê-las, podemos contextualizá-las em nossos tempos, e observarmos como Deus nos alivia quando lemos, meditamos e aplicamos o que aprendemos do Salmo 143.
  • "Atende a minha oração"; - Quando oramos a Deus? Sem cessar? Ou só quando a luz vermelha acende?
  • "Ouça minhas súplicas"; - Por que suplicar, senão para reconhecer de modo mais íntimo nossa dependência do SENHOR?
  • "Responda-me depressa"! - Somos sensíveis ao tempo de Deus? Quando tudo está bem, fazemos a sua vontade depressa também?
  • "Não me julgue"; - Quantas vezes oramos para que Deus julgasse nosso irmão ofensor, para que Ele fizesse justiça? Ai se Ele fizesse!
  • "Não te escondas de mim"; Quantas vezes, ao pecarmos, achamos melhor que Ele se escondesse?
  • "Mostra-me o caminho que devo andar"; Quantas vezes, ao magoarmos a Deus, dissemos entre as linhas do nosso erro: Deus, fica aqui que eu já volto?
  • "Livra-me dos meus inimigos"; Quantas vezes nossos irmãos oraram assim a Deus pensando em nós?
  • "Ensina-me a fazer a tua vontade"; Quantas vezes dissemos ao contrário de Jesus: Pai, ocorra não a tua vontade, mas a minha?
  • "Guie-me o teu bom Espírito"; Quantas vezes deixamo-nos guiar pela nossa própria lógica, filosofia de vida, enfim, pelo egoísmo?
  • "Vivifica-me"; Quantas vezes matamos nosso próximo em nossos pensamentos?
  • "Tira a tribulação da minha alma"; Quantas vezes nós causamos tribulações na igreja, família, trabalho, escola e vizinhança, devido a nossa imperfeição?
  • "Dá fim a meus inimigos". Quantas vezes, no lugar de deixar nas mãos de Deus, para que Ele agisse, nós mesmos quisemos dar fim aos nossos "inimigos" irmãos em Cristo, ou inimigos de fato?
Que não nos desesperemos diante do tempo de Deus agir. Confiemos em sua justiça, misericórdia, fidelidade, proteção e graça, e na sua capacidade de nos guiar, por mais difíceis que possam ser nossos problemas. Nas horas de urgência, saibamos esperar com paciência, usando a Palavra de Deus como resposta a como devemos andar e fazer a vontade de Deus. - Fernando Galli.

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