O CONCEITO DE PALAVRA DE DEUS EM NOSSO CONTEXTO VERSUS O CONCEITO BÍBLICO.

Num contexto tão marcado pela descrença no Deus Criador é tão comum observar pessoas questionarem a Palavra de Deus como um guia seguro para fazermos a vontade de Deus. 

Livro antigo, palavras adulteradas no decorrer da história, linguagem arcaica com difícil compreensão, inúmeras contradições - estes entre tantos outros julgamentos precipitados fruem de mentes que nem sequer já leram a Bíblia toda, nunca estudaram os idiomas originais - hebraico, aramaico e grego, jamais estudaram teologia, hermenêutica e exegese, e para piorar as evidências de sua má formação bíblica, deixam-se levar pela opinião de críticos, falsos mestres e pseudo pastores infiltrados entre cristãos, como se suas ideias fossem a expressão pura da verdade. 

Em contrapartida, Jesus disse: "A tua palavra é a verdade". (João 17:17) O salmista disse: "Lâmpada para o meu pé é a tua palavra, e luz para os meus caminhos". (Salmo 119:105) Quem está com a razão? 

Parece-me que tanto os críticos como os não-críticos da Bíblia sempre se beneficiam das verdades bíblicas, há milênios ali escritas. Por exemplo, o amor ao próximo quando praticado evita as guerras, a violência, as famílias destruídas. (João 13:34, 35) O perdão faz as pessoas viverem mais felizes, sem precisar remoer mágoas que tiram noites de sono tão necessárias. (Efésios 4:32) A fé no Deus Criador une as pessoas numa verdadeira religião - o Cristianismo, e evita conflitos religiosos; para isso basta entender que Deus não deseja religiosos, mas praticantes dos ensinos de Jesus Cristo delineados na Bíblia. - Efésios 4:5.

Os que evitam as obras da carne, como a inveja, bebedices, glutonaria, rixa, ciúmes, dissensões, prostituição, idolatria, entre outras (Gálatas 5:19-21) parecem ser menos felizes e até vivem menos, na média, do que os que obtêm o fruto do Espírito Santo de Deus: amor, alegria, paz, benignidade, bondade, fé, fidelidade, mansidão e domínio próprio (Gálatas 5:21, 22) E parece também que os que negam a inspiração da Bíblia, juntamente com sua autoridade, sua suficiência, sua necessidade e eficácia, e também sua inerrância, o fazem porque lhes é bem cômodo viverem sem precisar prestar contas ao Deus Criador e sua Palavra. 

Um exemplo disso são os pastores teólogos liberais e néo-ortodoxos que afirmam: A Bíblia contém a Palavra de Deus, mas não é plenamente a Palavra de Deus. Então, questiono: Como sabem o que é e o que não é Palavra de Deus? É simples. Talvez digam em seus corações pecaminosos: "Como eu não sou mais irrepreensível (1 Timóteo 3:2), pois já adulterei, então meu conceito pessoal é que este pecado de ser infiel é uma violação de leis humanas, e não divinas, que visavam proteger a família. Hoje, como canta uma certa dupla sertaneja, 'mas quem é que não tem uma outra, prá alegrar a vidinha? Arroz com feijão enjoa. Tem que ter uma misturinha', Deus entende e perdoa." E assim também fazem com outros pecados. 

Parece que a Bíblia lhes deve ser a Palavra de Deus apenas quando não pisa em seu calo. Quanto aos que permitem o pecado para ampliar suas arrecadações financeiras, terão um dia uma derradeira aula de Bíblia com o próprio Autor dela - Deus. Quanto às vítimas desses críticos, precisamos com amor ensiná-las quão maravilhosamente se pode viver por se crer na Bíblia como um livro cem por cento inspirado por Deus. A Ele, agradeçamos pela Palavra Verdadeira, a qual concebemos como inspirada por Deus porque recebemos a Cristo como único e suficiente Salvador. Tem como não sair falando sobre as verdades contidas neste livro? - Fernando Galli.

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