ISLAMISMO - COMO ENCARAR SEU AVANÇO NO BRASIL?


Um representante do Islã disse-me por e-mail: "Espero que o Brasil não seja intolerante com nossas crenças".

Quando estive no Havaí, EUA, conheci ex-muçulmanos. Aprendemos sobre como os cristãos são tratados na Indonésia por grupos Islâmicos: Nossas igrejas são queimadas, cristãos são assassinados. Será que isso vai acontecer aqui no Brasil? Claro que sim!

Em todos os países onde o Islamismo cresce, há grupos radicais perseguindo cristãos. Por quê? Porque somos impuros para eles. Tenho, por exemplo, contato com um ex-muçulmano aqui no Brasil. Hoje ele e sua família são,conforme se intitulam, cristãos-católicos. Mas me contaram que já receberam muitas ameaças de morte por telefone, por terem abandonado o Islamismo. É uma religião perigosa? Não preciso responder.

Basta assistirmos aos tele-jornais e observarmos as notícias: "Uma bomba explode e mata 35 pessoas no Irã." Foram cristãos os responsáveis pelo atentado? Não! Todos os dias os tele-jornais perdem seu precioso tempo para dar números dessas tragédias. Quero até sugerir que essas notícias sejam dadas uma vez por ano: "Nesse ano, morreram nos países Islâmicos 234 mil pessoas vítimas de 13 mil atentados à bomba."

Como nós, cristãos, encararemos o avanço inevitável do Islamismo aqui no Brasil? Vamos respeitá-los. Nada de charges zombeteiras, muito menos desprezo ao símbolos deles: Alá, Maomé, Alcorão. Vamos evangelizá-los. Certamente há muitos eleitos entre os muçulmanos que hão de ser salvos.

Qual o nosso papel nessa história como cristãos? Para mim, a maior das bombas que eles têm nas mãos trata-se de uma excelente preparação para deixar o cristão que não lê a Bíblia em dúvida sobre (1) a divindade de Jesus, (2) a inerrância bíblica, (3) a unidade da fé cristã. Em vez de bombas, nossas armas são mais eficientes. Diz a Bíblia: "Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas." (2 Coríntios 10:4) Enquanto os muçulmanos se matam, preguemos o amor de Cristo.

Eles precisam conhecer a paz que resulta desse amor verdadeiro. Na Mesquita de Santos, um tal de Mohamed me disse: "Não é dando a outra face que se consegue a paz". Como não creem na Bíblia e nos ensinos de Jesus ali delineados, continuarão explodindo e matando.

Dir-me-ão os apologistas islâmicos: "O Cristianismo nunca matou em nome de Cristo?" E eu responderei: "Eram mesmo Cristãos?" E a se disserem: "Mas os que matam cristãos não são bons islâmicos", seria pura inverdade, do ponto de vista do Islã, pois quem faz isso lá é um bom muçulmano.

Espero sinceramente que possamos lidar com amor com aqueles que amam a guerra. Guarde minhas palavras: Se no Brasil os espiritas kardecistas, as testemunhas-de-jeová, os mórmons e os adventistas-do-sétimo dia bombaram em seu crescimento, imagina quantos não vão experimentar a novidade de seguir Alá e seu profeta Maomé!

Amo os muçulmanos, e quero demonstrar esse amor pregando-lhes a paz que vem de Deus e não através de explosões. - Fernando Galli.

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